Entretenimento
Planeta Atlântida 2026 anuncia line-up de 30 anos com Anitta, Matuê, João Gomes e mais
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9 meses agoon
Por Rap Growing — Publicado em 17 de novembro de 2025
Anitta, Alok, Matuê, João Gomes, Jota Quest, Luísa Sonza, Ludmilla, Veigh, Armandinho, Raimundos e muito mais se encontram na Saba, em Atlântida, nos dias 30 e 31 de janeiro de 2026.
30 anos de história: Planeta Atlântida segue como símbolo do verão gaúcho
O Planeta Atlântida anunciou, nesta segunda-feira (17), as atrações que marcam a edição histórica de 30 anos do maior festival de música do sul do Brasil. Anitta, Alok, Matuê e João Gomes estão entre os artistas que sobem ao palco da Saba, em Atlântida, nos dias 30 e 31 de janeiro de 2026, em uma edição que promete misturar gerações, estilos e histórias na mesma pista.
Realizado pelo Grupo RBS e pela DC Set Group, o festival chega à edição comemorativa reforçando o peso da marca Planeta na cultura brasileira. O evento conta com patrocínio master de Renner, Banrisul, Coca-Cola, PUCRS e KTO, mostrando como o festival virou também uma vitrine importante para o mercado e para a indústria da música.
Um dos festivais brasileiros mais longevos em atividade, o Planeta Atlântida reafirma em 2026 a mistura de gêneros que fez do evento no litoral norte gaúcho um dos palcos mais ecléticos do país. O line-up vai do pop ao trap, do eletrônico ao piseiro, passando por rock, funk, pagode, reggae e sertanejo, sempre equilibrando nomes da nova geração com artistas que marcaram as últimas três décadas.
Pop, funk e hits mundiais: Anitta, Luísa Sonza e Ludmilla lideram o time
Fenômeno da música brasileira, com hits globais e parcerias com grandes nomes do pop internacional, Anitta retorna ao palco onde já fez shows memoráveis. Homenageada neste ano com o prêmio Vanguardista no Billboard Mujeres Latinas en la Música, a poderosa deve levantar o público da Saba com a energia e a sequência de hits como Envolver, Bang e Joga Pra Lua.
Quem também promete transformar o Planeta em pista de dança é Ludmilla, que chega à edição comemorativa logo após lançar o álbum Fragmentos. Do funk ao pagode, a artista segue provando por que é um dos nomes mais versáteis do país e deve trazer uma apresentação cheia de referências à sua fase mais recente.
A gaúcha Luísa Sonza volta ao festival com o show da era Escândalo Íntimo, misturando hits, coreografias e uma estética pop intensa que já virou marca registrada nos palcos. Na mesma onda de renovação do pop nacional, a catarinense Isa Buzzi representa a nova geração, mostrando como o Planeta segue abrindo espaço para artistas em ascensão.
Trap em alta: Matuê, Veigh, WIU, Brandão e Ebony representam a nova escola
Um dos maiores nomes do trap no país, Matuê foi o primeiro e, até agora, único rapper brasileiro a ultrapassar a marca de 1 bilhão de streams nas plataformas digitais. Na Saba, o show será parte da nova era do artista, em torno do álbum XTRANHO, lançado em dezembro, e deve reforçar o peso do trap no grande circuito dos festivais.
Reforçando a presença do gênero, o line-up ainda traz WIU, Veigh com Supernova e Brandão, nomes que ajudaram o trap a conquistar o topo das paradas e a sair definitivamente do underground para o mainstream. Ebony chega para mostrar, na prática, como as mulheres estão ocupando cada vez mais espaço e respeito na cena.
Piseiro no topo: João Gomes estreia no Planeta Atlântida
Aos 23 anos, João Gomes é um dos grandes responsáveis por colocar o piseiro no topo do Brasil. Em 2026, ele pisa pela primeira vez no palco do Planeta Atlântida em um momento especial da carreira: na semana anterior ao anúncio do line-up, o pernambucano conquistou o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa com o projeto Dominguinho, ao lado de Mestrinho e Jota.pê.
Além do prêmio internacional, João também foi escolhido para estrear o projeto Tiny Desk Brasil, acumulando milhões de visualizações e consolidando seu nome como um dos grandes intérpretes da música popular brasileira atual.
