Música

Criolo revisita ‘Nó na Orelha’ no Tiny Desk Brasil 15 anos depois

Criolo revisita Nó na Orelha no Tiny Desk Brasil com músicos da gravação original, 15 anos depois do álbum que ampliou seu alcance.

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Criolo voltou ao repertório de Nó na Orelha no Tiny Desk Brasil desta terça-feira, 6 de outubro, em uma apresentação que recoloca o disco de 2011 no centro da conversa 15 anos depois de seu lançamento. O episódio reuniu o rapper com músicos ligados à gravação original e trouxe canções como “Subirusdoistiozin” e “Não Existe Amor em SP”.

Mais do que uma sessão de nostalgia, a apresentação funciona como um retrato de como aquele álbum atravessou gerações sem perder a força. Nó na Orelha ampliou o alcance de Criolo ao misturar rap com samba, soul, afrobeat e outras referências, e o formato intimista do Tiny Desk aproxima novamente essas músicas de seus arranjos e intérpretes.

Criolo reencontra a banda de Nó na Orelha

A sessão foi produzida com a presença de músicos que participaram da gravação do álbum, reforçando o caráter de reencontro. Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, nomes centrais na construção sonora do projeto, aparecem novamente associados à apresentação. A cobertura da Billboard Brasil destacou justamente essa volta às origens como o eixo do episódio.

O momento também dialoga com a fase atual de Criolo, que segue circulando por festivais e projetos de grande alcance. A Rap Growing acompanhou recentemente sua presença no line-up do Psica 2026 ao lado de Don L e Marcelo D2, mostrando como o rapper continua conectado a diferentes gerações e públicos.

Por que Nó na Orelha ainda importa 15 anos depois

Lançado em 2011, o disco marcou uma virada na trajetória de Criolo ao colocar o rap brasileiro em diálogo direto com outras tradições da música nacional e internacional sem diluir sua identidade. Faixas como “Não Existe Amor em SP” ganharam vida própria, enquanto o conjunto do álbum ajudou a ampliar a percepção sobre o que um disco de rap brasileiro poderia soar naquele momento.

O Tiny Desk Brasil aproveita esse repertório para contar uma história maior do que a própria sessão: a de um álbum que envelheceu como obra de catálogo, não apenas como documento de época. A apresentação completa foi disponibilizada nesta terça no canal oficial do projeto, e a cobertura do Correio do Povo também registrou o reencontro.

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