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Música

R3HAB convoca BIN no palco principal da Tomorrowland Brasil 2025

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Por Rap Growing • Brasil • 15 de outubro de 2025

Uma ponte entre universos musicais foi construída em pleno MainStage da Tomorrowland Brasil 2025: o DJ/​produtor R3HAB chamou o trapper BIN para cantar ao vivo durante seu set, em parceria entre ONERPM Brasil e Mainstreet Records. O momento furou bolhas, chocou expectativas e foi um dos pontos mais comentados do festival.

A confirmação pós-evento: música eletrônica encontra trap

Na divulgação oficial do festival, a Tomorrowland anunciou que R3HAB e BIN estreariam juntos no palco principal no domingo, 12 de outubro, com uma nova track que mistura a energia eletrônica do DJ com o flow urbano do trap nacional.

O anúncio já apontava que a colaboração buscava “unir diferentes mundos da música”. R3HAB comentou que era fã do trabalho de BIN há tempo, e que fazer essa apresentação em um dos palcos mais icônicos do mundo seria “algo especial”. BIN compartilhou a empolgação e classificou aquele momento como “um sonho realizado”

“Trabalhar com o R3HAB foi incrível. Tocar essa música diante da galera da Tomorrowland é um sonho que vira realidade.”— BIN

Reação do público e repercussão

Nas redes sociais e entre quem estava no festival, o momento repercutiu forte. Muitos relataram surpresa — e admiração — ao ver um artista de trap subir ao palco do eletrônico, um espaço tradicionalmente difícil para fusões desse tipo. Comentários como “momentos que redefine gênero”, “que ousadia genial” e “nova fronteira musical” rodaram nos perfis do público presente.

Sites especializados de música eletrônica já destacaram o fato: “Dance music meets Brazilian trap” (música eletrônica encontra trap brasileiro) foi o título de uma matéria oficial da Tomorrowland para descrever o momento.

Esse tipo de colaboração é simbólico e poderoso: DJs e artistas de trap raramente ganham espaço nos palcos principais de festivais de música eletrônica, especialmente em grandes eventos. Trazer BIN para o MainStage é um ato de quebra de bolha — e mostra que o trap tem mais do que público: tem pulso, voz e capacidade de unir públicos distintos.

Para ONERPM Brasil e Mainstreet Records, é uma jogada estratégica: posicionar seus artistas num contexto global, flertar com novos públicos, ampliar alcance. É internamente dizer: “nosso trap não é nicho, é música que dialoga com o mundo”.

E agora? impactos e próximos passos

Se essa apresentação for bem aproveitada, ela vai abrir portas para que mais colaborações entre trap e eletrônico aconteçam. Imagine BIN dividindo palco com DJs internacionais, ou R3HAB voltando ao Brasil para projetos conjuntos. O movimento de fusão entre universos não é novidade, mas precisa de momentos concretos e visíveis — como esse.

A partir disso, o que vem por aí pode incluir lançamento oficial da track tocada ao vivo no festival, singles, remixes e até turnê conjunta entre artistas urbanos e de dance music. A expectativa é alta para ver como isso será repercutido no Brasil e no circuito global.

Referências e para saber mais

Leia também: R3hab convoca rapper BIN para show no Tomorrowland Brasil

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

R3HAB, BIN, Tomorrowland Brasil, trap + eletrônico, ONERPM Brasil, Mainstreet Records, colaboração musical

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Música

TOKIODK leva turnê de “INFRAÇÃO (1º ATO)” ao Nordeste pela primeira vez

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Depois de viver o momento mais importante da carreira até aqui, TOKIODK prepara sua primeira turnê pelo Nordeste. O rapper desembarca em Maceió, Recife e Natal neste final de semana apresentando o universo de “INFRAÇÃO (1º ATO)”, disco que ultrapassou a marca de 20 milhões de streams em apenas dois meses.

Os shows acontecem nos dias 08, 09 e 10, respectivamente, marcando o primeiro contato presencial entre TOKIO e um dos públicos mais ativos da sua base de fãs.

