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Planeta Atlântida 2026: vendas de ingressos começam nesta segunda-feira (3)

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Por Rap Growing • Agenda de Festivais

A venda de ingressos para o Planeta Atlântida 2026 começa na segunda-feira, 3 de novembro, às 10h. O festival está marcado para os dias 30 e 31 de janeiro, na Saba, em Atlântida, em uma edição comemorativa de 30 anos de história.

Como comprar

Os pontos de venda exclusivos são o site oficial do Planeta Atlântida e as Lojas Renner da Av. Otávio Rocha, 184, e do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre.

Os ingressos custam a partir de R$ 250, com parcelamento em até 6x sem juros. Clientes com cartão de crédito Banrisul poderão parcelar em até 10x.

Modalidades e setores

Disponíveis as modalidades inteira, meia-entrada e solidário para os setores Arena e Camarote. No ingresso solidário, o público garante desconto de 40% e contribui com instituições selecionadas pelo braço social do Grupo RBS.

Experiências Premium

Os planetários também poderão optar pelos espaços Premium e Rooftop Open Bar (exclusivos para maiores de 18 anos):

  • Rooftop Open Bar: experiência dentro da Arena, com área especial com vista para o Palco Planeta e bebidas liberadas durante todo o festival.
  • Premium: espaço exclusivo dentro do Camarote, com open bar, open food e área privilegiada em frente ao Palco Planeta, com curadoria Destemperados.

Classificação etária

O evento respeita a classificação etária. Menores de 14 anos não podem entrar, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Serviço

Datas: 30 e 31 de janeiro de 2026

Local: Sede campestre da Saba — Atlântida (RS)

Ingressos: a partir de R$ 250 • 6x sem juros (10x para cartão Banrisul)

Vendas: site oficial e Lojas Renner (Av. Otávio Rocha, 184 e Shopping Iguatemi — Porto Alegre)

Realização e patrocinadores

O Planeta Atlântida é uma realização do Grupo RBS e da DC Set Group, com patrocínio master de Renner, Banrisul, Coca-Cola, PUCRS e KTO.

Sobre o Planeta

Maior festival de música do Sul do país desde 1996, o Planeta Atlântida acontece na sede campestre da Saba, no litoral norte gaúcho. Em três décadas, mais de 1,4 mil atrações nacionais e internacionais já passaram por seus palcos, somando mais de 900 horas de música. Em 2026, o encontro de gerações chega à edição que celebra 30 anos.

Canais oficiais

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

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Novo Homem-Aranha mira o top 3 das maiores bilheterias da história

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Novo Homem-Aranha mira o top 3 das maiores bilheterias da história
Foto: CaliBen / Wikimedia Commons

Spider-Man: Brand New Day deixou de ser apenas um sucesso de super-herói e entrou na conversa das maiores bilheterias da história. Em apenas dez dias, o novo filme do Homem-Aranha chegou a US$ 1,67 bilhão globalmente, segundo dados divulgados pela Associated Press.

Com esse ritmo, a pergunta deixou de ser se o filme será o maior lançamento de 2026. A discussão agora é até onde ele pode subir no ranking histórico.

O tamanho da corrida

Para entrar no top 3 mundial sem ajuste pela inflação, o filme precisa mirar a faixa ocupada por Avatar: O Caminho da Água, que fechou acima de US$ 2,3 bilhões. Acima dele ainda estão Avatar e Avengers: Endgame, dois fenômenos que ultrapassaram a marca de US$ 2,7 bilhões.

Ou seja, o terceiro lugar não é uma projeção simples. Brand New Day teria de acrescentar centenas de milhões de dólares ao total atual. Mas o fato de essa conversa ser possível depois de apenas dois fins de semana já mostra a escala do desempenho.

Por que o filme está correndo tão rápido

O personagem combina três forças raras: apelo familiar, base adolescente e nostalgia adulta. Além disso, Tom Holland e Zendaya mantêm o filme no centro da cultura pop fora das salas, enquanto a marca Homem-Aranha segue sendo uma das mais fortes da Marvel e da Sony.

O desempenho doméstico também impressiona. O filme passou de US$ 655 milhões nos Estados Unidos e Canadá em duas semanas, enquanto o mercado internacional já superou US$ 1 bilhão. A soma dá fôlego para que o longa continue escalando, especialmente se mantiver salas premium e boca a boca positivo.