Sertanejo, sofrência e modão: Zé Neto & Cristiano, Simone Mendes e mais
A diversidade do Planeta Atlântida também passa pelo estilo mais ouvido do país: o sertanejo. Zé Neto & Cristiano, uma das duplas de maior alcance nacional, chegam à Saba com modões como Barulho de Foguete, Notificação Preferida e Largado às Traças.
Os planetários ainda vão cantar sofrência com uma das grandes vozes do gênero, Simone Mendes, que vive fase de alta rotação com seus últimos lançamentos. Completando o time, a dupla Diego & Victor Hugo reforça a presença sertaneja no line que mistura o interior com o litoral norte gaúcho.
Pagode, romantismo e churrasquinho: Menos é Mais, Belo e clima de resenha
O pagode também está garantido na edição de 30 anos. O grupo Menos é Mais convida Matheus Fernandes para criar um verdadeiro clima de churrasquinho na Saba. Os pagodeiros de Brasília acumulam mais de 10 milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais e prometem transformar o festival em roda de samba gigante.
Quem completa o combo de romantismo é Belo, que faz sua estreia no palco do Planeta Atlântida em um momento importante da carreira, integrando o elenco da novela Três Graças, da Globo. A presença do cantor reforça a força do pagode romântico na memória afetiva do público.
Funk para todas as gerações: Dennis, Tília e Bonde do Tigrão
O baile funk está oficialmente confirmado. Dennis — DJ, produtor e compositor que começou nos anos 1990, nos bailes cariocas — foi um dos principais responsáveis por levar o gênero para o grande público e volta ao Planeta para comandar a pista. Na Saba, ele contará com a participação da filha, a cantora Tília, conectando gerações no mesmo palco.
Para completar a nostalgia funkeira, o Bonde do Tigrão garante aquele momento de memória afetiva, com clássicos que marcaram os anos 2000 e até hoje ecoam nas festas de todo o país.
Reggae, pop rock ensolarado e clássicos do Planeta
Atração que já virou sinônimo de Planeta, Armandinho, recordista de shows no Palco Planeta, fará sua 18ª participação na maior festa do verão gaúcho. No mesmo clima, a banda paulista Maneva também leva o reggae para a programação, garantindo momentos de vibração leve e ensolarada.
No pop rock, Vitor Kley retorna ao festival com seu som leve, praiano e contagiante, reforçando o clima de verão. Já a banda Comunidade Nin-Jitsu volta a celebrar a parceria de décadas com o Planeta: essa será a 21ª apresentação da tradicional banda porto-alegrense no festival, em um show cheio de chalaça e referências à história do evento.
Rock em peso: gaúchos em destaque e homenagem ao Charlie Brown Jr.
Como não poderia faltar, o rock também tem lugar garantido. As bandas gaúchas Nenhum de Nós e Reação em Cadeia mantêm a tradição de ver o rock do sul representado na Saba, enquanto os brasilienses do Raimundos chegam para agitar os rockeiros com seus clássicos e riffs pesados.
Celebrando o legado de um dos grandes nomes que marcaram o festival, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. apresentam um show especial com sucessos da banda que faz parte da história do Planeta Atlântida e de toda uma geração.
Quem também reforça a festa no litoral norte é o grupo de Caxias do Sul Syon Trio, que vem ganhando espaço no Brasil com o Baile da Syon e seus remixes, estreando no Estado dentro da programação dos 30 anos de festival.
E, como já é tradição, Neto Fagundes será responsável por dar as boas-vindas aos planetários em 2026, mantendo viva a conexão com a cultura gaúcha desde os primeiros minutos de festival.
Jota Quest e o sentimento que não muda
Com a mesma formação desde o início da carreira, a banda mineira Jota Quest volta ao Planeta Atlântida para sua 16ª participação, sendo a atração de fora do Rio Grande do Sul que mais se apresentou no festival. Clássicos como Dias Melhores, Fácil e Só Hoje ajudam a traduzir o conceito desta edição comemorativa: o sentimento não muda, apesar da passagem do tempo e da renovação do público.