“INFRAÇÃO (1º ATO)” abriu a fase mais intensa da carreira

Lançado no início de 2026, “INFRAÇÃO (1º ATO)” consolidou uma nova fase artística para TOKIODK. Mais denso, reflexivo e pessoal, o projeto trabalha temas como conflito interno, fé, enfrentamento e recusa aos caminhos impostos pelo sistema.

Faixas como “NEM ERA PRA EU TÁ AQUI”, “VENOM”, “DISCURSO DO GRAMMY” e “CORAÇÃO NEGRO” ajudaram a impulsionar o álbum e fortaleceram ainda mais o nome do artista dentro do rap nacional.

🎧 Ouça “INFRAÇÃO (1º ATO)” no Spotify:
INFRAÇÃO – 1º ATO — TOKIODK

🎧 Perfil oficial de TOKIODK no Spotify:
Spotify Oficial TOKIODK

Setlist mistura nova fase e clássicos da caminhada

Para os shows no Nordeste, TOKIODK prepara um repertório que atravessa diferentes momentos da carreira. Além das músicas recentes, o artista também relembra faixas importantes do disco “Anti-Herói”, incluindo o hit “Farejador”.

Outro momento aguardado do show é a performance de “Eu Já Digitei (Apaguei Pra Todos)”, releitura lançada ao lado de Ferrugem que rapidamente ganhou força nas plataformas digitais.

🎧 Ouça “Eu Já Digitei (Apaguei Pra Todos)”:
Spotify — Eu Já Digitei (Apaguei Pra Todos)

“Estou ansioso para sentir essa conexão com o público, pois os fãs nordestinos são muito presentes nas redes e, muitas vezes, não têm exatamente as mesmas vivências cotidianas que eu, mas, de certa forma, se identificam.”

“Coração Negro” deve ser um dos momentos mais emocionantes do show

Com a proximidade do Dia das Mães, TOKIODK também destacou a expectativa de cantar “Coração Negro”, faixa dedicada à sua mãe e que se tornou uma das músicas mais emocionais do projeto.

“Pensando que será próximo ao Dia das Mães e que terá ‘Coração Negro’ no show, música em homenagem à minha mãe e que muitos usam para homenagear as suas, sabe? E também estou ansioso para sentir a energia da galera com ‘Discurso do Grammy’.”

Serviço — Turnê “INFRAÇÃO (1º ATO)”

Onde acompanhar TOKIODK

📸 Instagram oficial:
@tokiodk

🎥 YouTube oficial:
Canal e clipes oficiais

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Música

Zaki apresenta “Dracaena”, álbum que une ancestralidade afro-brasileira, instrumentos nativos e futurismo à nova MPB

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Em um momento onde grande parte da música busca repetir fórmulas prontas, Zaki escolheu outro caminho. O artista lançou seu primeiro álbum completo de estúdio, “Dracaena”, projeto já disponível nas plataformas digitais e construído como uma verdadeira experiência sensorial, estética e narrativa.

Com base na black music, mas atravessando diferentes gêneros com naturalidade, o disco propõe uma releitura da música popular brasileira sob uma visão contemporânea e futurista. O resultado conecta periferia urbana, raízes rurais, espiritualidade e identidade nacional dentro de uma mesma obra.

Um álbum que olha para o passado para imaginar o futuro

“Dracaena” nasce da busca por sonoridades autênticas e fora do convencional. Ao lado do produtor DJ Samu, Zaki construiu uma atmosfera que resgata memórias musicais brasileiras para projetar novas possibilidades estéticas.

Mais do que um álbum, o projeto funciona como uma proposta de nova MPB: moderna sem romper com a origem, experimental sem perder sentimento, brasileira sem precisar se explicar.

Instrumentos afro-brasileiros e indígenas em diálogo com beats modernos

Um dos grandes diferenciais do disco está na instrumentação. “Dracaena” utiliza mais de 10 instrumentos de origem afro-brasileira e indígena, entre eles cuíca, zabumba e berimbau, misturados a produções eletrônicas contemporâneas.

Essa fusão cria uma sonoridade rara no mercado atual. O orgânico encontra o digital sem parecer colagem forçada. Tudo soa vivo, conectado e intencional.

Referências culturais e identidade brasileira

As faixas também carregam recortes e samples que homenageiam nomes fundamentais da cultura nacional. Referências a Rita Lee, Elza Soares e Glória Maria ajudam a ampliar o alcance simbólico do álbum.

