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Thug Nine lança coleção exclusiva para a Copa de 2026 inspirada na era de ouro da Seleção Brasileira

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Marca carioca criada em 1999 por DJ Binho 09 une futebol, streetwear e memória afetiva em uma peça que conversa com a estética da Copa de 2002

A Thug Nine chega para a Copa de 2026 com uma coleção que não olha apenas para o futebol como esporte, mas como linguagem de rua, identidade visual e memória popular.

A nova peça da marca é inspirada nas clássicas camisas da Seleção Brasileira de 2002, uma das eras mais marcantes da história do futebol nacional. A referência não é aleatória. A Copa de 2002 representa um Brasil vencedor, carismático, ofensivo e esteticamente inesquecível, com nomes que atravessaram gerações e viraram parte do imaginário de quem cresceu vendo futebol, videogame, camisa larga e cultura de rua andando juntos.

Mas para entender o peso dessa coleção, é preciso voltar um pouco antes do drop. Porque a Thug Nine não está apenas lançando uma camisa para surfar no ano de Copa. A marca carrega uma história dentro do streetwear brasileiro.

Uma marca nascida fora do padrão da moda carioca

A Thug Nine nasceu em 1999, no Rio de Janeiro, fundada por DJ Binho 09, a partir de uma lacuna cultural muito clara.

No fim dos anos 90, boa parte da moda carioca era dominada por uma estética ligada à praia, ao verão, ao corpo e ao lifestyle solar que sempre marcou a imagem comercial do Rio de Janeiro. Só que existia outra juventude na cidade que não se via representada por esse visual.

Era a juventude ligada ao rap, ao underground, ao funk, à rua, à periferia, aos bailes, às pistas e a uma linguagem visual mais pesada.

Enquanto muitas marcas vendiam o Rio como cartão-postal, a Thug Nine ajudou a vestir um outro Rio: mais urbano, mais noturno, mais ligado ao gueto, à música e à atitude de quem via na roupa uma forma de se afirmar.

A influência da Costa Oeste

A principal referência da Thug Nine veio da cultura hip hop da Costa Oeste dos Estados Unidos, especialmente de lugares como Compton, Inglewood e South Central.

Essas regiões não foram apenas cenários do gangsta rap. Elas ajudaram a construir uma estética própria: roupas largas, postura de rua, visual imponente, referências de gueto, carros, bairros, crews, música e códigos de pertencimento.

A Thug Nine trouxe esse imaginário para o Rio de Janeiro e traduziu esse universo para a realidade urbana brasileira. Não era uma cópia vazia da estética norte-americana. Era uma leitura carioca de uma cultura global que já falava diretamente com jovens das periferias brasileiras.

Por isso, a marca se posiciona como uma das pioneiras do streetwear nacional. Antes do streetwear virar tendência de shopping, collab, drop limitado e hype de internet, a Thug Nine já trabalhava com roupa larga, atitude, identidade e rua.

O peso do nome Thug

O nome Thug carrega uma tradução literal pesada em inglês, muitas vezes associada a “bandido” ou “marginal”. Mas dentro da cultura hip hop dos anos 90, principalmente depois de Tupac e da ideia de Thug Life, a palavra ganhou outra camada.

Ela passou a circular também como símbolo de sobrevivência, resistência, postura, vivência e identidade de quem cresceu em ambientes onde o sistema quase sempre chega primeiro pela violência, pela ausência ou pela exclusão.

A Thug Nine bebe dessa leitura cultural. O nome não funciona apenas como provocação. Ele carrega uma estética, uma linguagem e uma visão de mundo conectada ao hip hop, à rua e à afirmação de uma juventude que sempre precisou criar seus próprios códigos.

A coleção para a Copa de 2026

Agora, olhando para a Copa de 2026, a Thug Nine aposta em uma peça que mistura nostalgia esportiva com construção moderna.

A inspiração vem das camisas clássicas da Seleção Brasileira de 2002, mas a execução conversa com o streetwear atual. A modelagem ampla entrega caimento solto, presença visual forte e aquele volume que sempre fez parte da identidade da marca.

