O Festival Melhor Dia segue montando uma das edições mais aguardadas do ano. O evento acontece em 28 de março de 2026, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP), com 10 atrações confirmadas e uma proposta que vai além do palco. Depois do primeiro anúncio, o segundo nome revelado é Budah — rapper capixaba que vem ganhando espaço ao unir rap e R&B com identidade, sentimento e presença.
Budah chega ao line-up do Melhor Dia em um momento de maturidade artística. Sem precisar de exageros ou personagens, ela construiu sua trajetória apostando em escrita íntima, timbre marcante e uma musicalidade que flerta com o rap sem abrir mão da melodia.
“Dá pra perceber que é muito íntimo tudo que eu escrevo.”
Rap, R&B e identidade própria
Nascida no Espírito Santo, Budah carrega o peso de quem veio de um estado fora do eixo tradicional da indústria, mas transformou isso em força criativa. Sua música dialoga com o R&B, sem perder a raiz do rap, criando um equilíbrio entre emoção, técnica e vivência real.
“Acho que o R&B ainda precisa ser mais valorizado no Brasil. É um som que pede atenção, pede escuta. Eu faço música pra quem sente.”
Recontar a própria história
Mais do que lançar músicas, Budah enxerga cada projeto como uma oportunidade de revisitar sua trajetória e apresentar novas camadas da própria história ao público.
“O primeiro álbum é sempre muito marcante na carreira de um artista. Poder revisitar esse trabalho agora, com novos arranjos e uma faixa inédita, é recontar essas histórias de outras formas e alcançar novos públicos.”
Festival Melhor Dia: cultura além do palco
Idealizado por Marcos Baroni, o Festival Melhor Dia se firmou como um dos eventos mais relevantes do país por entender o hip hop como experiência completa. O evento reúne música, esporte, arte urbana e vivência coletiva, criando um ambiente que valoriza tanto os artistas quanto o público.
A presença de Budah reforça essa proposta. Ela representa o rap feminino sem rótulos artificiais, com trabalho, identidade e consistência — valores que dialogam diretamente com o espírito do festival.
Com Slipmami, Budah e MC Luanna no line-up de Curitiba, festival evidencia uma mudança importante dentro da música urbana brasileira: mulheres deixando de ser exceção para assumir protagonismo.
Entre as atrações confirmadas no evento estão Slipmami, Budahe MC Luanna, três artistas com trajetórias, linguagens e propostas diferentes, mas que carregam algo em comum: a presença de mulheres ocupando a linha de frente da cultura urbana sem precisar pedir licença.
O peso dessa presença fica ainda maior quando se olha para o cenário geral da indústria. Segundo dados do relatório Mulheres na Música 2026, produzido pelo ECAD, embora o rendimento feminino em direitos autorais tenha crescido 33% em 2025 e mais de 54 mil mulheres tenham ingressado na gestão coletiva da música no último ano, elas ainda representam apenas 10% dos beneficiários dos direitos autorais distribuídos no Brasil.
O mesmo levantamento mostra que, entre os 100 autores com maior rendimento no país, apenas 2% são mulheres. Além disso, somente 11 das 100 músicas mais executadas em shows contam com participação feminina na autoria. Ou seja, a presença feminina está crescendo, mas a desigualdade ainda é estrutural.
Rap feminino não é tendência, é construção
Falar de mulheres no rap e no trap hoje não pode ser tratado como detalhe de programação ou cota simbólica. A presença feminina na música urbana brasileira é fruto de anos de insistência, enfrentamento e construção em uma cena que, muitas vezes, abriu espaço para mulheres apenas quando elas já estavam grandes demais para serem ignoradas.
No rap, essa disputa sempre foi dupla. Além de provar talento, técnica, presença e identidade, mulheres também precisaram enfrentar a ideia ultrapassada de que a cultura hip-hop era naturalmente masculina. Só que a história vem mostrando o contrário. O rap feminino sempre existiu, sempre produziu narrativa, sempre trouxe denúncia, estilo, autoestima, vivência e visão de mundo. O que faltou, durante muito tempo, foi estrutura, investimento, escala e reconhecimento.
Por isso, quando um festival como o Mad in Brazza reúne artistas como Slipmami, Budah e MC Luanna, o ponto não é apenas “ter mulheres no line-up”. O ponto é mostrar que a cena urbana brasileira ficou mais interessante, mais plural e mais real quando essas vozes começaram a ocupar lugares maiores.
Slipmami e a estética de uma nova geração
Slipmami é um dos nomes que melhor representam a virada estética da nova geração. Misturando trap, funk, R&B e internet culture, a artista construiu uma identidade própria, com visual, linguagem e sonoridade reconhecíveis.