Declaração oficial reforça o peso cultural do festival
— O Planeta Atlântida, que atravessou gerações, segue pulsando como uma das maiores celebrações culturais do Brasil. Há 30 anos, nosso ritmo eclético faz o som ganhar vida e transforma música, emoção e alegria em uma experiência única no sul do país — destaca Gustavo Sirotsky, diretor artístico do Planeta Atlântida.
A fala resume bem o lugar do Planeta no calendário cultural brasileiro: mais do que um festival, ele virou um ponto de encontro entre diferentes épocas, estilos e tribos, onde quem cresceu vendo o festival na TV hoje vive a experiência ao vivo, lado a lado com uma nova geração de planetários.
Classificação etária e experiência de festival
O evento respeita a classificação etária: menores de 14 anos não podem entrar, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis legais. A medida reforça o compromisso do festival com a segurança do público, ao mesmo tempo em que garante uma experiência mais adequada ao perfil dos frequentadores.
História do Planeta Atlântida: do litoral gaúcho para a memória afetiva do público
O Planeta Atlântida é o maior festival de música do sul do país e acontece desde 1996 na sede campestre da Saba, na praia de Atlântida, no litoral norte do Rio Grande do Sul. Ao longo dessas três décadas, mais de 1,4 mil atrações nacionais e internacionais, de diferentes estilos, já passaram pelos palcos do festival, levando aos planetários mais de 900 horas de música e diversas edições históricas que ajudaram a moldar a cultura pop brasileira.
Em 2026, o Planeta completa 30 anos como o evento mais aguardado do verão gaúcho, reunindo gerações que cresceram com o festival e seguem se encontrando, ano após ano, no litoral para celebrar música, amizade e histórias que ficam para sempre.
Onde acompanhar e entrar no clima do Planeta Atlântida 2026
Para quem já quer entrar no clima da edição de 30 anos, vale conferir os conteúdos oficiais do festival e revisitar apresentações históricas:
Vídeo — bastidores e clima de festival
Confira um dos vídeos recentes na ATL TV com a cobertura do Planeta Atlântida:
Playlist — som de quem faz a história do Planeta
Pra já ir aquecendo, dá pra colocar no aleatório e revisitar algumas das faixas que marcaram a trajetória do festival:
https://open.spotify.com/embed/playlist/52YjTuJw0jEozwJVMw1D9R
Mais informações sobre ingressos, setores e regulamentos podem ser conferidas no site oficial do Planeta Atlântida.
Leitura recomendada na Rap Growing
Se você curte festival, verão e cultura urbana, vale conferir também outras matérias da Rap Growing:
- Guia de festivais de rap e trap pelo Brasil
- A relação histórica do Charlie Brown Jr. com o Planeta Atlântida
- Como o trap conquistou os grandes festivais brasileiros
RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO
Fontes
- Comunicado oficial e informações históricas do Planeta Atlântida
- Site oficial do festival
- Programações e coberturas especiais na TV, rádio e plataformas digitais
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Mulheres ocupam o Mad in Brazza 2026 e reforçam nova fase do rap e trap nacional
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Mad in Brazza chega à 5ª edição e expande sua história com eventos em Curitiba e São Paulo
Entretenimento
Mulheres ocupam o Mad in Brazza 2026 e reforçam nova fase do rap e trap nacional
Published
2 semanas agoon
julho 23, 2026
Com Slipmami, Budah e MC Luanna no line-up de Curitiba, festival evidencia uma mudança importante dentro da música urbana brasileira: mulheres deixando de ser exceção para assumir protagonismo.
O Mad in Brazza 2026 chega à sua edição de Curitiba com um recorte importante para a música urbana brasileira. Além de reunir grandes nomes do rap, trap e R&B nacional, o festival também coloca em destaque artistas mulheres que vêm ajudando a redesenhar o espaço feminino dentro de uma cena historicamente marcada pela predominância masculina.
Entre as atrações confirmadas no evento estão Slipmami, Budah e MC Luanna, três artistas com trajetórias, linguagens e propostas diferentes, mas que carregam algo em comum: a presença de mulheres ocupando a linha de frente da cultura urbana sem precisar pedir licença.
