Connect with us

Música

Muzzike sobe ao palco com Edi Rock no Festival Melhor Dia e vive momento simbólico da carreira

Published

on

O rapper paulistano Muzzike foi confirmado como convidado especial no show de Edi Rock durante o Festival Melhor Dia, que acontece no dia 28 de março de 2026, na Neo Química Arena, em São Paulo. A participação coloca o artista da Zona Norte em um dos eventos mais relevantes da cultura urbana no país e marca um passo importante em sua caminhada.

Mais do que uma participação pontual, o convite tem peso simbólico. Dividir o palco com um dos fundadores dos Racionais MC’s em um festival que reúne nomes fortes do rap nacional reforça o momento de afirmação vivido por Muzzike, que vem atravessando uma fase intensa de criação e consolidação artística.

Da Zona Norte para um dos grandes palcos do rap nacional

Natural do Lauzane Paulista, na Zona Norte de São Paulo, Muzzike iniciou sua trajetória no rap no começo da década de 2010 e ganhou projeção ao integrar o coletivo Terceira Safra, um nome importante do circuito underground paulista. Desde então, construiu uma caminhada consistente, somando colaborações de peso e ampliando sua presença dentro da cena.

Agora, ao ser anunciado no show de Edi Rock, o artista chega a um ponto de destaque que mistura reconhecimento, responsabilidade e continuidade. Não se trata apenas de estar no line-up de um grande festival, mas de ocupar um espaço ao lado de um nome que ajudou a moldar a história do rap brasileiro.

“Dividir o palco com o Edi Rock é uma honra muito grande. Eu cresci ouvindo Racionais, aquilo formou minha visão de mundo e de música. Estar hoje nesse lugar, representando a Zona Norte e levando minha música para esse público, é muito significativo para mim.”

Festival Melhor Dia reforça encontro entre gerações

O Festival Melhor Dia vem se consolidando como um dos encontros mais importantes do hip hop brasileiro justamente por reunir gerações, estilos e públicos diferentes dentro de uma mesma experiência. Em 2026, o evento volta à Neo Química Arena com nomes como Matuê, BK, MC Hariel, Brandão, Budah, Franco The Sir e Edi Rock, entre outros.

A presença de Muzzike no show de Edi Rock reforça esse espírito de conexão entre passado, presente e continuidade. É a rua encontrando palco grande sem perder a origem.

Um artista em fase de consolidação

O convite chega em um momento oportuno. Muzzike vive uma etapa importante da carreira, preparando o lançamento de seu primeiro álbum solo e ampliando sua atuação dentro do rap nacional. Com milhões de reproduções nas plataformas e uma base construída ao longo dos anos, o artista vai transformando vivência, técnica e identidade em trajetória.

Subir ao palco do Melhor Dia ao lado de Edi Rock é, ao mesmo tempo, reconhecimento de caminho e anúncio de futuro.

Serviço — Festival Melhor Dia 2026

  • Data: 28 de março de 2026
  • Local: Neo Química Arena — São Paulo (SP)
  • Participação especial: Muzzike no show de Edi Rock
  • Ingressos: disponíveis na Eventim

Leia também na Rap Growing

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Música

Batalha do Santa Cruz completa 20 anos e reafirma seu papel como berço do freestyle no Brasil

Published

on

Em fevereiro de 2026, a Batalha do Santa Cruz completa 20 anos de história. O que começou como uma roda cultural na calçada, em frente à estação Santa Cruz do metrô, virou um dos pontos mais importantes do freestyle no Brasil — não só pela técnica, mas pelo impacto real que gerou em gerações de jovens que encontraram ali pertencimento, disciplina e voz.

A batalha nasceu em 2006, impulsionada pela Afrika Kidz Crew, inspirada no modelo carioca da Batalha do Real. E desde então, criou um padrão que atravessou a cidade: encontro semanal, formato direto, público colado, e a rua como palco.

Como tudo começou: Afrika Kidz Crew, a calçada e o freestyle

A idealização da Afrika Kidz Crew surgiu da necessidade de criar arte e construir um espaço vivo de cultura. Em 2006, o coletivo promoveu a primeira roda cultural em frente ao Colégio Marista Arquidiocesano, na região da estação Santa Cruz (Linha Azul), e dali nasceu a Batalha do Santa Cruz — que viraria referência nacional nos anos seguintes.

“A Batalha do Santa Cruz é um divisor de águas na cena do rap paulista. Em 2006, o freestyle começou a pipocar em Sampa (…) acompanhávamos a cena do Rio de Janeiro e a Batalha do Real e pensamos: ‘Por que não temos algo assim em São Paulo?’”— Flow MC (depoimento em entrevista)

De R$ 1,00 por inscrição a uma vitrine cultural

No primeiro ano, a inscrição chegou a ser simbólica (R$ 1,00), e o campeão levava o valor arrecadado. Pouco tempo depois, a lógica mudou: a batalha passou a incentivar arrecadações culturais e apoio a produção musical independente — livros, discos, instrumentais e conexões com estúdios. A ideia era simples: quem vence também cresce.