O contexto favorece

Hollywood viveu anos de incerteza após pandemia, greves e fadiga de franquias. Em 2026, porém, o verão americano voltou a produzir eventos capazes de levar público ao cinema. Ao lado de The Odyssey, de Christopher Nolan, o Homem-Aranha ajudou a puxar uma temporada que reacendeu a confiança dos exibidores.

Esse detalhe importa porque bilheteria histórica não depende apenas de fãs. Depende de repetição, público casual e sensação de evento. Quando um filme vira assunto social, ele amplia a chance de sobreviver por mais semanas.

Terceiro lugar ainda é meta difícil

A prudência é necessária. Muitos filmes gigantes desaceleram depois da segunda semana, e a competição por salas muda rápido. Para chegar ao terceiro lugar, Brand New Day precisará manter estabilidade internacional e evitar uma queda brusca no mercado doméstico.

Ainda assim, o filme já tem uma conquista concreta: recolocou o super-herói no centro da indústria depois de um período em que parte do público parecia cansada de universos compartilhados.

O que observar agora

  • Queda percentual no terceiro fim de semana.
  • Força em mercados internacionais, especialmente Ásia e América Latina.
  • Manutenção de salas premium.
  • Capacidade de ultrapassar Spider-Man: No Way Home, que terminou perto de US$ 1,9 bilhão.
  • Distância até a faixa dos US$ 2,3 bilhões.

Se continuar nesse ritmo, Spider-Man: Brand New Day pode deixar de ser só o maior Homem-Aranha. Pode virar um dos maiores filmes já lançados em qualquer gênero.

Crédito da imagem: Foto: CaliBen / Wikimedia Commons. Licença/uso: CC BY-SA 4.0. Referência: commons.wikimedia.org. Referência editorial adicional: boxofficemojo.com.

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Jonah Hill diz que o jiu-jitsu mudou sua relação com o corpo e com a fama de Superbad

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Jonah Hill diz que o jiu-jitsu mudou sua relação com o corpo e com a fama de Superbad
Foto: Gage Skidmore / Wikimedia Commons
Jonah Hill fala em painel da WonderCon 2012
Crédito da imagem: Foto: Gage Skidmore / Wikimedia Commons. Licença/uso: CC BY-SA 2.0. Referência: commons.wikimedia.org. Referência editorial adicional: instagram.com.

Jonah Hill transformou uma conversa sobre hobbies em um comentário direto sobre corpo, fama e autoconfiança. Em participação ao vivo no podcast SmartLess, publicada em 8 de maio de 2026, o ator falou sobre sua paixão pelo jiu-jitsu brasileiro e brincou que hoje se sente pronto para enfrentar quem ainda o reduz ao “gordinho de Superbad”.

A frase circula porque tem humor, exagero e provocação. Mas por trás da piada existe uma história mais longa: Hill passou boa parte da carreira sendo tratado publicamente pelo peso, mesmo depois de ampliar seu trabalho como ator, roteirista e diretor.

O que ele disse

No episódio, Hill contou que ama Brazilian jiu-jitsu, embora o próprio corpo cobre o preço dos treinos aos 42 anos. Em seguida, entrou na brincadeira com Jason Bateman, Sean Hayes e Will Arnett, dizendo que conseguiria vencer os três se a situação fosse para o chão.

O ponto mais forte veio quando ele citou pessoas que ainda falam dele como o “fat guy from Superbad”. Hill respondeu, em tom de comédia, que poderia “annihilate” esse tipo de gente. A fala não deve ser lida como ameaça literal, mas como uma forma de inverter o estigma que acompanhou sua imagem pública.

Jiu-jitsu como mudança de postura

O jiu-jitsu brasileiro tem uma característica que conversa com a fala do ator: ele muda a percepção de força. A modalidade ensina controle, distância, queda, alavanca e sobrevivência no chão. Para alguém acostumado a ser definido pelo corpo de fora para dentro, treinar pode virar uma forma de reorganizar confiança.

Hill não apresentou isso como discurso motivacional limpo. Ele falou como comediante, com palavrão, exagero e timing. Ainda assim, a mensagem aparece: o corpo que antes era alvo de piada agora também é corpo que treina, aprende e reage.

A sombra de Superbad

Superbad, lançado em 2007, foi decisivo para a carreira de Jonah Hill. O filme virou clássico da comédia adolescente e consolidou o ator como uma das vozes mais engraçadas de sua geração. Mas o sucesso também fixou um rótulo visual difícil de escapar.

Durante anos, entrevistas, manchetes e comentários de fãs insistiram em falar de emagrecimento, ganho de peso e aparência. Em 2021, Hill chegou a pedir publicamente que pessoas parassem de comentar sobre seu corpo, mesmo quando achassem estar elogiando.