O peso dessa presença fica ainda maior quando se olha para o cenário geral da indústria. Segundo dados do relatório Mulheres na Música 2026, produzido pelo ECAD, embora o rendimento feminino em direitos autorais tenha crescido 33% em 2025 e mais de 54 mil mulheres tenham ingressado na gestão coletiva da música no último ano, elas ainda representam apenas 10% dos beneficiários dos direitos autorais distribuídos no Brasil.
O mesmo levantamento mostra que, entre os 100 autores com maior rendimento no país, apenas 2% são mulheres. Além disso, somente 11 das 100 músicas mais executadas em shows contam com participação feminina na autoria. Ou seja, a presença feminina está crescendo, mas a desigualdade ainda é estrutural.

Rap feminino não é tendência, é construção
Falar de mulheres no rap e no trap hoje não pode ser tratado como detalhe de programação ou cota simbólica. A presença feminina na música urbana brasileira é fruto de anos de insistência, enfrentamento e construção em uma cena que, muitas vezes, abriu espaço para mulheres apenas quando elas já estavam grandes demais para serem ignoradas.
No rap, essa disputa sempre foi dupla. Além de provar talento, técnica, presença e identidade, mulheres também precisaram enfrentar a ideia ultrapassada de que a cultura hip-hop era naturalmente masculina. Só que a história vem mostrando o contrário. O rap feminino sempre existiu, sempre produziu narrativa, sempre trouxe denúncia, estilo, autoestima, vivência e visão de mundo. O que faltou, durante muito tempo, foi estrutura, investimento, escala e reconhecimento.
Por isso, quando um festival como o Mad in Brazza reúne artistas como Slipmami, Budah e MC Luanna, o ponto não é apenas “ter mulheres no line-up”. O ponto é mostrar que a cena urbana brasileira ficou mais interessante, mais plural e mais real quando essas vozes começaram a ocupar lugares maiores.
Slipmami e a estética de uma nova geração
Slipmami é um dos nomes que melhor representam a virada estética da nova geração. Misturando trap, funk, R&B e internet culture, a artista construiu uma identidade própria, com visual, linguagem e sonoridade reconhecíveis.
Seu impacto não vem apenas das músicas, mas da forma como ela ocupa o imaginário da cena. Slipmami representa uma geração de artistas que entende estética como extensão da música. A imagem, o comportamento, o jeito de comunicar e a sonoridade caminham juntos.
Dentro de um festival voltado para rap e trap, sua presença reforça como a nova música urbana brasileira já não cabe em uma única fórmula. O som pode flertar com funk, R&B, trap, pop e ainda assim seguir conectado à rua, à juventude e à cultura de internet.
Budah e a força do R&B dentro da música urbana
Budah chega ao Mad in Brazza como uma das vozes que ajudam a ampliar o campo emocional da música urbana nacional. Sua obra transita entre R&B, rap, soul e sonoridades contemporâneas, trazendo temas como autoestima, relações, vulnerabilidade e vivência feminina.
Esse tipo de presença é importante porque mostra que o rap e o trap não vivem apenas de agressividade, punchline ou performance de domínio. A música urbana também é espaço de afeto, fragilidade, desejo, reconstrução e identidade.
Budah representa esse lugar com naturalidade. Ela não entra na cena tentando reproduzir uma fórmula masculina. Pelo contrário, sua força está em afirmar outra perspectiva, outra textura e outra forma de narrar sentimentos dentro da cultura urbana.
MC Luanna e o rap como denúncia e posicionamento
MC Luanna ocupa outro lugar essencial dentro desse recorte. Sua presença leva para o palco letras que dialogam com questões raciais, sociais e o protagonismo feminino. Em uma cena onde muitas mulheres ainda precisam transformar vivência em resistência pública, Luanna aparece como uma artista que entende o rap também como ferramenta de denúncia.
O trabalho dela reforça uma verdade antiga do hip-hop: música urbana nunca foi apenas entretenimento. Desde o começo, rap foi forma de falar sobre território, desigualdade, violência, raça, gênero, sobrevivência e identidade.
No caso de MC Luanna, esse discurso ganha ainda mais força porque parte de uma perspectiva que durante muito tempo foi empurrada para a margem dentro da própria cena. Sua presença no festival mostra que o protagonismo feminino no rap não é só sobre ocupar palco, mas também sobre disputar narrativa.