Os recortes laterais em tecido contrastante reforçam a estética retrô esportiva da coleção, enquanto a combinação de materiais com partes aeradas traz mais respirabilidade e aproxima a peça do universo dos grandes uniformes de futebol.

O patch frontal emborrachado, com textura e detalhes em relevo, segue uma linha de acabamento próxima dos uniformes oficiais. Já a aplicação THUGNINE em transfer emborrachado mantém o visual limpo, mas sem perder impacto.

É uma camisa que olha para 2002 sem parecer fantasia. A peça usa a memória da Seleção como ponto de partida, mas entrega uma leitura mais pesada, urbana e alinhada com o DNA da Thug Nine.

Futebol, rap e streetwear no mesmo lugar

O movimento também faz sentido dentro da trajetória recente da marca.

Em dezembro de 2022, a Thug Nine lançou uma colaboração com o Flamengo, misturando sua identidade urbana com as cores e o escudo do clube. A coleção teve peças como camisetas, bermudas, calça, pochete e chapéu, mostrando como a marca já vinha se aproximando da interseção entre moda, futebol, música e cultura popular carioca.

Essa conexão é importante porque o futebol no Brasil nunca foi apenas esporte. Ele atravessa bairro, favela, família, música, barbearia, resenha, baile, escola, videogame e memória afetiva. Quando uma marca de streetwear entra nesse território com identidade, ela não está só vendendo roupa. Está disputando imaginário.

A coleção para a Copa de 2026 reforça exatamente isso: a Thug Nine entende que camisa de futebol também é peça de rua, símbolo cultural e item de pertencimento.

Mais do que nostalgia

O grande acerto da coleção está em não tratar a Copa apenas como tema comercial.

A referência a 2002 carrega um peso emocional para uma geração que viu Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho, Cafu, Roberto Carlos e companhia transformarem aquele uniforme em símbolo de vitória. Mas, na leitura da Thug Nine, essa memória ganha outra textura.

Ela sai do campo e vai para a rua.

Vai para o oversized, para o recorte esportivo, para o patch emborrachado, para a modelagem ampla, para a estética que conversa tanto com quem gosta de futebol quanto com quem entende moda urbana como linguagem.

No fundo, a coleção não é só sobre Copa. É sobre como o Brasil se veste quando futebol, rap e rua se encontram.

O legado da Thug Nine

Depois de mais de duas décadas, a Thug Nine segue mantendo a mesma base estética que marcou sua origem: hip hop, rua, periferia, oversized, atitude e influência West Coast.

A marca nasceu quando o Rio ainda era vendido quase sempre pela imagem da praia, mas existia uma parte da juventude que queria se vestir como rap, gueto, baile, pista, quebrada e Costa Oeste.

Essa foi a força da Thug Nine: traduzir a estética do hip hop americano para a realidade urbana brasileira, especialmente carioca, antes do streetwear virar tendência dominante.

Agora, com a coleção exclusiva para a Copa de 2026, a marca volta a mostrar por que continua relevante. Porque ela não está apenas revisitando o passado. Está usando memória, futebol e identidade de rua para construir mais um capítulo a própria história.

Em um momento em que muita marca tenta parecer streetwear, a Thug Nine lembra que nasceu disso.

Onde acompanhar

Para acompanhar os lançamentos da marca, acesse o site oficial da Thug Nine.

Leia também no Rap Growing: mais matérias sobre rap, moda, futebol e cultura urbana.

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Planeta Atlântida 2026 divulga horários oficiais e se prepara para celebrar 30 anos de história

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A contagem regressiva já começou. Nos dias 30 e 31 de janeiro, a Saba, em Atlântida, no litoral norte do Rio Grande do Sul, volta a receber milhares de pessoas para o Planeta Atlântida 2026. A edição é especial: o maior festival de música do sul do país completa 30 anos reunindo gerações, estilos e momentos que ajudaram a moldar a cena cultural brasileira.

Com os horários oficiais agora divulgados, o festival reforça sua proposta de diversidade musical, trânsito entre gêneros e experiência completa para o público, mantendo a tradição que fez do Planeta um dos eventos mais aguardados do verão gaúcho.