“Calçada Sagrada”: regra, respeito e sobrevivência

Além de revelar talentos, a Santa Cruz ficou conhecida por moldar postura. Muita gente que colou adolescente fala que “aprendeu a viver” ali: conviver, respeitar, segurar a onda, ganhar e perder sem destruir o outro.

As regras sempre foram claras: nada de drogas, nada de álcool, nada de atacar família, nada de preconceito. Quem passa do limite é punido. O recado é um só: batalha é verbal — e a rua tem lei.

Os MCs que passaram pela Santa Cruz

Por duas décadas, a batalha serviu como primeiro palco pra uma lista grande de nomes. Ela entrou na memória do rap por ser vitrine e “campo de prova”. Tem registros de época apontando a Santa Cruz como espaço que revelou MCs como Emicida, além de circular nomes como Projota e Rashid, entre outros — cada um em seu momento, com sua caminhada.

A própria produção acadêmica sobre o tema reforça a centralidade da Santa Cruz como prática cultural e social em São Paulo, analisando sua dinâmica e o impacto do freestyle como ritual urbano.

O legado: quando a rua vira referência

O mais forte é que a Santa Cruz não ficou só nela. O modelo semanal e o peso cultural inspiraram outras batalhas e rodas pelo país, ajudando a espalhar a lógica do freestyle como disciplina, esporte mental e expressão social.

Serviço e como acompanhar

Se você já colou, você sabe: ali tem história. Se você nunca foi, é um dos poucos lugares onde você vê o rap acontecer sem filtro, olho no olho, e com regra de respeito.

Links úteis:


Leia também na Rap Growing

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Continue Reading

Música

Sotam amplia universo do “smooth funk” em “Até o Próximo Carnaval, Vol. 3”

Published

on

Projeto une funk, R&B e Neo Soul e reúne participações femininas em um EP que celebra encontros, despedidas e relações da folia.

O cantor e compositor Sotam lançou o EP “Até o Próximo Carnaval, Vol. 3”, dando sequência ao universo sonoro que vem construindo nos últimos anos. Composto por oito faixas, o projeto reúne elementos do funk, R&B e Neo Soul, reforçando o estilo que o artista batizou de “smooth funk”.

As músicas abordam encontros, desencontros e relações que surgem durante o período do Carnaval, traduzindo em som as emoções, os excessos e as conexões típicas da folia. O EP já está disponível nas plataformas digitais e conta com participações de Budah, Vivi, Triz, Carla Sol, Yngrid, Olívia, Nathi, Rob, entre outros nomes.

Consolidação do “smooth funk”

Em “Até o Próximo Carnaval, Vol. 3”, Sotam aprofunda a proposta sonora iniciada em projetos anteriores, misturando timbres orgânicos, grooves envolventes e melodias suaves ao ritmo do funk. A ideia é criar uma atmosfera que dialogue tanto com a pista quanto com momentos mais introspectivos.

O artista já vinha colhendo resultados expressivos com esse formato. Com a faixa “Sem Pausa” e o EP “Até o Próximo Carnaval, Vol. 2”, Sotam ultrapassou a marca de 50 milhões de reproduções nas plataformas digitais. :contentReference[oaicite:3]{index=3}

Visão artística

“A gente percebeu que o público gostou muito da sonoridade que a gente construiu. Eu queria trazer um pouco da minha cara para o funk e chegamos nessa mistura com o R&B e o Neo Soul.”

“Tenho certeza que quem curtiu as outras edições vai gostar ainda mais dessa nova versão.”

As declarações refletem o cuidado de Sotam em construir uma identidade própria dentro do funk, sem abrir mão da musicalidade e da emoção.

Força feminina nas colaborações

Um dos destaques do projeto está na escolha das participações. Sotam priorizou vozes femininas para enriquecer as narrativas e ampliar as perspectivas presentes nas músicas. Entre elas estão Budah, Vivi e Triz, nomes em ascensão e já consolidados na cena.

“São artistas que admiro e que contribuíram muito para a construção do projeto.”

“A gente percebeu a necessidade de contar essas histórias com mais presenças femininas, falando de situações que todo mundo passa.”

Segundo o artista, a proposta é trabalhar relações de forma menos óbvia, explorando sentimentos universais, independentemente de gênero.

Produção e construção sonora

A parte musical também teve papel central no desenvolvimento do EP. Produtores como Rob, Phyre, Tap e JOK3R assinam as faixas, ajudando a traduzir a proposta do “smooth funk” em arranjos mais orgânicos e refinados.

“Eles conseguiram traduzir essa sonoridade, trazendo elementos orgânicos que deixaram o trabalho ainda mais completo.”

