Connect with us

Música

Inédito no Brasil: Tchelo e Salve Games levam bairro de São Paulo para o Fortnite

Published

on

Às vésperas do álbum “Novos Hábitos”, o rapper ganha universo próprio dentro de um dos jogos mais populares do mundo — com mapa da Vila Gióia (Itapevi), personagem com skin e trilha de “Cara de Personalidade”.

O projeto

Prestes a lançar “Novos Hábitos”, Tchelo dá um passo histórico na carreira e na cena: o rapper terá seu próprio universo dentro do Fortnite. A iniciativa, desenvolvida em parceria com a Salve Games, recria a Vila Gióia — bairro de Itapevi, na Zona Oeste da Grande São Paulo, onde o artista nasceu e cresceu — como um mapa jogável com cenários exclusivos inspirados na quebrada.

Mais do que um “easter egg”, a experiência foi pensada como uma imersão cultural: arquitetura, cores, texturas e referências locais aparecem organizadas em rotas, missões e pontos de reconhecimento que celebram a identidade de Tchelo e sua comunidade.

Experiência no jogo: skin, personagem e trilha

Dentro do mapa, os jogadores poderão encontrar o personagem do Tchelo com skin própria, além de interações especiais e desafios temáticos. A trilha da experiência é o single “Cara de Personalidade”, faixa que integra o próximo álbum e que guia o ritmo do gameplay com a estética sonora que Tchelo vem consolidando.

O lançamento do mapa funciona como extensão do conceito de “Novos Hábitos”: uma narrativa sobre evolução pessoal e coletiva que agora atravessa música, bairro e universo gamer.

“Novos Hábitos” — o álbum que costura as pontas

A chegada ao Fortnite chega junto da reta final de preparação do álbum “Novos Hábitos”, com distribuição via Symphonic. O projeto combina o olhar lírico de Tchelo com produção atualizada, e usa a ponte com o universo dos games para alcançar novos públicos sem perder a raiz da rua.

Para além do “hype”, a ação posiciona o disco como um capítulo que fala sobre origem, ambição e pertencimento, agora em um palco global.

Entrevista — Tchelo sobre o marco no Fortnite

“É uma conquista muito representativa para nós. São poucos artistas no mundo que tiveram essa oportunidade, como o Travis Scott e Snoop Dogg. Estou mais feliz ainda por estarmos levando nossa quebrada para que o mundo conheça.”— Tchelo, sobre ver a Vila Gióia virar mapa jogável

“A ideia sempre foi expandir a música pra outros territórios. Ver as ruas onde cresci dentro do jogo, com a minha estética e a minha história, é um sonho que a gente construiu em conjunto.”— Tchelo, sobre a criação com a Salve Games

“‘Cara de Personalidade’ é o som que amarra essa fase. A música chega no ouvido e o mapa chega no olho: é a mesma mensagem em duas linguagens.”— Tchelo, sobre a trilha do universo

Como foi a construção com a Salve Games

A Salve Games liderou a arquitetura do mapa e a direção de arte, traduzindo paisagens e símbolos da Vila Gióia em assets do jogo. O time trabalhou junto ao artista para captar referências fiéis (becos, escadarias, quadras, muros) e transformar a memória do território em um playground interativo — respeitando a gameplay do Fortnite e mantendo a identidade local no centro.

Serviço — como acessar o mapa

  • Plataforma: Fortnite (todas as plataformas compatíveis)
  • Mapa: Vila Gióia – Itapevi (by Salve Games)
  • Código do mapa: [INSERIR CÓDIGO DO MAPA AQUI]
  • Trilha: “Cara de Personalidade” (álbum “Novos Hábitos”)
  • Distribuição do álbum: Symphonic

Dica: após inserir o código na aba “Descobrir”, adicione o mapa aos favoritos para receber atualizações de temporada.

youtube placeholder image

Categoria: Games & Música • Tags: Tchelo, Salve Games, Fortnite, Vila Gióia, Itapevi, Novos Hábitos, Symphonic

Música

Gabriel O Pensador e Mano Brown vão reunir duas músicas lendárias dia 06 de agosto

Published

on

A nova faixa aproxima “Pátria Que Me Pariu”, de Gabriel, e “Capítulo 4, Versículo 3”, dos Racionais MC’s, dentro do projeto acústico que celebra os 33 anos de carreira do rapper carioca.