Sexta-feira (30): tradição, hits e novas gerações

A sexta-feira começa no Palco Planeta com um ritual que atravessa gerações. Às 17h50, Neto Fagundes abre oficialmente o festival com o Hino Rio-Grandense. Na sequência, Veigh & Supernova representam a nova fase do trap nacional às 18h.

Às 19h30, o piseiro de João Gomes toma conta da Saba, seguido pelo pop rock de Jota Quest, às 21h. Um dos momentos mais aguardados da noite acontece às 22h30, quando Anitta assume o palco principal. Já na madrugada, Menos é Mais convida Matheus Fernandes se apresenta à 0h20, seguido por Zé Neto & Cristiano, à 1h50. A primeira noite se encerra com Luísa Sonza, a partir das 3h20.

No Palco Atlântida, a sexta começa às 17h30 com Isa Buzzi. O rock gaúcho ganha destaque com Nenhum de Nós, às 19h, e Reação em Cadeia, às 20h30. O reggae de Maneva embala o público às 22h, seguido pelo peso de Raimundos, às 23h30. Ebony se apresenta à 1h e o Baile da Syon encerra a noite às 2h30.

Sábado (31): trap, funk, nostalgia e grandes espetáculos

O segundo dia começa no Palco Planeta com Armandinho, às 18h. Às 19h30, Belo leva o romantismo para a Saba, seguido por Ludmilla, às 21h, em um show que transita entre funk, pagode e pop.

A sofrência toma conta às 22h30 com Simone Mendes. À meia-noite, Matuê apresenta sua nova fase, preparando o terreno para o espetáculo visual de Alok, às 1h30. O encerramento do Palco Planeta fica por conta de Dennis convoca Tília, às 3h10, celebrando gerações do funk.

No Palco Atlântida, o sábado começa às 17h com a ATL Bands, seguido por Brandão, às 17h50, e Wiu, às 19h. Vitor Kley sobe ao palco às 20h30. Às 22h, Marcão Britto & Thiago Castanho celebram o legado do Charlie Brown Jr.. Diego & Victor Hugo se apresentam às 23h30, e a madrugada segue com Comunidade Nin-Jitsu, à 1h, com participações especiais. O encerramento fica por conta do Bonde do Tigrão, às 2h30.

Ingressos, classificação e informações

O Planeta Atlântida respeita a classificação indicativa: menores de 14 anos não entram no evento, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Os ingressos estão disponíveis no site oficial do Planeta Atlântida e nas Lojas Renner da Av. Otávio Rocha, 184, e do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre. As entradas podem ser parceladas em até seis vezes sem juros — clientes Banrisul podem parcelar em até 10 vezes.

30 anos de Planeta Atlântida

Realizado pelo Grupo RBS e DC Set Group, o Planeta Atlântida é o maior festival de música do sul do país e acontece desde 1996. Ao longo de três décadas, mais de 1,4 mil atrações nacionais e internacionais já passaram pelos palcos do evento, somando mais de 900 horas de música e consolidando o festival como um verdadeiro encontro de gerações.

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Melhor Dia Festival revela line-up completo e abre vendas para a edição 2026 na Neo Química Arena

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O Melhor Dia Festival divulgou oficialmente a line-up completa da edição 2026. O evento acontece no dia 28 de março, na Neo Química Arena, em São Paulo, e chega com aquela proposta que a rua reconhece de longe: unir gerações, somar estilos e transformar um festival em experiência cultural — não só em sequência de shows.

Line-up completo do Melhor Dia 2026

A programação reúne nomes que representam velha escola e nova escola, além do encontro entre underground e mainstream — exatamente o tipo de mistura que faz o hip hop se manter vivo.

MC Hariel, Matuê, Brandão, BK, Budah, Franco The Sir, Edi Rock, Yego convida: Karma Sauce, India The Bo$$, M’Dep, TheJovemJota e Slim Libra.

É a cara do Melhor Dia: um palco que conversa com quem veio dos anos 90 e 2000, mas também com a geração que tá construindo o agora — e que não pede licença pra ocupar espaço.