Mad in Brazza e o retrato de uma cena mais plural
Ao reunir Slipmami, Budah e MC Luanna ao lado de grandes nomes do rap e trap nacional, além da atração internacional Ty Dolla $ign, o Mad in Brazza reforça um retrato mais próximo da música urbana contemporânea. A cena não é mais uma coisa só. Ela é feita de vertentes, vozes, gêneros, estéticas, regiões e experiências diferentes.
Essa diversidade não enfraquece o festival. Pelo contrário, fortalece. O público que acompanha rap e trap hoje consome diferentes linguagens dentro do mesmo universo cultural. Vai do trap melódico ao R&B, do funk ao rap de mensagem, da estética digital ao som de rua.
Quando mulheres aparecem nesse centro, o festival também conversa com uma mudança maior da própria indústria. Ainda existe desigualdade, ainda existe sub-representação e ainda existe um caminho longo até que a presença feminina seja tratada com a mesma naturalidade que a masculina. Mas a direção está posta.
Curitiba recebe o Mad in Brazza 2026
A edição de Curitiba do Mad in Brazza 2026 acontece no dia 8 de agosto de 2026, no Expotrade Convention Center, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.
O evento reúne atrações nacionais e internacionais, com destaque para Ty Dolla $ign, além de nomes da cena brasileira como Slipmami, Budah, MC Luanna e outros artistas que representam diferentes caminhos da música urbana atual.
Mais do que um festival de rap e trap, o Mad in Brazza chega em 2026 como um espaço de encontro entre público, cena, estética e comportamento. E, neste ano, o protagonismo feminino aparece como um dos pontos mais importantes dessa narrativa.
Serviço – Mad in Brazza em Curitiba
Data: sábado, 8 de agosto de 2026
Abertura dos portões: 11h
Início dos shows: 12h
Local: Expotrade Convention Center – Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais/PR
Classificação: +18 anos
Ingressos: bilheteriadigital.com/mad-in-brazza-08-de-agosto
Valores: a partir de R$ 65,00
Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei
Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível
Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321
Produção: Morgot Produções
Site: madinbrazza.com.br
Redes: @madinbrazza
No fim, a presença de Slipmami, Budah e MC Luanna no Mad in Brazza 2026 aponta para algo maior do que um line-up forte. Aponta para uma cena em movimento, onde o rap feminino deixa de ser tratado como exceção e passa a ocupar o lugar que sempre deveria ter ocupado: o centro da conversa.
RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.
Entretenimento
Mad in Brazza chega à 5ª edição e expande sua história com eventos em Curitiba e São Paulo
Published
4 semanas agoon
julho 7, 2026
Festival dedicado ao rap e ao trap amplia sua presença nacional em 2026, mantém Curitiba como base histórica e estreia em São Paulo com line-up que une nomes do Brasil e atração internacional.
O Mad in Brazza chega à sua 5ª edição vivendo o momento mais importante de sua trajetória. Depois de consolidar seu nome no calendário da música urbana brasileira, o festival inicia uma nova fase em 2026 com eventos em duas capitais estratégicas: Curitiba, cidade onde construiu sua história, e São Paulo, onde desembarca pela primeira vez.
Nascido no Paraná em 2022, o Mad in Brazza cresceu acompanhando a evolução do rap e do trap no Brasil. Ao longo de quatro edições, reuniu milhares de fãs, fortaleceu sua identidade como festival voltado para a cultura urbana e passou a ocupar um espaço importante entre os grandes eventos do gênero no país.
A expansão para São Paulo representa um passo simbólico e estratégico. Curitiba segue como território de origem, onde o festival criou base, público e reputação. Já a capital paulista entra como novo palco para uma marca que quer ampliar sua presença nacional e se conectar com o maior mercado da música urbana brasileira.
Curitiba recebe a abertura da edição 2026
A programação começa no dia 8 de agosto de 2026, em Curitiba, no Expotrade Convention Center. O line-up reúne alguns dos principais nomes da música urbana nacional e ainda traz uma atração internacional de peso.
A presença de Ty Dolla $ign marca um dos momentos mais fortes da história do festival. O artista norte-americano coloca Curitiba no circuito de grandes atrações internacionais ligadas ao rap e ao R&B, reforçando a ambição do Mad in Brazza de crescer sem abandonar sua essência.
