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Groover x Rap Growing

Alex Forte domina o clima festivo e reflexivo em “Carnaval”

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Por Rap Growing • via Groover

Com apoio da Groover — plataforma internacional de curadoria musical da qual a Rap Growing é uma das curadoras oficiais — o artista Alex Forte apresenta sua nova faixa “Carnaval”. A música chega com batida contagiante, espírito de festa e uma escrita que vai além da pista, explorando o lado humano da celebração.

Festa, batida e consciência

“Carnaval” combina elementos da batida de pista com arranjos urbanos e letras que refletem sobre os altos e baixos da festa — os risos, os brindes, as memórias e as ressacas. O flow de Alex Forte é soltinho, com cadência que conversa com o groove da produção, enquanto ele alterna entre versos celebrativos e momentos de reflexão. A produção consegue manter energia, sem perder profundidade.

Celebrar e perceber

O título “Carnaval” carrega dupla leitura: o festejo coletivo e a autoanálise que se segue depois. Alex Forte entrega uma faixa que funciona tanto como trilha para pista quanto como diário pós-vibe. Ele canta sobre estar em movimento, cercado de gente, mas ainda buscando sentido. É o rap que entende a festa — e a consequência dela.

Alex Forte: vibração e visão

Com “Carnaval”, Alex Forte reafirma que não está só para fazer momento — ele quer marcar jornada. Seu som mostra que entender a pista também pode significar compreender o branco da manhã seguinte. Essa dualidade é rara e dá ao artista um diferencial importante dentro da cena. O lançamento via Groover amplia seu alcance e coloca o nome dele em destaque.

Assista agora

O videoclipe oficial de “Carnaval” está disponível no YouTube.

🎥 Assista “Carnaval”

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Alex Forte, Carnaval, Groover, Rap Growing, festa, rap nacional, pista e reflexão, música independente

Groover x Rap Growing

Sam Kays aposta em entrega afiada e estética minimalista no single “IV Bags”

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Com produção bem lapidada, hook marcante e controle de flow, melodia e cadência, o artista mostra segurança em uma faixa que separa seu nome da média dos lançamentos independentes.

Sam Kays apresenta IV Bags, uma faixa que chama atenção pela segurança da entrega e pelo cuidado na construção sonora. O single chega com produção bem finalizada, flow controlado, melodia bem encaixada e uma cadência que mostra um artista confortável dentro da própria proposta.

Logo nos primeiros segundos, fica claro que existe uma direção por trás da música. Sam Kays não soa perdido tentando encontrar um caminho. Pelo contrário, aparece confiante, com domínio da própria voz e uma performance que se mantém sólida do começo ao fim.

Produção polida e hook que fica

O ponto mais forte de “IV Bags” está no conjunto. A produção tem acabamento, a entrega vocal acompanha bem o beat e o artista consegue alternar flow, melodia e cadência sem quebrar a naturalidade da faixa.

O wordplay aparece de forma afiada e o hook cumpre uma função importante: fica na cabeça depois que a música termina. Esse tipo de refrão é essencial para uma faixa que busca replay, porque ajuda o ouvinte a lembrar do som mesmo depois da primeira escuta.

Comparado a muitos lançamentos independentes que circulam hoje, “IV Bags” soa acima da média justamente por unir intenção, confiança e acabamento. A faixa tem presença e passa a sensação de que Sam Kays sabe exatamente o espaço que quer ocupar.

Uma estética fria, visual e controlada

O material visual enviado para o lançamento reforça essa leitura. As imagens trabalham com tons frios, preto e branco, composição minimalista e uma estética quase editorial, colocando Sam Kays em um ambiente de controle, silêncio e tensão visual.

O conceito em torno de “IV Bags” também aponta para uma ideia de validade, sobrevivência e visão. A identidade do projeto não tenta gritar para chamar atenção. Ela trabalha em outro caminho: menos excesso, mais presença.

Esse tipo de direção visual ajuda a faixa a parecer parte de um universo, não apenas um lançamento solto. Para um artista independente, essa conexão entre música e imagem é importante, porque fortalece a percepção de identidade.

O próximo passo está fora da música

Musicalmente, Sam Kays entrega qualidade. O ponto que ainda pode levar sua carreira para outro nível está na construção de persona e presença online.

Hoje, o público não se conecta apenas com a música. Ele quer entender quem é o artista, acompanhar sua rotina, enxergar seu estilo de vida, ver processo, bastidores, personalidade e trajetória. É isso que transforma ouvintes casuais em fãs reais.

“IV Bags” mostra que a música já existe em um nível competitivo. Agora, o desafio é fazer com que mais pessoas se conectem com Sam Kays para além da faixa, criando uma narrativa em volta do nome, da imagem e da caminhada.