Seu impacto não vem apenas das músicas, mas da forma como ela ocupa o imaginário da cena. Slipmami representa uma geração de artistas que entende estética como extensão da música. A imagem, o comportamento, o jeito de comunicar e a sonoridade caminham juntos.
Dentro de um festival voltado para rap e trap, sua presença reforça como a nova música urbana brasileira já não cabe em uma única fórmula. O som pode flertar com funk, R&B, trap, pop e ainda assim seguir conectado à rua, à juventude e à cultura de internet.
Budah e a força do R&B dentro da música urbana
Budah chega ao Mad in Brazza como uma das vozes que ajudam a ampliar o campo emocional da música urbana nacional. Sua obra transita entre R&B, rap, soul e sonoridades contemporâneas, trazendo temas como autoestima, relações, vulnerabilidade e vivência feminina.
Esse tipo de presença é importante porque mostra que o rap e o trap não vivem apenas de agressividade, punchline ou performance de domínio. A música urbana também é espaço de afeto, fragilidade, desejo, reconstrução e identidade.
Budah representa esse lugar com naturalidade. Ela não entra na cena tentando reproduzir uma fórmula masculina. Pelo contrário, sua força está em afirmar outra perspectiva, outra textura e outra forma de narrar sentimentos dentro da cultura urbana.
MC Luanna e o rap como denúncia e posicionamento
MC Luanna ocupa outro lugar essencial dentro desse recorte. Sua presença leva para o palco letras que dialogam com questões raciais, sociais e o protagonismo feminino. Em uma cena onde muitas mulheres ainda precisam transformar vivência em resistência pública, Luanna aparece como uma artista que entende o rap também como ferramenta de denúncia.
O trabalho dela reforça uma verdade antiga do hip-hop: música urbana nunca foi apenas entretenimento. Desde o começo, rap foi forma de falar sobre território, desigualdade, violência, raça, gênero, sobrevivência e identidade.
No caso de MC Luanna, esse discurso ganha ainda mais força porque parte de uma perspectiva que durante muito tempo foi empurrada para a margem dentro da própria cena. Sua presença no festival mostra que o protagonismo feminino no rap não é só sobre ocupar palco, mas também sobre disputar narrativa.
Mad in Brazza e o retrato de uma cena mais plural
Ao reunir Slipmami, Budah e MC Luanna ao lado de grandes nomes do rap e trap nacional, além da atração internacional Ty Dolla $ign, o Mad in Brazza reforça um retrato mais próximo da música urbana contemporânea. A cena não é mais uma coisa só. Ela é feita de vertentes, vozes, gêneros, estéticas, regiões e experiências diferentes.
Essa diversidade não enfraquece o festival. Pelo contrário, fortalece. O público que acompanha rap e trap hoje consome diferentes linguagens dentro do mesmo universo cultural. Vai do trap melódico ao R&B, do funk ao rap de mensagem, da estética digital ao som de rua.
Quando mulheres aparecem nesse centro, o festival também conversa com uma mudança maior da própria indústria. Ainda existe desigualdade, ainda existe sub-representação e ainda existe um caminho longo até que a presença feminina seja tratada com a mesma naturalidade que a masculina. Mas a direção está posta.
Curitiba recebe o Mad in Brazza 2026
A edição de Curitiba do Mad in Brazza 2026 acontece no dia 8 de agosto de 2026, no Expotrade Convention Center, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.
O evento reúne atrações nacionais e internacionais, com destaque para Ty Dolla $ign, além de nomes da cena brasileira como Slipmami, Budah, MC Luanna e outros artistas que representam diferentes caminhos da música urbana atual.
Mais do que um festival de rap e trap, o Mad in Brazza chega em 2026 como um espaço de encontro entre público, cena, estética e comportamento. E, neste ano, o protagonismo feminino aparece como um dos pontos mais importantes dessa narrativa.
Serviço – Mad in Brazza em Curitiba
Data: sábado, 8 de agosto de 2026 Abertura dos portões: 11h Início dos shows: 12h Local: Expotrade Convention Center – Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais/PR Classificação: +18 anos Ingressos:bilheteriadigital.com/mad-in-brazza-08-de-agosto Valores: a partir de R$ 65,00 Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321 Produção: Morgot Produções Site:madinbrazza.com.br Redes: @madinbrazza
No fim, a presença de Slipmami, Budah e MC Luanna no Mad in Brazza 2026 aponta para algo maior do que um line-up forte. Aponta para uma cena em movimento, onde o rap feminino deixa de ser tratado como exceção e passa a ocupar o lugar que sempre deveria ter ocupado: o centro da conversa.
