Spider-Man: Brand New Day deixou de ser apenas um sucesso de super-herói e entrou na conversa das maiores bilheterias da história. Em apenas dez dias, o novo filme do Homem-Aranha chegou a US$ 1,67 bilhão globalmente, segundo dados divulgados pela Associated Press.
Com esse ritmo, a pergunta deixou de ser se o filme será o maior lançamento de 2026. A discussão agora é até onde ele pode subir no ranking histórico.
O tamanho da corrida
Para entrar no top 3 mundial sem ajuste pela inflação, o filme precisa mirar a faixa ocupada por Avatar: O Caminho da Água, que fechou acima de US$ 2,3 bilhões. Acima dele ainda estão Avatar e Avengers: Endgame, dois fenômenos que ultrapassaram a marca de US$ 2,7 bilhões.
Ou seja, o terceiro lugar não é uma projeção simples. Brand New Day teria de acrescentar centenas de milhões de dólares ao total atual. Mas o fato de essa conversa ser possível depois de apenas dois fins de semana já mostra a escala do desempenho.
Por que o filme está correndo tão rápido
O personagem combina três forças raras: apelo familiar, base adolescente e nostalgia adulta. Além disso, Tom Holland e Zendaya mantêm o filme no centro da cultura pop fora das salas, enquanto a marca Homem-Aranha segue sendo uma das mais fortes da Marvel e da Sony.
O desempenho doméstico também impressiona. O filme passou de US$ 655 milhões nos Estados Unidos e Canadá em duas semanas, enquanto o mercado internacional já superou US$ 1 bilhão. A soma dá fôlego para que o longa continue escalando, especialmente se mantiver salas premium e boca a boca positivo.
O contexto favorece
Hollywood viveu anos de incerteza após pandemia, greves e fadiga de franquias. Em 2026, porém, o verão americano voltou a produzir eventos capazes de levar público ao cinema. Ao lado de The Odyssey, de Christopher Nolan, o Homem-Aranha ajudou a puxar uma temporada que reacendeu a confiança dos exibidores.
Esse detalhe importa porque bilheteria histórica não depende apenas de fãs. Depende de repetição, público casual e sensação de evento. Quando um filme vira assunto social, ele amplia a chance de sobreviver por mais semanas.
Terceiro lugar ainda é meta difícil
A prudência é necessária. Muitos filmes gigantes desaceleram depois da segunda semana, e a competição por salas muda rápido. Para chegar ao terceiro lugar, Brand New Day precisará manter estabilidade internacional e evitar uma queda brusca no mercado doméstico.
Ainda assim, o filme já tem uma conquista concreta: recolocou o super-herói no centro da indústria depois de um período em que parte do público parecia cansada de universos compartilhados.
O que observar agora
Queda percentual no terceiro fim de semana.
Força em mercados internacionais, especialmente Ásia e América Latina.
Manutenção de salas premium.
Capacidade de ultrapassar Spider-Man: No Way Home, que terminou perto de US$ 1,9 bilhão.
Distância até a faixa dos US$ 2,3 bilhões.
Se continuar nesse ritmo, Spider-Man: Brand New Day pode deixar de ser só o maior Homem-Aranha. Pode virar um dos maiores filmes já lançados em qualquer gênero.
Crédito da imagem: Foto: CaliBen / Wikimedia Commons. Licença/uso: CC BY-SA 4.0. Referência: commons.wikimedia.org. Referência editorial adicional: boxofficemojo.com.
Crédito da imagem: Foto: Gage Skidmore / Wikimedia Commons. Licença/uso: CC BY-SA 2.0. Referência: commons.wikimedia.org. Referência editorial adicional: instagram.com.
Jonah Hill transformou uma conversa sobre hobbies em um comentário direto sobre corpo, fama e autoconfiança. Em participação ao vivo no podcast SmartLess, publicada em 8 de maio de 2026, o ator falou sobre sua paixão pelo jiu-jitsu brasileiro e brincou que hoje se sente pronto para enfrentar quem ainda o reduz ao “gordinho de Superbad”.