A piada como defesa

Quando Hill usa o jiu-jitsu para brincar com a possibilidade de “aniquilar” quem o chama pelo apelido antigo, ele está fazendo algo típico da comédia: exagerar uma ferida até ela virar controle narrativo.

A graça está no contraste entre o personagem lembrado como adolescente desajeitado e o adulto que treina luta, surfa, tem família e fala abertamente sobre limites. O comentário funciona porque bate em um ponto conhecido da cultura pop: o público muitas vezes demora a atualizar a imagem que tem de um artista.

Mais do que transformação física

Reduzir a história a “Jonah Hill emagreceu e agora luta” seria repetir o mesmo problema que ele critica. O mais interessante é perceber como o ator parece menos interessado em provar um corpo novo e mais interessado em não ser aprisionado por uma versão antiga de si.

No fim, o jiu-jitsu entra como metáfora perfeita: quando alguém tenta te prender em um lugar, você aprende a sair da posição.

Crédito da imagem: Foto: Gage Skidmore / Wikimedia Commons. Licença/uso: CC BY-SA 2.0. Referência: commons.wikimedia.org. Referência editorial adicional: instagram.com.

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Mulheres ocupam o Mad in Brazza 2026 e reforçam nova fase do rap e trap nacional

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Com Slipmami, Budah e MC Luanna no line-up de Curitiba, festival evidencia uma mudança importante dentro da música urbana brasileira: mulheres deixando de ser exceção para assumir protagonismo.

O Mad in Brazza 2026 chega à sua edição de Curitiba com um recorte importante para a música urbana brasileira. Além de reunir grandes nomes do rap, trap e R&B nacional, o festival também coloca em destaque artistas mulheres que vêm ajudando a redesenhar o espaço feminino dentro de uma cena historicamente marcada pela predominância masculina.

Entre as atrações confirmadas no evento estão Slipmami, Budah e MC Luanna, três artistas com trajetórias, linguagens e propostas diferentes, mas que carregam algo em comum: a presença de mulheres ocupando a linha de frente da cultura urbana sem precisar pedir licença.

O peso dessa presença fica ainda maior quando se olha para o cenário geral da indústria. Segundo dados do relatório Mulheres na Música 2026, produzido pelo ECAD, embora o rendimento feminino em direitos autorais tenha crescido 33% em 2025 e mais de 54 mil mulheres tenham ingressado na gestão coletiva da música no último ano, elas ainda representam apenas 10% dos beneficiários dos direitos autorais distribuídos no Brasil.

O mesmo levantamento mostra que, entre os 100 autores com maior rendimento no país, apenas 2% são mulheres. Além disso, somente 11 das 100 músicas mais executadas em shows contam com participação feminina na autoria. Ou seja, a presença feminina está crescendo, mas a desigualdade ainda é estrutural.

Rap feminino não é tendência, é construção

Falar de mulheres no rap e no trap hoje não pode ser tratado como detalhe de programação ou cota simbólica. A presença feminina na música urbana brasileira é fruto de anos de insistência, enfrentamento e construção em uma cena que, muitas vezes, abriu espaço para mulheres apenas quando elas já estavam grandes demais para serem ignoradas.

No rap, essa disputa sempre foi dupla. Além de provar talento, técnica, presença e identidade, mulheres também precisaram enfrentar a ideia ultrapassada de que a cultura hip-hop era naturalmente masculina. Só que a história vem mostrando o contrário. O rap feminino sempre existiu, sempre produziu narrativa, sempre trouxe denúncia, estilo, autoestima, vivência e visão de mundo. O que faltou, durante muito tempo, foi estrutura, investimento, escala e reconhecimento.

Por isso, quando um festival como o Mad in Brazza reúne artistas como Slipmami, Budah e MC Luanna, o ponto não é apenas “ter mulheres no line-up”. O ponto é mostrar que a cena urbana brasileira ficou mais interessante, mais plural e mais real quando essas vozes começaram a ocupar lugares maiores.

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Slipmami e a estética de uma nova geração

Slipmami é um dos nomes que melhor representam a virada estética da nova geração. Misturando trap, funk, R&B e internet culture, a artista construiu uma identidade própria, com visual, linguagem e sonoridade reconhecíveis.

Seu impacto não vem apenas das músicas, mas da forma como ela ocupa o imaginário da cena. Slipmami representa uma geração de artistas que entende estética como extensão da música. A imagem, o comportamento, o jeito de comunicar e a sonoridade caminham juntos.