O encontro não junta apenas dois nomes históricos. Ele coloca lado a lado obras que observaram o Brasil por caminhos diferentes e chegaram a diagnósticos que continuam desconfortavelmente atuais. De um lado, Gabriel construiu uma crítica direta às contradições nacionais. Do outro, Mano Brown transformou a experiência das periferias em um dos relatos mais importantes da música brasileira.

Dois clássicos que nunca perderam o peso

“Pátria Que Me Pariu” foi lançada por Gabriel O Pensador em 1997 e usa ironia, indignação e referências políticas para questionar a desigualdade do país. No mesmo ano, os Racionais apresentaram “Capítulo 4, Versículo 3” no álbum “Sobrevivendo no Inferno”, obra que modificou a dimensão do rap nacional e registrou a realidade das periferias sem suavizar a violência, o racismo e a exclusão.

Quase três décadas depois, as duas músicas continuam circulando porque as questões descritas por elas não ficaram presas aos anos 1990. A força da colaboração nasce dessa permanência e da diferença entre as perspectivas dos artistas.

Primeiro lançamento do projeto Acústico 33 anos

Em seu anúncio oficial, Gabriel classificou o acústico como o projeto mais importante de sua carreira. A gravação celebra mais de três décadas de trajetória e abre os trabalhos justamente com a participação de Mano Brown.

De acordo com as informações divulgadas até agora, o áudio e o vídeo da apresentação serão lançados no Dia do Rap Nacional. O registro também marca a primeira vez em que os dois artistas dividiram o palco nesse formato.

Um encontro entre duas formas de narrar o Brasil

Gabriel O Pensador ganhou espaço nacional levando o rap para rádios, programas de televisão e grandes palcos em um período no qual o gênero ainda enfrentava barreiras pesadas na mídia. Mano Brown e os Racionais construíram outra rota, baseada em independência, ligação comunitária e uma escrita que não aceitava traduzir a periferia para torná-la mais confortável ao público de fora.

Essas trajetórias não são iguais, e é justamente isso que torna a parceria interessante. A nova versão cria uma ponte entre repertórios que ajudaram públicos diferentes a enxergar o país por meio do rap.

O lançamento abre uma celebração maior

A faixa será a primeira amostra do projeto comemorativo de Gabriel. Ainda faltam informações detalhadas sobre repertório completo e cronograma das próximas músicas, mas a escolha de Brown como primeiro convidado estabelece o tamanho cultural que o artista pretende dar à celebração.

Quando “Pátria Que Me Pariu” encontra “Capítulo 4, Versículo 3”, a homenagem deixa de olhar apenas para uma carreira individual. Ela revisita uma fase decisiva do rap brasileiro e mostra por que determinados versos continuam atravessando gerações.

Fontes consultadas: Diário de Cuiabá e anúncio oficial de Gabriel O Pensador.

RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO

Continue Reading

Música

Thiago Tico, produtor de Filipe Ret, abre mentoria sobre produção geral e bastidores da indústria musical

Published

on

Em parceria com o Rhuas Art, a mentoria terá quatro encontros voltados para quem quer entender como funciona a construção de um grande espetáculo antes, durante e depois do palco.

Quem faz um grande artista acontecer nem sempre está em cima do palco. Muitas vezes, o trabalho mais decisivo acontece antes da luz acender, antes do público entrar, antes do artista pegar o microfone e antes do show virar o recorte que todo mundo vê nas redes sociais.

É justamente esse universo que Thiago Tico, produtor de Filipe Ret, vai abrir em uma nova mentoria exclusiva sobre produção geral. A iniciativa acontece em parceria com o Rhuas Art e foi pensada para quem quer entender, na prática, o que sustenta uma carreira artística de alto nível por trás dos holofotes.