A frase circula porque tem humor, exagero e provocação. Mas por trás da piada existe uma história mais longa: Hill passou boa parte da carreira sendo tratado publicamente pelo peso, mesmo depois de ampliar seu trabalho como ator, roteirista e diretor.
O que ele disse
No episódio, Hill contou que ama Brazilian jiu-jitsu, embora o próprio corpo cobre o preço dos treinos aos 42 anos. Em seguida, entrou na brincadeira com Jason Bateman, Sean Hayes e Will Arnett, dizendo que conseguiria vencer os três se a situação fosse para o chão.
O ponto mais forte veio quando ele citou pessoas que ainda falam dele como o “fat guy from Superbad”. Hill respondeu, em tom de comédia, que poderia “annihilate” esse tipo de gente. A fala não deve ser lida como ameaça literal, mas como uma forma de inverter o estigma que acompanhou sua imagem pública.
Jiu-jitsu como mudança de postura
O jiu-jitsu brasileiro tem uma característica que conversa com a fala do ator: ele muda a percepção de força. A modalidade ensina controle, distância, queda, alavanca e sobrevivência no chão. Para alguém acostumado a ser definido pelo corpo de fora para dentro, treinar pode virar uma forma de reorganizar confiança.
Hill não apresentou isso como discurso motivacional limpo. Ele falou como comediante, com palavrão, exagero e timing. Ainda assim, a mensagem aparece: o corpo que antes era alvo de piada agora também é corpo que treina, aprende e reage.
A sombra de Superbad
Superbad, lançado em 2007, foi decisivo para a carreira de Jonah Hill. O filme virou clássico da comédia adolescente e consolidou o ator como uma das vozes mais engraçadas de sua geração. Mas o sucesso também fixou um rótulo visual difícil de escapar.
Durante anos, entrevistas, manchetes e comentários de fãs insistiram em falar de emagrecimento, ganho de peso e aparência. Em 2021, Hill chegou a pedir publicamente que pessoas parassem de comentar sobre seu corpo, mesmo quando achassem estar elogiando.
A piada como defesa
Quando Hill usa o jiu-jitsu para brincar com a possibilidade de “aniquilar” quem o chama pelo apelido antigo, ele está fazendo algo típico da comédia: exagerar uma ferida até ela virar controle narrativo.
A graça está no contraste entre o personagem lembrado como adolescente desajeitado e o adulto que treina luta, surfa, tem família e fala abertamente sobre limites. O comentário funciona porque bate em um ponto conhecido da cultura pop: o público muitas vezes demora a atualizar a imagem que tem de um artista.
Mais do que transformação física
Reduzir a história a “Jonah Hill emagreceu e agora luta” seria repetir o mesmo problema que ele critica. O mais interessante é perceber como o ator parece menos interessado em provar um corpo novo e mais interessado em não ser aprisionado por uma versão antiga de si.
No fim, o jiu-jitsu entra como metáfora perfeita: quando alguém tenta te prender em um lugar, você aprende a sair da posição.
Crédito da imagem: Foto: Gage Skidmore / Wikimedia Commons. Licença/uso: CC BY-SA 2.0. Referência: commons.wikimedia.org. Referência editorial adicional: instagram.com.
Com Slipmami, Budah e MC Luanna no line-up de Curitiba, festival evidencia uma mudança importante dentro da música urbana brasileira: mulheres deixando de ser exceção para assumir protagonismo.
Entre as atrações confirmadas no evento estão Slipmami, Budahe MC Luanna, três artistas com trajetórias, linguagens e propostas diferentes, mas que carregam algo em comum: a presença de mulheres ocupando a linha de frente da cultura urbana sem precisar pedir licença.
O peso dessa presença fica ainda maior quando se olha para o cenário geral da indústria. Segundo dados do relatório Mulheres na Música 2026, produzido pelo ECAD, embora o rendimento feminino em direitos autorais tenha crescido 33% em 2025 e mais de 54 mil mulheres tenham ingressado na gestão coletiva da música no último ano, elas ainda representam apenas 10% dos beneficiários dos direitos autorais distribuídos no Brasil.
