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Batalhas de Rima

WL BXD leva o Rio ao Duelo Nacional em busca de um título que não vem desde Orochi

Bicampeão estadual, WL BXD será o representante do Rio no Duelo Nacional de MCs e tenta encerrar um jejum que dura desde Orochi, em 2015.

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Microfone em palco representa a disputa de WL BXD no Duelo Nacional de MCs

WL BXD chega ao Duelo Nacional de MCs como bicampeão estadual e representante oficial do Rio de Janeiro em Belo Horizonte. A classificação coloca o MC diante de uma missão que já dura 11 anos: devolver ao estado um título nacional que não vem desde Orochi, em 2015.

O peso dessa sequência aumenta porque o Rio chegou perto em outras oportunidades. Samurai terminou como vice-campeão em 2016, diante de Sid, enquanto Neo voltou à final em 2023 e perdeu o título para Kaemy.

Orochi foi o último carioca a levantar o troféu

Em novembro de 2015, Orochi, então um jovem nome da Batalha do Tanque de São Gonçalo, venceu Alves, do Distrito Federal, na final do Duelo Nacional sob o Viaduto Santa Tereza. O UAI registrou uma decisão diante de milhares de pessoas em Belo Horizonte.

Um ano depois, o Rio voltou à final com Samurai. O MC de São Gonçalo venceu a etapa estadual, chegou à decisão nacional e terminou em segundo lugar diante de Sid, do Distrito Federal, conforme registro de O São Gonçalo.

Esse histórico ajuda a explicar por que a vaga de WL BXD vale mais do que apenas uma classificação individual. O freestyle segue produzindo novos protagonistas em diferentes regiões do país, e cada estadual chega ao Nacional carregando uma história própria.

Neo voltou a colocar o Rio na final em 2023

O jejum quase terminou oito anos depois do título de Orochi. Em 2023, Neo avançou até a decisão, mas foi derrotado por Kaemy, de Goiás, que se tornou a primeira mulher campeã do Duelo Nacional de MCs.

O Mais Goiás registrou a final em Belo Horizonte e o vice-campeonato do representante fluminense.

WL BXD chega mais maduro para a disputa nacional

WL já circula por batalhas de diferentes estados e aparece em registros oficiais de eventos como a Batalha da Norte e o próprio circuito do Duelo Nacional. O bicampeonato estadual em 2026 confirma a consistência dentro do recorte fluminense.

Agora, a narrativa é direta: o Rio tem um representante com experiência, vive um jejum que atravessou gerações e volta a Belo Horizonte com um nome capaz de colocar novamente a cena da Baixada e das batalhas cariocas no centro da disputa.

Mais do que repetir o caminho de Orochi, WL BXD chega para escrever uma história própria. Se o título vier, ele encerra uma espera de 11 anos e liga duas épocas muito diferentes do freestyle brasileiro.

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