Filipe Ret é hoje um dos nomes mais relevantes do rap nacional, com uma trajetória construída entre música, empreendedorismo, shows de grande porte, estética própria e forte conexão com o público. Nesse tipo de operação, o artista é o rosto mais visível, mas existe uma estrutura inteira trabalhando para que cada entrega aconteça com força, organização e impacto.

A mentoria de Thiago Tico nasce exatamente desse ponto: mostrar que o palco é apenas o resultado. Antes dele, existe planejamento, leitura de mercado, gestão de pessoas, alinhamento com artista, bastidor, equipe, processo, tomada de decisão e uma série de responsabilidades que não aparecem no feed, mas definem o nível de uma carreira.

O que é produção geral na indústria musical?

Quando muita gente pensa em produção, imagina apenas beat, estúdio ou gravação. Mas a produção geral dentro da indústria musical é muito mais ampla. Ela envolve organização, visão de projeto, relação direta com o artista, bastidor de show, logística, equipe, agenda, comunicação, operação e leitura do mercado.

É o tipo de função que exige cabeça fria, visão estratégica e entendimento real da cena. Um grande espetáculo não nasce apenas de talento. Ele depende de gente capaz de transformar ideia em execução, conceito em entrega e carreira em movimento.

Essa é a parte que quase nunca aparece para o público. O show começa muito antes do artista subir no palco e continua muito depois que ele sai. Existe um processo inteiro por trás de cada apresentação, cada lançamento, cada decisão e cada passo público de uma carreira.

Quatro encontros para entender o que acontece no backstage

A mentoria será dividida em quatro encontros, com foco em mostrar como funciona a produção geral e o backstage dentro da indústria musical. A proposta é sair da teoria vazia e entrar na prática de quem vive esse ambiente de verdade.

O primeiro encontro será voltado para trajetória e fundamentos da produção artística, mostrando como se constrói uma visão profissional dentro da música e quais bases sustentam o trabalho de quem atua nos bastidores.

O segundo encontro entra em um ponto essencial: o mercado do backstage, passando pela diferença entre underground e mainstream. Essa leitura é importante porque cada ambiente exige postura, operação e estratégia diferentes. O que funciona em uma cena independente nem sempre funciona da mesma forma em uma estrutura maior, e entender essa transição pode mudar a carreira de quem quer trabalhar no setor.

O terceiro encontro aborda ferramentas de gestão e organização de produção. Esse é um dos pontos mais importantes para quem quer sair do improviso. Produzir bem não é apenas resolver problemas na hora. É antecipar problemas, organizar processos e fazer com que artista, equipe e entrega caminhem na mesma direção.

O quarto encontro será focado em assessoria particular e relação direta com o artista, uma das áreas mais sensíveis da produção. Trabalhar perto de um artista exige confiança, leitura humana, discrição, comunicação, responsabilidade e capacidade de entender tanto o lado profissional quanto o lado pessoal de uma carreira.

Para quem é essa mentoria?

A mentoria foi pensada para quem sonha em trabalhar na indústria da música, produzir artistas, entender bastidores de shows, atuar em equipes artísticas ou simplesmente compreender como funciona o mercado por trás dos holofotes.

Também é uma oportunidade para produtores iniciantes, assistentes de produção, empresários, artistas independentes, managers, criadores de conteúdo, profissionais de eventos e pessoas que querem entrar no mercado musical com mais clareza sobre o que realmente acontece fora do palco.

Em uma era em que todo mundo vê o resultado final nas redes, entender o processo virou diferencial. O público vê o show, o clipe, a entrada triunfal, o backstage editado, o corte viral e a foto no camarim. Mas quem trabalha de verdade na indústria sabe que a parte mais importante acontece no que não aparece.

Aprender com quem vive o bastidor de artista grande

O principal valor da mentoria está no acesso à vivência de Thiago Tico. Não se trata de uma aula genérica sobre mercado musical, nem de um conteúdo distante da realidade brasileira. A proposta é aprender com alguém que acompanha de perto a operação de um dos maiores nomes do rap nacional da atualidade.