Dentro de um festival voltado para rap e trap, sua presença reforça como a nova música urbana brasileira já não cabe em uma única fórmula. O som pode flertar com funk, R&B, trap, pop e ainda assim seguir conectado à rua, à juventude e à cultura de internet.

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Budah e a força do R&B dentro da música urbana

Budah chega ao Mad in Brazza como uma das vozes que ajudam a ampliar o campo emocional da música urbana nacional. Sua obra transita entre R&B, rap, soul e sonoridades contemporâneas, trazendo temas como autoestima, relações, vulnerabilidade e vivência feminina.

Esse tipo de presença é importante porque mostra que o rap e o trap não vivem apenas de agressividade, punchline ou performance de domínio. A música urbana também é espaço de afeto, fragilidade, desejo, reconstrução e identidade.

Budah representa esse lugar com naturalidade. Ela não entra na cena tentando reproduzir uma fórmula masculina. Pelo contrário, sua força está em afirmar outra perspectiva, outra textura e outra forma de narrar sentimentos dentro da cultura urbana.

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MC Luanna e o rap como denúncia e posicionamento

MC Luanna ocupa outro lugar essencial dentro desse recorte. Sua presença leva para o palco letras que dialogam com questões raciais, sociais e o protagonismo feminino. Em uma cena onde muitas mulheres ainda precisam transformar vivência em resistência pública, Luanna aparece como uma artista que entende o rap também como ferramenta de denúncia.

O trabalho dela reforça uma verdade antiga do hip-hop: música urbana nunca foi apenas entretenimento. Desde o começo, rap foi forma de falar sobre território, desigualdade, violência, raça, gênero, sobrevivência e identidade.

No caso de MC Luanna, esse discurso ganha ainda mais força porque parte de uma perspectiva que durante muito tempo foi empurrada para a margem dentro da própria cena. Sua presença no festival mostra que o protagonismo feminino no rap não é só sobre ocupar palco, mas também sobre disputar narrativa.

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Mad in Brazza e o retrato de uma cena mais plural

Ao reunir Slipmami, Budah e MC Luanna ao lado de grandes nomes do rap e trap nacional, além da atração internacional Ty Dolla $ign, o Mad in Brazza reforça um retrato mais próximo da música urbana contemporânea. A cena não é mais uma coisa só. Ela é feita de vertentes, vozes, gêneros, estéticas, regiões e experiências diferentes.

Essa diversidade não enfraquece o festival. Pelo contrário, fortalece. O público que acompanha rap e trap hoje consome diferentes linguagens dentro do mesmo universo cultural. Vai do trap melódico ao R&B, do funk ao rap de mensagem, da estética digital ao som de rua.

Quando mulheres aparecem nesse centro, o festival também conversa com uma mudança maior da própria indústria. Ainda existe desigualdade, ainda existe sub-representação e ainda existe um caminho longo até que a presença feminina seja tratada com a mesma naturalidade que a masculina. Mas a direção está posta.

Curitiba recebe o Mad in Brazza 2026

A edição de Curitiba do Mad in Brazza 2026 acontece no dia 8 de agosto de 2026, no Expotrade Convention Center, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

O evento reúne atrações nacionais e internacionais, com destaque para Ty Dolla $ign, além de nomes da cena brasileira como Slipmami, Budah, MC Luanna e outros artistas que representam diferentes caminhos da música urbana atual.

Mais do que um festival de rap e trap, o Mad in Brazza chega em 2026 como um espaço de encontro entre público, cena, estética e comportamento. E, neste ano, o protagonismo feminino aparece como um dos pontos mais importantes dessa narrativa.

Serviço – Mad in Brazza em Curitiba

Data: sábado, 8 de agosto de 2026
Abertura dos portões: 11h
Início dos shows: 12h
Local: Expotrade Convention Center – Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais/PR
Classificação: +18 anos
Ingressos: bilheteriadigital.com/mad-in-brazza-08-de-agosto
Valores: a partir de R$ 65,00
Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei
Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível
Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321
Produção: Morgot Produções
Site: madinbrazza.com.br
Redes: @madinbrazza

No fim, a presença de Slipmami, Budah e MC Luanna no Mad in Brazza 2026 aponta para algo maior do que um line-up forte. Aponta para uma cena em movimento, onde o rap feminino deixa de ser tratado como exceção e passa a ocupar o lugar que sempre deveria ter ocupado: o centro da conversa.

RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.

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