Festival dedicado ao rap e ao trap amplia sua presença nacional em 2026, mantém Curitiba como base histórica e estreia em São Paulo com line-up que une nomes do Brasil e atração internacional.
O Mad in Brazza chega à sua 5ª edição vivendo o momento mais importante de sua trajetória. Depois de consolidar seu nome no calendário da música urbana brasileira, o festival inicia uma nova fase em 2026 com eventos em duas capitais estratégicas: Curitiba, cidade onde construiu sua história, e São Paulo, onde desembarca pela primeira vez.
A expansão para São Paulo representa um passo simbólico e estratégico. Curitiba segue como território de origem, onde o festival criou base, público e reputação. Já a capital paulista entra como novo palco para uma marca que quer ampliar sua presença nacional e se conectar com o maior mercado da música urbana brasileira.
Curitiba recebe a abertura da edição 2026
A programação começa no dia 8 de agosto de 2026, em Curitiba, noExpotrade Convention Center. O line-up reúne alguns dos principais nomes da música urbana nacional e ainda traz uma atração internacional de peso.
A presença deTy Dolla $ign marca um dos momentos mais fortes da história do festival. O artista norte-americano coloca Curitiba no circuito de grandes atrações internacionais ligadas ao rap e ao R&B, reforçando a ambição do Mad in Brazza de crescer sem abandonar sua essência.
Além do line-up, a edição curitibana chega com estrutura ampliada e proposta de experiência imersiva, mantendo a ideia de que o festival não é apenas uma sequência de shows, mas um ambiente pensado para quem vive a cultura do rap e do trap.
São Paulo entra no mapa do Mad in Brazza
No dia seguinte, 9 de agosto de 2026, o Mad in Brazza estreia em São Paulo, ocupando o Novo Anhangabaú, um dos espaços mais simbólicos da capital paulista quando o assunto é grande evento, circulação urbana e cultura de rua.
A chegada a São Paulo acontece com um line-up formado por Ty Dolla $ign, WIU, Yunk Vino, Alee, Kayblack e Vulgo FK. A programação reúne artistas que representam diferentes fases, públicos e sonoridades do rap e do trap contemporâneo.
Para o festival, São Paulo não é apenas mais uma praça. A cidade carrega um peso histórico dentro do hip-hop nacional, sendo berço de alguns dos maiores nomes do gênero e um dos principais centros de consumo, produção e circulação da música urbana no Brasil.
Levar o Mad in Brazza para o Novo Anhangabaú também aproxima o festival de um território que conversa diretamente com sua proposta: rua, centro, público diverso, grande escala e cultura urbana em movimento.
Um festival pensado para quem vive rap e trap
Mais do que reunir nomes grandes, o Mad in Brazza se posiciona como uma experiência voltada para o público que realmente acompanha rap, trap e suas ramificações. A proposta é criar um ambiente onde a cultura urbana não entra como detalhe de programação, mas como eixo principal do evento.
“A essência do Mad in Brazza está na experiência que ele proporciona. É uma vibe muito única, diferente de festivais que misturam diversos estilos musicais. Aqui, tudo é pensado para quem vive a cultura do rap e do trap. É uma energia pulsante, intensa, que faz o público sentir que pertence àquele lugar, como se estivesse voltando para casa. E esse também é um dos grandes diferenciais do festival: cada edição é única. O público precisa entender que o Mad in Brazza está sempre evoluindo e que cada experiência será diferente da anterior”, afirma o fundador Tiago Moreira.
A fala resume bem o momento do festival. O Mad in Brazza quer crescer, mas sem virar um evento genérico. A força está justamente em manter a linguagem ligada à cena, ao público jovem, ao comportamento de rua e à energia dos artistas que hoje movimentam a música urbana brasileira.
Curitiba como origem, São Paulo como expansão
A escolha das duas cidades ajuda a contar a história desta edição. Curitiba representa a origem, o lugar onde o festival nasceu e se desenvolveu desde a primeira edição. É ali que o Mad in Brazza construiu sua comunidade inicial e provou que havia público, demanda e força para um festival dedicado ao rap e ao trap.
São Paulo representa o próximo passo. Ao estrear na maior cidade do país, o festival amplia sua escala e se coloca diante de um público ainda maior, em um mercado que sempre teve papel central na história do hip-hop brasileiro.
Essa combinação transforma a 5ª edição em um marco. O Mad in Brazza não está apenas repetindo uma fórmula que deu certo. Está expandindo território, testando novas possibilidades e reforçando sua intenção de ocupar um espaço nacional dentro da cultura urbana.
