O Festival MADA 2026 colocou o rap em posição de destaque no lineup completo da 28ª edição, marcada para 16 e 17 de outubro na Arena das Dunas, em Natal. Emicida, Duquesa, Luiz Lins, NandaTsunami e CESRV estão entre os nomes ligados à música urbana em uma programação que também reúne Zeca Pagodinho, Marina Sena, BaianaSystem e Gaby Amarantos.
A força da escalação está justamente no encontro entre gerações e circuitos diferentes da música brasileira. Em vez de isolar o rap em um bloco específico, o MADA distribui artistas do gênero entre os palcos principais e o Baile da Amada, espaço que desde 2023 concentra cenas eletrônica, urbana e independente dentro do festival.
MADA 2026 amplia presença do rap entre os palcos de Natal
No gramado da Arena das Dunas, Emicida e Duquesa aparecem ao lado de Luiz Lins e NandaTsunami. No Baile da Amada, a programação inclui nomes como BRIME, Bia Soull, RHR, RYANBNOG, Ramon Sucesso, CESRV, D3LCU e Africanoise, ampliando a presença de artistas que circulam entre rap, grime, funk e eletrônica.
O festival acontece nos dias 16 e 17 de outubro. A página oficial de ingressos na Shotgun confirma a edição na Arena das Dunas e parte dos nomes já anunciados. A Rap Growing também acompanha a fase recente de Emicida, que lançou o single duplo “RPB/Para Tio” no fim de setembro.
Festival amplia transmissão e tenta superar público de 2025
Segundo a organização, a edição de 2026 terá transmissão pela TV Globo, Inter TV e Globoplay, com cobertura ampliada para os estados do Norte e Nordeste, além de Rio de Janeiro e Minas Gerais. O MADA também informa que ingressos já foram adquiridos por pessoas de 16 países e que a meta é superar o público de 2025, quando mais de 40 mil pessoas passaram pela Arena das Dunas nos dois dias.
“Sempre um desafio entregar uma edição com tanta diversidade na programação.”
Jomardo Jomas, idealizador e diretor do MADA
Criado em 1998, o festival chega à 28ª edição mantendo como eixo a aproximação entre artistas consagrados, novos nomes e cenas que nem sempre dividem o mesmo palco. Para o rap, o lineup de 2026 interessa menos como participação isolada e mais como sinal de presença dentro de um festival brasileiro de grande porte e repertório multigeracional.
Com a programação distribuída entre diferentes palcos, o MADA 2026 reforça uma presença do rap que atravessa gerações e linguagens sem tratar o gênero como atração isolada.
Crédito da capa: Reprodução/BNews Natal.