Além do line-up, a edição curitibana chega com estrutura ampliada e proposta de experiência imersiva, mantendo a ideia de que o festival não é apenas uma sequência de shows, mas um ambiente pensado para quem vive a cultura do rap e do trap.

São Paulo entra no mapa do Mad in Brazza
No dia seguinte, 9 de agosto de 2026, o Mad in Brazza estreia em São Paulo, ocupando o Novo Anhangabaú, um dos espaços mais simbólicos da capital paulista quando o assunto é grande evento, circulação urbana e cultura de rua.
A chegada a São Paulo acontece com um line-up formado por Ty Dolla $ign, WIU, Yunk Vino, Alee, Kayblack e Vulgo FK. A programação reúne artistas que representam diferentes fases, públicos e sonoridades do rap e do trap contemporâneo.
Para o festival, São Paulo não é apenas mais uma praça. A cidade carrega um peso histórico dentro do hip-hop nacional, sendo berço de alguns dos maiores nomes do gênero e um dos principais centros de consumo, produção e circulação da música urbana no Brasil.
Levar o Mad in Brazza para o Novo Anhangabaú também aproxima o festival de um território que conversa diretamente com sua proposta: rua, centro, público diverso, grande escala e cultura urbana em movimento.
Um festival pensado para quem vive rap e trap
Mais do que reunir nomes grandes, o Mad in Brazza se posiciona como uma experiência voltada para o público que realmente acompanha rap, trap e suas ramificações. A proposta é criar um ambiente onde a cultura urbana não entra como detalhe de programação, mas como eixo principal do evento.
“A essência do Mad in Brazza está na experiência que ele proporciona. É uma vibe muito única, diferente de festivais que misturam diversos estilos musicais. Aqui, tudo é pensado para quem vive a cultura do rap e do trap. É uma energia pulsante, intensa, que faz o público sentir que pertence àquele lugar, como se estivesse voltando para casa. E esse também é um dos grandes diferenciais do festival: cada edição é única. O público precisa entender que o Mad in Brazza está sempre evoluindo e que cada experiência será diferente da anterior”, afirma o fundador Tiago Moreira.
A fala resume bem o momento do festival. O Mad in Brazza quer crescer, mas sem virar um evento genérico. A força está justamente em manter a linguagem ligada à cena, ao público jovem, ao comportamento de rua e à energia dos artistas que hoje movimentam a música urbana brasileira.
Curitiba como origem, São Paulo como expansão
A escolha das duas cidades ajuda a contar a história desta edição. Curitiba representa a origem, o lugar onde o festival nasceu e se desenvolveu desde a primeira edição. É ali que o Mad in Brazza construiu sua comunidade inicial e provou que havia público, demanda e força para um festival dedicado ao rap e ao trap.
São Paulo representa o próximo passo. Ao estrear na maior cidade do país, o festival amplia sua escala e se coloca diante de um público ainda maior, em um mercado que sempre teve papel central na história do hip-hop brasileiro.
Essa combinação transforma a 5ª edição em um marco. O Mad in Brazza não está apenas repetindo uma fórmula que deu certo. Está expandindo território, testando novas possibilidades e reforçando sua intenção de ocupar um espaço nacional dentro da cultura urbana.
Serviço – Mad in Brazza em Curitiba
Data: sábado, 8 de agosto de 2026
Abertura dos portões: 11h
Início dos shows: 12h
Local: Expotrade Convention Center – Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais/PR
Classificação: +18 anos
Ingressos: bilheteriadigital.com/mad-in-brazza-08-de-agosto
Valores: a partir de R$ 65,00
Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei
Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível
Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321
Produção: Morgot Produções
Site: madinbrazza.com.br
Redes: @madinbrazza
Serviço – Mad in Brazza em São Paulo
Data: domingo, 9 de agosto de 2026
Abertura dos portões: 13h
Local: Novo Anhangabaú – Av. São João, R. Formosa, Centro Histórico de São Paulo/SP
Classificação: +18 anos
Ingressos: beta.meubilhete.com.br/mad-in-brazza-sao-paulo
Valores: a partir de R$ 78,00
Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e PcD, conforme lei
Ingresso solidário: desconto mediante entrega de 1kg de alimento não perecível
Camarotes e parcerias: WhatsApp (41) 99595-1321
Produção: Morgot Produções
Site: madinbrazza.com.br
Redes: @madinbrazzasp
Com duas cidades, line-up forte e uma atração internacional puxando a nova fase, o Mad in Brazza chega à 5ª edição como um festival em expansão, mas ainda conectado àquilo que o fez crescer: rap, trap, público fiel e experiência de cultura urbana.
RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.
Entretenimento
Planeta Atlântida 2026 divulga horários oficiais e se prepara para celebrar 30 anos de história
Published
6 meses agoon
janeiro 27, 2026
A contagem regressiva já começou. Nos dias 30 e 31 de janeiro, a Saba, em Atlântida, no litoral norte do Rio Grande do Sul, volta a receber milhares de pessoas para o Planeta Atlântida 2026. A edição é especial: o maior festival de música do sul do país completa 30 anos reunindo gerações, estilos e momentos que ajudaram a moldar a cena cultural brasileira.
Com os horários oficiais agora divulgados, o festival reforça sua proposta de diversidade musical, trânsito entre gêneros e experiência completa para o público, mantendo a tradição que fez do Planeta um dos eventos mais aguardados do verão gaúcho.
Sexta-feira (30): tradição, hits e novas gerações
A sexta-feira começa no Palco Planeta com um ritual que atravessa gerações. Às 17h50, Neto Fagundes abre oficialmente o festival com o Hino Rio-Grandense. Na sequência, Veigh & Supernova representam a nova fase do trap nacional às 18h.
Às 19h30, o piseiro de João Gomes toma conta da Saba, seguido pelo pop rock de Jota Quest, às 21h. Um dos momentos mais aguardados da noite acontece às 22h30, quando Anitta assume o palco principal. Já na madrugada, Menos é Mais convida Matheus Fernandes se apresenta à 0h20, seguido por Zé Neto & Cristiano, à 1h50. A primeira noite se encerra com Luísa Sonza, a partir das 3h20.
No Palco Atlântida, a sexta começa às 17h30 com Isa Buzzi. O rock gaúcho ganha destaque com Nenhum de Nós, às 19h, e Reação em Cadeia, às 20h30. O reggae de Maneva embala o público às 22h, seguido pelo peso de Raimundos, às 23h30. Ebony se apresenta à 1h e o Baile da Syon encerra a noite às 2h30.
Sábado (31): trap, funk, nostalgia e grandes espetáculos
O segundo dia começa no Palco Planeta com Armandinho, às 18h. Às 19h30, Belo leva o romantismo para a Saba, seguido por Ludmilla, às 21h, em um show que transita entre funk, pagode e pop.
A sofrência toma conta às 22h30 com Simone Mendes. À meia-noite, Matuê apresenta sua nova fase, preparando o terreno para o espetáculo visual de Alok, às 1h30. O encerramento do Palco Planeta fica por conta de Dennis convoca Tília, às 3h10, celebrando gerações do funk.
No Palco Atlântida, o sábado começa às 17h com a ATL Bands, seguido por Brandão, às 17h50, e Wiu, às 19h. Vitor Kley sobe ao palco às 20h30. Às 22h, Marcão Britto & Thiago Castanho celebram o legado do Charlie Brown Jr.. Diego & Victor Hugo se apresentam às 23h30, e a madrugada segue com Comunidade Nin-Jitsu, à 1h, com participações especiais. O encerramento fica por conta do Bonde do Tigrão, às 2h30.
Ingressos, classificação e informações
O Planeta Atlântida respeita a classificação indicativa: menores de 14 anos não entram no evento, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Os ingressos estão disponíveis no site oficial do Planeta Atlântida e nas Lojas Renner da Av. Otávio Rocha, 184, e do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre. As entradas podem ser parceladas em até seis vezes sem juros — clientes Banrisul podem parcelar em até 10 vezes.
30 anos de Planeta Atlântida
Realizado pelo Grupo RBS e DC Set Group, o Planeta Atlântida é o maior festival de música do sul do país e acontece desde 1996. Ao longo de três décadas, mais de 1,4 mil atrações nacionais e internacionais já passaram pelos palcos do evento, somando mais de 900 horas de música e consolidando o festival como um verdadeiro encontro de gerações.
RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO
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