Serviço – Mad in Brazza em Curitiba
Data: sábado, 8 de agosto de 2026 Abertura dos portões: 11h Início dos shows: 12h Local: Expotrade Convention Center – Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais/PR Classificação: +18 anos Ingressos:bilheteriadigital.com/mad-in-brazza-08-de-agosto Valores: a partir de R$ 65,00 Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321 Produção: Morgot Produções Site:madinbrazza.com.br Redes: @madinbrazza
Serviço – Mad in Brazza em São Paulo
Data: domingo, 9 de agosto de 2026 Abertura dos portões: 13h Local: Novo Anhangabaú – Av. São João, R. Formosa, Centro Histórico de São Paulo/SP Classificação: +18 anos Ingressos:beta.meubilhete.com.br/mad-in-brazza-sao-paulo Valores: a partir de R$ 78,00 Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321 Produção: Morgot Produções Site:madinbrazza.com.br Redes: @madinbrazzasp
Com duas cidades, line-up forte e uma atração internacional puxando a nova fase, o Mad in Brazza chega à 5ª edição como um festival em expansão, mas ainda conectado àquilo que o fez crescer: rap, trap, público fiel e experiência de cultura urbana.
A contagem regressiva já começou. Nos dias 30 e 31 de janeiro, a Saba, em Atlântida, no litoral norte do Rio Grande do Sul, volta a receber milhares de pessoas para o Planeta Atlântida 2026. A edição é especial: o maior festival de música do sul do país completa 30 anos reunindo gerações, estilos e momentos que ajudaram a moldar a cena cultural brasileira.
Com os horários oficiais agora divulgados, o festival reforça sua proposta de diversidade musical, trânsito entre gêneros e experiência completa para o público, mantendo a tradição que fez do Planeta um dos eventos mais aguardados do verão gaúcho.
Sexta-feira (30): tradição, hits e novas gerações
A sexta-feira começa no Palco Planeta com um ritual que atravessa gerações. Às 17h50, Neto Fagundes abre oficialmente o festival com o Hino Rio-Grandense. Na sequência, Veigh & Supernova representam a nova fase do trap nacional às 18h.
Às 19h30, o piseiro de João Gomes toma conta da Saba, seguido pelo pop rock de Jota Quest, às 21h. Um dos momentos mais aguardados da noite acontece às 22h30, quando Anitta assume o palco principal. Já na madrugada, Menos é Mais convida Matheus Fernandes se apresenta à 0h20, seguido por Zé Neto & Cristiano, à 1h50. A primeira noite se encerra com Luísa Sonza, a partir das 3h20.
No Palco Atlântida, a sexta começa às 17h30 com Isa Buzzi. O rock gaúcho ganha destaque com Nenhum de Nós, às 19h, e Reação em Cadeia, às 20h30. O reggae de Maneva embala o público às 22h, seguido pelo peso de Raimundos, às 23h30. Ebony se apresenta à 1h e o Baile da Syon encerra a noite às 2h30.
Sábado (31): trap, funk, nostalgia e grandes espetáculos
O segundo dia começa no Palco Planeta com Armandinho, às 18h. Às 19h30, Belo leva o romantismo para a Saba, seguido por Ludmilla, às 21h, em um show que transita entre funk, pagode e pop.
A sofrência toma conta às 22h30 com Simone Mendes. À meia-noite, Matuê apresenta sua nova fase, preparando o terreno para o espetáculo visual de Alok, às 1h30. O encerramento do Palco Planeta fica por conta de Dennis convoca Tília, às 3h10, celebrando gerações do funk.
No Palco Atlântida, o sábado começa às 17h com a ATL Bands, seguido por Brandão, às 17h50, e Wiu, às 19h. Vitor Kley sobe ao palco às 20h30. Às 22h, Marcão Britto & Thiago Castanho celebram o legado do Charlie Brown Jr.. Diego & Victor Hugo se apresentam às 23h30, e a madrugada segue com Comunidade Nin-Jitsu, à 1h, com participações especiais. O encerramento fica por conta do Bonde do Tigrão, às 2h30.
Ingressos, classificação e informações
O Planeta Atlântida respeita a classificação indicativa: menores de 14 anos não entram no evento, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Os ingressos estão disponíveis no site oficial do Planeta Atlântida e nas Lojas Renner da Av. Otávio Rocha, 184, e do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre. As entradas podem ser parceladas em até seis vezes sem juros — clientes Banrisul podem parcelar em até 10 vezes.
30 anos de Planeta Atlântida
Realizado pelo Grupo RBS e DC Set Group, o Planeta Atlântida é o maior festival de música do sul do país e acontece desde 1996. Ao longo de três décadas, mais de 1,4 mil atrações nacionais e internacionais já passaram pelos palcos do evento, somando mais de 900 horas de música e consolidando o festival como um verdadeiro encontro de gerações.
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