O mesmo levantamento mostra que, entre os 100 autores com maior rendimento no país, apenas 2% são mulheres. Além disso, somente 11 das 100 músicas mais executadas em shows contam com participação feminina na autoria. Ou seja, a presença feminina está crescendo, mas a desigualdade ainda é estrutural.
Rap feminino não é tendência, é construção
Falar de mulheres no rap e no trap hoje não pode ser tratado como detalhe de programação ou cota simbólica. A presença feminina na música urbana brasileira é fruto de anos de insistência, enfrentamento e construção em uma cena que, muitas vezes, abriu espaço para mulheres apenas quando elas já estavam grandes demais para serem ignoradas.
No rap, essa disputa sempre foi dupla. Além de provar talento, técnica, presença e identidade, mulheres também precisaram enfrentar a ideia ultrapassada de que a cultura hip-hop era naturalmente masculina. Só que a história vem mostrando o contrário. O rap feminino sempre existiu, sempre produziu narrativa, sempre trouxe denúncia, estilo, autoestima, vivência e visão de mundo. O que faltou, durante muito tempo, foi estrutura, investimento, escala e reconhecimento.
Por isso, quando um festival como o Mad in Brazza reúne artistas como Slipmami, Budah e MC Luanna, o ponto não é apenas “ter mulheres no line-up”. O ponto é mostrar que a cena urbana brasileira ficou mais interessante, mais plural e mais real quando essas vozes começaram a ocupar lugares maiores.
Slipmami e a estética de uma nova geração
Slipmami é um dos nomes que melhor representam a virada estética da nova geração. Misturando trap, funk, R&B e internet culture, a artista construiu uma identidade própria, com visual, linguagem e sonoridade reconhecíveis.
Seu impacto não vem apenas das músicas, mas da forma como ela ocupa o imaginário da cena. Slipmami representa uma geração de artistas que entende estética como extensão da música. A imagem, o comportamento, o jeito de comunicar e a sonoridade caminham juntos.
Dentro de um festival voltado para rap e trap, sua presença reforça como a nova música urbana brasileira já não cabe em uma única fórmula. O som pode flertar com funk, R&B, trap, pop e ainda assim seguir conectado à rua, à juventude e à cultura de internet.
Budah e a força do R&B dentro da música urbana
Budah chega ao Mad in Brazza como uma das vozes que ajudam a ampliar o campo emocional da música urbana nacional. Sua obra transita entre R&B, rap, soul e sonoridades contemporâneas, trazendo temas como autoestima, relações, vulnerabilidade e vivência feminina.
Esse tipo de presença é importante porque mostra que o rap e o trap não vivem apenas de agressividade, punchline ou performance de domínio. A música urbana também é espaço de afeto, fragilidade, desejo, reconstrução e identidade.
Budah representa esse lugar com naturalidade. Ela não entra na cena tentando reproduzir uma fórmula masculina. Pelo contrário, sua força está em afirmar outra perspectiva, outra textura e outra forma de narrar sentimentos dentro da cultura urbana.
MC Luanna e o rap como denúncia e posicionamento
MC Luanna ocupa outro lugar essencial dentro desse recorte. Sua presença leva para o palco letras que dialogam com questões raciais, sociais e o protagonismo feminino. Em uma cena onde muitas mulheres ainda precisam transformar vivência em resistência pública, Luanna aparece como uma artista que entende o rap também como ferramenta de denúncia.
O trabalho dela reforça uma verdade antiga do hip-hop: música urbana nunca foi apenas entretenimento. Desde o começo, rap foi forma de falar sobre território, desigualdade, violência, raça, gênero, sobrevivência e identidade.
No caso de MC Luanna, esse discurso ganha ainda mais força porque parte de uma perspectiva que durante muito tempo foi empurrada para a margem dentro da própria cena. Sua presença no festival mostra que o protagonismo feminino no rap não é só sobre ocupar palco, mas também sobre disputar narrativa.