É um trabalho que entende cultura como continuidade — onde passado e presente conversam o tempo inteiro.

Espiritualidade, memória e crítica social

Nas temáticas, Zaki mergulha em questões profundas como sincretismo religioso, construção de identidade e opressões sociais. Entre os destaques do projeto está um mantra em formato de trap eletrônico dedicado a Nossa Senhora Aparecida, além de homenagens à avó baiana do artista e às entidades de matriz africana.

Essa camada espiritual não aparece como estética vazia, mas como parte real da narrativa construída no álbum.

Visual forte e universo coeso

Com vivência no teatro e olhar apurado para o audiovisual, Zaki também desenvolveu uma identidade visual consistente para “Dracaena”. O projeto inclui quatro videoclipes lançados anteriormente, agora integrados ao universo completo do disco.

A capa do álbum foi confeccionada manualmente pelo próprio artista, utilizando papelão e costura, criando textura tátil e reforçando o caráter artesanal da obra.

Já a identidade visual trabalha tons terrosos e alaranjados, conectando o projeto à terra, à ancestralidade e ao calor simbólico da cultura brasileira.

Uma estreia que chega com proposta clara

“Dracaena” não é um álbum feito para seguir tendência. É uma estreia que já nasce com direção artística definida, coragem criativa e senso de identidade raro para um primeiro disco.

Zaki chega propondo algo que muita gente fala, mas poucos conseguem entregar: originalidade com fundamento.

Onde ouvir e acompanhar

Spotify: Ouvir Zaki

YouTube: Canal Oficial

Instagram: @zakimattos

TikTok: @zakimattos

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Música

“Menino Reis”: o álbum que apresentou West Reis para o Brasil

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Em 2024, o cearense West Reis fez mais do que lançar um projeto — ele se apresentou de vez para o cenário. “Menino Reis”, álbum com 8 faixas, chegou como um cartão de visita sólido, autoral e com identidade própria, daqueles que não dependem de fórmula pra funcionar.

O impacto veio rápido. O projeto já ultrapassa a marca de 400 mil streams nas plataformas digitais, com destaque para “Último Dia”, faixa que conta com participação de WIU e soma cerca de 200 mil plays de forma orgânica.

Mais do que números, a música ganhou força pelo conteúdo. A faixa mergulha em temas como tempo, escolhas e finitude — assuntos que, quando tratados com verdade, atravessam qualquer bolha.

Controle criativo e identidade forte

Um dos pontos que mais chama atenção em “Menino Reis” é o nível de controle criativo assumido por West. O artista esteve à frente de praticamente todas as etapas do projeto: escolha de beats, mixagem e direção musical.

Isso se reflete diretamente no resultado. O álbum não soa fragmentado — ele é coeso. Existe uma linha estética clara, tanto no som quanto no visual, algo que ainda é raro dentro da cena independente.

Vivência real acima de hype

As participações seguem essa mesma lógica. Doode, Jvion e Jean da Rocinha não estão no projeto por estratégia de alcance, mas por conexão real. São artistas que fazem parte da caminhada, e isso aparece na forma como as músicas se constroem.

Esse tipo de escolha fortalece o que talvez seja o principal pilar do álbum: autenticidade. “Menino Reis” não tenta parecer algo — ele é.

Trap nordestino com identidade

Sonoramente, West transita entre o trap e o funk, criando um equilíbrio que carrega tanto peso quanto musicalidade. Mas o diferencial não está só na sonoridade, e sim na forma como ele usa isso para contar história.

Existe vivência nas linhas, existe contexto, existe rua. E quando isso aparece de forma natural, o público sente.

Um nome pra ficar de olho

“Menino Reis” marca o início de uma fase. Não é um projeto que tenta provar tudo de uma vez, mas que deixa claro que existe direção, identidade e vontade de construir algo maior.

West Reis ainda está no começo da caminhada — mas com um ponto de partida desse, o movimento já começou a chamar atenção.

O menino cresceu. E agora, o resto do país começa a perceber.

Onde ouvir

O álbum “Menino Reis” já está disponível nas plataformas digitais.

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