Esse tipo de experiência importa porque a indústria não funciona apenas com fórmulas. Cada artista tem uma dinâmica, cada show tem uma necessidade, cada equipe tem uma pressão e cada fase de carreira exige um tipo de decisão.

Nos bastidores, o erro costuma custar caro. Um atraso, uma comunicação mal feita, uma equipe desalinhada, uma produção mal organizada ou uma leitura errada do momento pode comprometer a entrega inteira. Por isso, entender produção geral é entender responsabilidade.

Para quem quer trabalhar com música, essa é uma daquelas áreas que separa curiosidade de profissão. Gostar de artista, frequentar show ou acompanhar lançamento não é a mesma coisa que saber operar bastidor. A mentoria entra exatamente nesse espaço entre desejo e prática.

O palco é só a consequência

O material da mentoria resume bem a proposta: são quatro encontros para mostrar que o palco é apenas o resultado. Antes dele, existe uma engrenagem silenciosa formada por planejamento, alinhamento, execução e tomada de decisão.

Essa frase é importante porque desmonta uma ilusão comum sobre a indústria musical. O espetáculo principal não acontece sozinho. Ele é sustentado por gente que organiza o caos, protege a visão do artista e garante que tudo chegue ao público da melhor forma possível.

Na prática, a produção geral é uma das áreas que mais exige visão ampla. O profissional precisa entender artista, público, equipe, técnica, agenda, estrutura, bastidor, comunicação e mercado. É uma função que mistura organização, sensibilidade e pressão.

Vagas limitadas e inscrições abertas

A Mentoria Thiago Tico Produção Geral está com inscrições abertas e terá vagas limitadas. Os interessados podem entrar em contato diretamente pelo e-mail oficial da iniciativa.

Inscrições: mentoriathiagotico@gmail.com

Para quem quer entrar na indústria da música entendendo o que acontece além do palco, essa mentoria oferece uma visão rara sobre um dos pontos mais importantes de qualquer carreira artística: o bastidor.

No fim, todo mundo vê o artista no centro da cena. Mas quem quer trabalhar com música precisa aprender a enxergar o que acontece ao redor dele.

RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.

Continue Reading

Música

Muzzike abre nova fase solo com “PAZZ&KAOZZ”, álbum que transforma dualidade em conceito

Published

on

Rapper paulistano criado no Lauzane Paulista lança seu primeiro álbum solo em parceria com DGelo Records e ROC7, com distribuição da Virgin Music.

Muzzike lança nesta sexta-feira, dia 03, às 00h, seu primeiro álbum solo, PAZZ&KAOZZ. O projeto marca uma nova fase para o rapper paulistano, que soma mais de 20 milhões de streams nas plataformas digitais e agora assume de vez uma identidade própria em uma parceria entre DGelo Records e ROC7, gravadora de Edi Rock e Anderson Franja, com distribuição da Virgin Music.

Mais do que um lançamento de retorno, “PAZZ&KAOZZ” funciona como uma declaração de fase. O álbum mergulha nas dualidades que atravessam a vida de Muzzike: estabilidade e instabilidade, fé e medo, ambição e sobrevivência, progresso e adversidade.

O título entrega o centro da obra. Paz e caos não aparecem como opostos distantes, mas como duas forças que convivem na mesma caminhada. Para Muzzike, essa tensão faz parte da vida, da carreira e da forma como ele enxerga sua própria trajetória dentro do rap.

Uma capa que explica o álbum

A identidade visual de “PAZZ&KAOZZ” traduz o conceito do disco antes mesmo do play. O vermelho domina a composição em dois tons, representando a paixão em diferentes estágios: quando o relacionamento está bem, quando entra em crise e quando chega ao fim.

As rosas reforçam esse universo afetivo, mas não ficam presas apenas ao amor romântico. Elas também representam a paixão pela arte, pela vida, pela música e pelas pessoas que somam na caminhada.

O champanhe aparece como símbolo de celebração em meio ao caos. Não é apenas luxo por luxo. É a ideia de comemorar cada dia novo, cada superação e cada vez em que alguém consegue continuar mesmo cercado por adversidades.