Uma faixa que mostra caminho

“IV Bags” funciona porque não parece uma tentativa aleatória. A faixa tem produção, tem entrega, tem hook e tem estética. Sam Kays aparece confortável em sua lane e mostra que consegue construir algo com qualidade acima da média.

Com mais presença digital, mais documentação da jornada e uma comunicação mais ativa em torno da própria personalidade, o artista tem espaço para ampliar o alcance da música e transformar esse bom momento em crescimento real.

No fim, “IV Bags” deixa uma impressão clara: Sam Kays tem qualidade. O próximo passo é fazer o público conhecer melhor o artista por trás dela.

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Preta Ary prepara o lançamento de “Por Nós”, seu primeiro álbum de estúdio após duas décadas de rap independente

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Com 10 faixas inéditas, o projeto marca uma nova fase da artista e reafirma o rap como espaço de resistência, identidade, cura e transformação.

Após 22 anos de trajetória no rap independente, Preta Ary prepara o lançamento de “Por Nós”, seu primeiro álbum de estúdio. O projeto marca uma nova fase em sua carreira e tem produção fonográfica da Dreamland Digital, agência responsável também por impulsionar carreiras como a de Marissol Mwaba, Joana Castanheira, Jade Faria e o início da carreira de Yago Oproprio em 2019.

Com flow marcante e escrita afiada, Ary apresenta 10 faixas inéditas que refletem sua história de resistência, identidade e representatividade negra. O disco atravessa diferentes universos: da celebração da força feminina negra em Por Nós, aos afetos em “Preto”, passando pelas reflexões sociais de “Tudo Que Eu Queria” e pela força coletiva presente em “Afasta”.

O álbum se apresenta como uma obra que une amor e enfrentamento, reafirmando o rap como espaço de cura, transformação e continuidade cultural.

Datas simbólicas e construção coletiva

O lançamento do projeto foi construído a partir de duas datas de forte significado histórico. O primeiro single, Tudo Que Eu Queria, foi lançado em 13 de maio, data que marca a abolição formal da escravidão no Brasil, propondo uma reflexão sobre liberdade, racismo estrutural e os caminhos que ainda precisam ser percorridos.

Já o álbum completo chega em 25 de julho, Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, reafirmando o protagonismo das mulheres negras dentro da música e da cultura brasileira.

Como parte da campanha do single, Preta Ary ocupará as ruas de sua cidade com um celular e um microfone, perguntando às pessoas: “o que você queria para um mundo melhor?”. A ação transforma a mensagem da canção em um debate coletivo, aproximando o público da obra e mostrando que os desejos por liberdade, justiça e dignidade atravessam diferentes vivências.

Merchandising autoral e diálogo visual

A experiência do lançamento também se expande para o campo visual com uma colaboração entre Preta Ary e a artista visual Janaína Vieira, artista sergipana radicada no Vale do Paraíba.

Convidada para o projeto, Janaína desenvolverá uma coleção de merchandising autoral inspirada no universo do álbum, com peças que acompanharão a turnê de 2026 e estabelecerão um diálogo entre música, imagem e território.

A iniciativa também cria uma rede de valorização entre artistas independentes, com a receita das vendas compartilhada entre as duas criadoras.

Duas décadas de rap e resistência

Nos últimos anos, Preta Ary consolidou sua trajetória com músicas que somam mais de 1 milhão de plays no Spotify e projetos que a levaram aos palcos do Sesc e ao pitch do Women’s Music Event. Sua música também alcançou espaços de grande visibilidade, tocando nas rádios das 614 lojas da Chilli Beans em todo o Brasil e na rede Tennisbar, em São Paulo.

Com mais de duas décadas de caminhada no rap independente, Preta Ary apresenta em seus shows uma performance que celebra trajetória, ancestralidade, poesia e energia, dialogando com diferentes gerações do hip hop.

As faixas de “Por Nós”

O álbum reúne 10 faixas que constroem uma narrativa sobre identidade, afeto, resistência e memória coletiva.

  1. Eu Sou – Faixa de abertura que apresenta Preta Ary em primeira pessoa, afirmando identidade, presença e trajetória dentro do rap.
  2. Por Nós – Hino de exaltação ao feminino negro, à ancestralidade e à força coletiva das mulheres.
  3. Passa Ontem – Crítica direta a falsas alianças, machismo e desrespeito dentro e fora da cena.
  4. Preto – Uma faixa íntima e afetiva que fala sobre amor, desejo e cumplicidade.
  5. Correnteza – Reflexão sobre identidade negra, espiritualidade e poder de escolha diante da vida.
  6. Chuva – Canção sensível e envolvente que mistura memória, encontro e intensidade emocional.
  7. Afasta – Cypher potente com outras MCs, reafirmando a força coletiva das vozes femininas no rap.
  8. Legado – O rap como ferramenta de cura, liberdade e continuidade cultural entre gerações.
  9. Tudo O Que Eu Queria – Reflexão sobre utopia, justiça social e o direito de imaginar novos futuros.
  10. Nós Somos – Encerramento em tom de manifesto, transformando vivência individual em memória coletiva.