Mad in Brazza e o retrato de uma cena mais plural
Ao reunir Slipmami, Budah e MC Luanna ao lado de grandes nomes do rap e trap nacional, além da atração internacional Ty Dolla $ign, o Mad in Brazza reforça um retrato mais próximo da música urbana contemporânea. A cena não é mais uma coisa só. Ela é feita de vertentes, vozes, gêneros, estéticas, regiões e experiências diferentes.
Essa diversidade não enfraquece o festival. Pelo contrário, fortalece. O público que acompanha rap e trap hoje consome diferentes linguagens dentro do mesmo universo cultural. Vai do trap melódico ao R&B, do funk ao rap de mensagem, da estética digital ao som de rua.
Quando mulheres aparecem nesse centro, o festival também conversa com uma mudança maior da própria indústria. Ainda existe desigualdade, ainda existe sub-representação e ainda existe um caminho longo até que a presença feminina seja tratada com a mesma naturalidade que a masculina. Mas a direção está posta.
Curitiba recebe o Mad in Brazza 2026
A edição de Curitiba do Mad in Brazza 2026 acontece no dia 8 de agosto de 2026, no Expotrade Convention Center, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.
O evento reúne atrações nacionais e internacionais, com destaque para Ty Dolla $ign, além de nomes da cena brasileira como Slipmami, Budah, MC Luanna e outros artistas que representam diferentes caminhos da música urbana atual.
Mais do que um festival de rap e trap, o Mad in Brazza chega em 2026 como um espaço de encontro entre público, cena, estética e comportamento. E, neste ano, o protagonismo feminino aparece como um dos pontos mais importantes dessa narrativa.
Serviço – Mad in Brazza em Curitiba
Data: sábado, 8 de agosto de 2026 Abertura dos portões: 11h Início dos shows: 12h Local: Expotrade Convention Center – Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais/PR Classificação: +18 anos Ingressos:bilheteriadigital.com/mad-in-brazza-08-de-agosto Valores: a partir de R$ 65,00 Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321 Produção: Morgot Produções Site:madinbrazza.com.br Redes: @madinbrazza
No fim, a presença de Slipmami, Budah e MC Luanna no Mad in Brazza 2026 aponta para algo maior do que um line-up forte. Aponta para uma cena em movimento, onde o rap feminino deixa de ser tratado como exceção e passa a ocupar o lugar que sempre deveria ter ocupado: o centro da conversa.
Festival dedicado ao rap e ao trap amplia sua presença nacional em 2026, mantém Curitiba como base histórica e estreia em São Paulo com line-up que une nomes do Brasil e atração internacional.
O Mad in Brazza chega à sua 5ª edição vivendo o momento mais importante de sua trajetória. Depois de consolidar seu nome no calendário da música urbana brasileira, o festival inicia uma nova fase em 2026 com eventos em duas capitais estratégicas: Curitiba, cidade onde construiu sua história, e São Paulo, onde desembarca pela primeira vez.
A expansão para São Paulo representa um passo simbólico e estratégico. Curitiba segue como território de origem, onde o festival criou base, público e reputação. Já a capital paulista entra como novo palco para uma marca que quer ampliar sua presença nacional e se conectar com o maior mercado da música urbana brasileira.
Curitiba recebe a abertura da edição 2026
A programação começa no dia 8 de agosto de 2026, em Curitiba, noExpotrade Convention Center. O line-up reúne alguns dos principais nomes da música urbana nacional e ainda traz uma atração internacional de peso.
A presença deTy Dolla $ign marca um dos momentos mais fortes da história do festival. O artista norte-americano coloca Curitiba no circuito de grandes atrações internacionais ligadas ao rap e ao R&B, reforçando a ambição do Mad in Brazza de crescer sem abandonar sua essência.
Além do line-up, a edição curitibana chega com estrutura ampliada e proposta de experiência imersiva, mantendo a ideia de que o festival não é apenas uma sequência de shows, mas um ambiente pensado para quem vive a cultura do rap e do trap.