Já a Mercedes Aro 20, elemento constante no disco, carrega outro significado importante. Ela representa sofisticação, conforto, conquista e beleza, mas sem se limitar à ostentação. No conceito do álbum, o carro sintetiza a busca por progresso mesmo quando a vida segue atravessada por tensão.

Do Lauzane Paulista para uma nova fase

Philipe Barroso da Cunha, conhecido como Muzzike, é rapper e compositor paulistano criado no Lauzane Paulista, zona norte de São Paulo. Sua trajetória no rap começou em 2010, influenciada por nomes fundamentais da cena nacional como Racionais MC’s, Emicida, Projota e Rashid.

Antes de chegar ao primeiro álbum solo, Muzzike construiu história no circuito underground ao integrar o coletivo Terceira Safra, responsável pelo álbum “Seja o Que Você Quiser”, lançado em 2012. O grupo ganhou destaque no programa Manos e Minas, da TV Cultura, e ajudou a posicionar Muzzike dentro de uma geração que movimentou o rap paulista na década passada.

Em 2016, seu nome ganhou ainda mais projeção ao participar de “Mandume”, faixa do álbum “Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa…”, de Emicida. A colaboração consolidou Muzzike em um dos registros mais lembrados daquela fase do rap nacional.

PAZZ&KAOZZ como afirmação solo

Depois de anos construindo nome em colaborações, coletivos e participações importantes, “PAZZ&KAOZZ” chega como um ponto de virada. É o momento em que Muzzike organiza sua própria estética, seu próprio conceito e sua própria narrativa em um trabalho completo.

O álbum tem áudio dirigido pelo próprio artista e direção de vídeo assinada por Rafael Alves Costa, o Costakent. Gravado na ROC7 Studios, em São Paulo, o projeto conta com mixagem, edição e masterização de Liu Beatz.

A parceria com a ROC7 também dá peso a essa nova fase. Estar ao lado de uma estrutura ligada a Edi Rock e Anderson Franja coloca o projeto em um lugar de conexão entre história, experiência e renovação dentro do rap brasileiro.

Entre sobrevivência, ambição e sentimento

O grande ponto de “PAZZ&KAOZZ” é que Muzzike não trata sua fase solo como simples retomada. O disco parece nascer de alguém que passou tempo observando a própria caminhada e decidiu transformar conflito interno em música.

A dualidade do álbum também conversa com a realidade de muitos artistas independentes: querer crescer sem se perder, buscar estabilidade dentro de uma carreira instável, manter fé quando o medo aparece e tentar conquistar sem deixar a vivência para trás.

Por isso, o conceito de paz e caos funciona tão bem. Ele não parece apenas uma ideia estética para capa ou campanha. Parece o resumo de uma vida em movimento, onde cada avanço vem acompanhado de dúvida, pressão, desejo e sobrevivência.

Ação de pré-save e audição exclusiva

Como parte do lançamento, Muzzike promoveu uma ação de pré-save com sorteio de dois convites para uma audição exclusiva do álbum na ROC7 Estúdios, em São Paulo. A experiência colocou fãs em contato antecipado com as faixas do disco, ao lado do próprio artista e convidados.

A audição exclusiva aconteceu no dia 02 de julho, e o lançamento oficial de “PAZZ&KAOZZ” chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, dia 03, às 00h.

Um retorno com identidade

Com mais de 20 milhões de streams, passagem por momentos importantes do rap nacional e agora um primeiro álbum solo estruturado ao lado da DGelo Records, ROC7 e Virgin Music, Muzzike chega a “PAZZ&KAOZZ” em um ponto decisivo da carreira.

O projeto não tenta apenas provar que ele voltou. Ele mostra que Muzzike quer voltar com conceito, imagem, direção e uma leitura mais madura sobre quem ele é como artista.

No fim, “PAZZ&KAOZZ” parece representar exatamente essa tensão que move a vida de muita gente: a busca por paz sem negar o caos, a vontade de vencer sem esquecer as adversidades e a tentativa de transformar instabilidade em obra.

Acesse o portal do Muzzike: fulll.ink/muzzike

RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.

Continue Reading

Trending