A união entre composição, produção e conceito garante ao projeto uma identidade consistente do início ao fim.

Momento de alta na carreira

Em 2026, Sotam segue em fase de crescimento. No ano anterior, o artista entrou nos charts do Spotify no Brasil e na Europa com a música “Foi Assim”, que chegou ao Top 10 Viral no país e ao Top 25 em Portugal.

A canção integra o projeto “Fique o Tempo Que Precisar”, ao lado das faixas “2h30” e “Giz”, reforçando a versatilidade do artista entre o rap, o funk e as sonoridades melódicas.

Tracklist — “Até o Próximo Carnaval, Vol. 3”

  • 1. Obrigado Boêmia
  • 2. Bloco dos Apaixonados (feat. Carla Sol)
  • 3. Domingo de Verão (feat. Triz)
  • 4. Cura (feat. Yngrid)
  • 5. Biquíni (feat. Olívia)
  • 6. Faz Parte (feat. Vivi)
  • 7. Nosso Carnaval (feat. Budah)
  • 8. Depois do Meio Dia (feat. Nathi)

Com “Até o Próximo Carnaval, Vol. 3”, Sotam consolida seu espaço como um dos principais nomes da nova geração do rap e do funk nacional, apostando em identidade, sensibilidade e conexão direta com o público.

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Continue Reading

Música

Dressa levou “Efeito Borboleta” ao palco do CAOS e marcou fase histórica da carreira em Campinas

Published

on

A cantora Dressa viveu uma noite especial na última sexta-feira (23/1), ao apresentar, no CAOS, em Campinas (SP), o show inédito do álbum “Efeito Borboleta”. A performance marcou a estreia oficial do projeto nos palcos e consolidou um dos momentos mais importantes de sua trajetória solo.

O evento também contou com apresentação de MC PH e reuniu um público que acompanhou de perto a força estética, musical e emocional do novo capítulo da artista no rap nacional.

Uma apresentação intensa, madura e cheia de identidade

No palco, Dressa transformou “Efeito Borboleta” em experiência. Mais do que reproduzir o álbum ao vivo, a artista construiu uma narrativa, conectando música, presença e emoção em uma apresentação que mostrou maturidade, domínio vocal e leitura de público.

Ao longo do show, ficou evidente o cuidado com arranjos, transições e clima. A artista conseguiu transportar para o palco as duas faces do disco: a crua e a sensível, a intensa e a introspectiva, a urbana e a emocional.

“Efeito Borboleta” como obra central da noite

Lançado em dezembro, “Efeito Borboleta” é o primeiro álbum solo da carreira de Dressa e foi o grande protagonista da apresentação. Com 15 faixas, o projeto é dividido em duas narrativas complementares.

A primeira parte aborda sobrevivência e reconstrução, com forte presença do trap e do funk, criando atmosferas densas, de conflito e vivência real. Já a segunda parte apresenta uma Dressa mais sensível, consciente e introspectiva, incorporando elementos do R&B e texturas melódicas.

Essa dualidade foi traduzida com precisão no show, reforçando a força conceitual do disco também no formato ao vivo.

Produção refinada e time de peso

O álbum contou com realização da Capital Entertainment e direção criativa assinada por C.Z, reunindo um time de produtores que contribuiu diretamente para o impacto do projeto.

Participaram da construção sonora nomes como Pedro Lotto, Portugal no Beat, Caio Passos, Wey, Gustah, C.Z, Duani e RalphTheKid, responsáveis por uma paleta musical que equilibra potência e sensibilidade sem perder a essência da rua.

Participações que ampliaram a versatilidade

As colaborações do disco também foram refletidas no clima da apresentação. As faixas com participações reforçaram a versatilidade da artista e seu trânsito por diferentes universos da música urbana.

O projeto reúne nomes consolidados como MC Tuto, MC GP, Azzy e Cynthia Luz, além de talentos emergentes como Franco The Sir, DU’L e ZAM, ampliando o alcance artístico do álbum.

MC PH e DJs completaram a noite

A programação também contou com o show de MC PH, um dos nomes mais potentes do funk atual. Com repertório recheado de hits, o artista entregou uma apresentação intensa, direta e conectada com o público.

Os DJs BRUQ, MOUSE e THURZZZ completaram a line-up, mantendo a energia da casa ao longo de toda a noite.

Um marco na trajetória solo de Dressa

A estreia de “Efeito Borboleta” nos palcos deixou claro que Dressa vive um momento de consolidação artística. O show no CAOS simbolizou autonomia criativa, amadurecimento estético e domínio de narrativa.

Mais do que um lançamento bem-sucedido, a apresentação representou a afirmação de uma artista que encontrou sua voz, sua estética e seu espaço dentro da música urbana brasileira.


Leia também na Rap Growing

Fontes

  • Material enviado à redação (assessoria/press release).

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Continue Reading

Trending

RAP GROWING © 2025. Todos os direitos reservados