Um festival que vai além da música

Quem já colou ou acompanhou o Melhor Dia sabe: a proposta nunca foi só “show atrás de show”. O festival quer entregar a melhor experiência pro cliente, com uma estrutura que respeita o tempo do público e valoriza a cultura urbana como um todo.

Além do som, o evento promete o clima de rua que o hip hop merece: campeonato de basquete, arte a céu aberto e ativações que transformam a arena em um espaço vivo, onde música e vivência caminham juntas.

Melhor Dia 15: “Protagonista” chega às plataformas

O anúncio da line-up também chega conectado a outro movimento do ecossistema do festival: Melhor Dia 15 — “Protagonista” chega às plataformas nesta quinta-feira (23), com participações de Franco The Sir, Kayg, TokioDK e MC Leozin. O lançamento foi destacado no Instagram oficial do Baroni e reforça o festival como uma plataforma que movimenta cultura o ano inteiro.

Vendas de ingressos

As vendas de ingressos para o Melhor Dia Festival abrem oficialmente na terça-feira, 20 de janeiro. Se a edição 2026 seguir o histórico do evento, a tendência é lotar — então quem quer viver essa experiência de verdade já sabe: é bom se organizar cedo.

Serviço

  • Evento: Melhor Dia Festival 2026
  • Data: 28 de março de 2026
  • Local: Neo Química Arena — São Paulo (SP)
  • Line-up: MC Hariel, Matuê, Brandão, BK, Budah, Franco The Sir, Edi Rock, Yego convida: Karma Sauce, India The Bo$$, M’Dep, TheJovemJota e Slim Libra
  • Ingressos: abertura oficial na terça-feira, 20 de janeiro

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Budah é o 2º nome confirmado no Festival Melhor Dia 2026 e leva o rap/R&B capixaba pra Neo Química Arena

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O Festival Melhor Dia segue montando uma das edições mais aguardadas do ano. O evento acontece em 28 de março de 2026, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP), com 10 atrações confirmadas e uma proposta que vai além do palco. Depois do primeiro anúncio, o segundo nome revelado é Budah — rapper capixaba que vem ganhando espaço ao unir rap e R&B com identidade, sentimento e presença.

Budah chega ao line-up do Melhor Dia em um momento de maturidade artística. Sem precisar de exageros ou personagens, ela construiu sua trajetória apostando em escrita íntima, timbre marcante e uma musicalidade que flerta com o rap sem abrir mão da melodia.

“Dá pra perceber que é muito íntimo tudo que eu escrevo.”

Rap, R&B e identidade própria

Nascida no Espírito Santo, Budah carrega o peso de quem veio de um estado fora do eixo tradicional da indústria, mas transformou isso em força criativa. Sua música dialoga com o R&B, sem perder a raiz do rap, criando um equilíbrio entre emoção, técnica e vivência real.

“Acho que o R&B ainda precisa ser mais valorizado no Brasil. É um som que pede atenção, pede escuta. Eu faço música pra quem sente.”

Recontar a própria história

Mais do que lançar músicas, Budah enxerga cada projeto como uma oportunidade de revisitar sua trajetória e apresentar novas camadas da própria história ao público.

“O primeiro álbum é sempre muito marcante na carreira de um artista. Poder revisitar esse trabalho agora, com novos arranjos e uma faixa inédita, é recontar essas histórias de outras formas e alcançar novos públicos.”

Festival Melhor Dia: cultura além do palco

Idealizado por Marcos Baroni, o Festival Melhor Dia se firmou como um dos eventos mais relevantes do país por entender o hip hop como experiência completa. O evento reúne música, esporte, arte urbana e vivência coletiva, criando um ambiente que valoriza tanto os artistas quanto o público.

A presença de Budah reforça essa proposta. Ela representa o rap feminino sem rótulos artificiais, com trabalho, identidade e consistência — valores que dialogam diretamente com o espírito do festival.

Serviço — Festival Melhor Dia 2026

  • Data: 28 de março de 2026
  • Local: Neo Química Arena — São Paulo (SP)
  • Atrações: 10 artistas confirmados
  • Ingressos: eventim.com.br

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