São Paulo entra no mapa do Mad in Brazza
No dia seguinte, 9 de agosto de 2026, o Mad in Brazza estreia em São Paulo, ocupando o Novo Anhangabaú, um dos espaços mais simbólicos da capital paulista quando o assunto é grande evento, circulação urbana e cultura de rua.
A chegada a São Paulo acontece com um line-up formado por Ty Dolla $ign, WIU, Yunk Vino, Alee, Kayblack e Vulgo FK. A programação reúne artistas que representam diferentes fases, públicos e sonoridades do rap e do trap contemporâneo.
Para o festival, São Paulo não é apenas mais uma praça. A cidade carrega um peso histórico dentro do hip-hop nacional, sendo berço de alguns dos maiores nomes do gênero e um dos principais centros de consumo, produção e circulação da música urbana no Brasil.
Levar o Mad in Brazza para o Novo Anhangabaú também aproxima o festival de um território que conversa diretamente com sua proposta: rua, centro, público diverso, grande escala e cultura urbana em movimento.
Um festival pensado para quem vive rap e trap
Mais do que reunir nomes grandes, o Mad in Brazza se posiciona como uma experiência voltada para o público que realmente acompanha rap, trap e suas ramificações. A proposta é criar um ambiente onde a cultura urbana não entra como detalhe de programação, mas como eixo principal do evento.
“A essência do Mad in Brazza está na experiência que ele proporciona. É uma vibe muito única, diferente de festivais que misturam diversos estilos musicais. Aqui, tudo é pensado para quem vive a cultura do rap e do trap. É uma energia pulsante, intensa, que faz o público sentir que pertence àquele lugar, como se estivesse voltando para casa. E esse também é um dos grandes diferenciais do festival: cada edição é única. O público precisa entender que o Mad in Brazza está sempre evoluindo e que cada experiência será diferente da anterior”, afirma o fundador Tiago Moreira.
A fala resume bem o momento do festival. O Mad in Brazza quer crescer, mas sem virar um evento genérico. A força está justamente em manter a linguagem ligada à cena, ao público jovem, ao comportamento de rua e à energia dos artistas que hoje movimentam a música urbana brasileira.
Curitiba como origem, São Paulo como expansão
A escolha das duas cidades ajuda a contar a história desta edição. Curitiba representa a origem, o lugar onde o festival nasceu e se desenvolveu desde a primeira edição. É ali que o Mad in Brazza construiu sua comunidade inicial e provou que havia público, demanda e força para um festival dedicado ao rap e ao trap.
São Paulo representa o próximo passo. Ao estrear na maior cidade do país, o festival amplia sua escala e se coloca diante de um público ainda maior, em um mercado que sempre teve papel central na história do hip-hop brasileiro.
Essa combinação transforma a 5ª edição em um marco. O Mad in Brazza não está apenas repetindo uma fórmula que deu certo. Está expandindo território, testando novas possibilidades e reforçando sua intenção de ocupar um espaço nacional dentro da cultura urbana.
Serviço – Mad in Brazza em Curitiba
Data: sábado, 8 de agosto de 2026 Abertura dos portões: 11h Início dos shows: 12h Local: Expotrade Convention Center – Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais/PR Classificação: +18 anos Ingressos:bilheteriadigital.com/mad-in-brazza-08-de-agosto Valores: a partir de R$ 65,00 Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321 Produção: Morgot Produções Site:madinbrazza.com.br Redes: @madinbrazza
Serviço – Mad in Brazza em São Paulo
Data: domingo, 9 de agosto de 2026 Abertura dos portões: 13h Local: Novo Anhangabaú – Av. São João, R. Formosa, Centro Histórico de São Paulo/SP Classificação: +18 anos Ingressos:beta.meubilhete.com.br/mad-in-brazza-sao-paulo Valores: a partir de R$ 78,00 Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321 Produção: Morgot Produções Site:madinbrazza.com.br Redes: @madinbrazzasp
Com duas cidades, line-up forte e uma atração internacional puxando a nova fase, o Mad in Brazza chega à 5ª edição como um festival em expansão, mas ainda conectado àquilo que o fez crescer: rap, trap, público fiel e experiência de cultura urbana.
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