Show: duas décadas de rap e resistência

Com mais de duas décadas de caminhada no rap independente, Preta Ary apresenta um pocket show de 15 a 25 minutos que celebra sua trajetória e antecipa o lançamento do seu primeiro álbum de estúdio.

No palco, a artista une vivência, poesia e energia, construindo uma performance que dialoga com diferentes gerações do hip hop. O repertório traz músicas que marcam sua identidade artística, somadas a novas faixas que traduzem sua força e versatilidade.

O público ainda poderá presenciar momentos únicos com participações especiais de Meire D’Origem, Jessica Sales e Lua Rodrigues, que se juntam a Preta Ary na faixa “Afasta”, reforçando o poder das vozes femininas no rap brasileiro.

Ficha técnica

Lançamento oficial: Selo Dreamland Digital

Gestão de carreira: Vida Walkíria
Direção criativa: Nayron Rodrigues
Comunicação: Dreamland
Distribuição: Tratore
A&R: Cleusa Lopez
Editora Tratore: Tatiana Boria Librelato

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DoubleGs transforma luta contra o vício em relato direto no single “What Do You Know?”

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Com participação de Jay Reis, a faixa mergulha em recuperação, recaída, família e sobrevivência emocional dentro de uma estética boom bap de inspiração noventista.

DoubleGs lançou What Do You Know?”, faixa em parceria com Jay Reis, no dia 11 de maio de 2026. O single chega como um relato cru sobre vício, recuperação e a batalha diária para não voltar para lugares que já causaram dor demais.

A música carrega uma energia boom bap inspirada nos anos 90, mas o que sustenta o som não é apenas a estética. O ponto principal está na verdade do relato. DoubleGs soa como alguém falando da própria vida, não como um artista tentando vestir um personagem ou seguir uma tendência. Essa autenticidade é justamente o que dá peso para a faixa.

Um relato sobre recaída, dor e resistência

Em “What Do You Know?”, DoubleGs fala sobre a dificuldade de se manter sóbrio e sobre aquela vontade interna de recair que continua aparecendo mesmo quando a pessoa tenta seguir em frente. O release também destaca um ponto sensível da música: a separação do filho como um dos gatilhos emocionais que tornam essa luta ainda mais pesada.

A faixa também bate de frente com o estigma em torno do vício. Em vez de tratar dependência como uma simples “escolha”, DoubleGs coloca o tema em um lugar mais humano, mostrando como a doença atravessa família, rotina, mente e identidade.

Boom bap com realidade no centro

O som funciona porque une uma base clássica de rap com uma escrita que parece vivida. O flow está bem colocado, o lirismo combina com a proposta e a música mantém uma atmosfera de reflexão sem perder firmeza.

Ao observar o catálogo de DoubleGs, também fica clara uma evolução de lançamento para lançamento. Existe progresso no controle da entrega, na forma de encaixar as ideias e na construção de uma identidade cada vez mais nítida. Para um artista independente, esse tipo de crescimento importa muito.

Humildade não pode virar dúvida

Um ponto importante para DoubleGs daqui para frente está na forma como ele se apresenta. Existe autenticidade na música, existe evolução e existe uma história real sendo contada. Por isso, ele precisa carregar essa caminhada com mais confiança.

Humildade é uma qualidade, mas se o artista se apresenta como se estivesse pedindo desculpa antes mesmo do público apertar o play, isso pode enfraquecer a percepção sobre o próprio trabalho. Quem constrói algo verdadeiro precisa sustentar essa verdade com postura.

“What Do You Know?” mostra que DoubleGs tem conteúdo para entrar na conversa. Agora, o próximo passo é fortalecer sua presença fora da música, mostrando mais da rotina, do processo, das dificuldades e das vitórias que fazem parte dessa caminhada.

Uma música para quem ainda está lutando

O refrão de “What Do You Know?” funciona como mensagem de solidariedade para quem enfrenta o vício ou está em processo de recuperação. A faixa não romantiza a dor, mas também não abandona quem está nela. Existe um chamado para continuar lutando, mesmo quando o caminho parece pesado demais.

No fim, a música termina como uma lembrança séria sobre os riscos dessa batalha, prestando respeito a quem foi perdido para a doença e reforçando que a recuperação não é uma linha reta. É um processo duro, constante e profundamente humano.

DoubleGs entrega uma faixa com verdade, crescimento e potencial. “What Do You Know?” não tenta parecer maior do que é. Ela funciona justamente porque nasce de um lugar real.

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