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Música

“Entre Amores e Bailes”: Kweller aposta no funk com o R&B em nova fase da carreira

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Projeto conta com participação de MC Pedrinho e já está disponível nas plataformas digitais

Após estrear no funk, o cantor Kweller lança, nesta quinta-feira (7/8), o EP “Entre Amores e Bailes”. Com participações de MC Pedrinho e Yuri Redicopa, entre outros, o projeto já está disponível nas plataformas digitais.

“Entre Amores e Bailes” marca uma nova fase na carreira de Kweller. Considerado um dos precursores do trap no Brasil, o artista soma mais de 10 anos de trajetória e uma série de hits em sua discografia. Agora, aposta em uma nova estética sonora que abraça um dos ritmos mais populares do país: o funk.

“Foi refrescante fazer algo em um estilo novo! Sinto que estava martelando nas mesmas coisas há algum tempo, então sair um pouco da curva faz bem. Estou bem feliz com o resultado e espero que os fãs curtam”, conta o cantor.

Reconhecido também por sua versatilidade, Kweller assina a produção, mixagem e masterização do projeto — trabalho que também realizou no álbum “Paraíso Tóxico”, lançado no ano passado. A identidade sonora do EP transita entre o funk brasileiro e o R&B.

“Meu primeiro som no funk, ‘Sobe o Tom’, já trazia um pouco dessa mistura, que acredito que tem tudo a ver e batizei de ‘funk & B’. Acho que consegui imprimir minha identidade, e esse é um bom começo para essa nova etapa da minha carreira, em que pretendo explorar cada vez mais novas sonoridades”, adianta o artista.

Composto por seis faixas, o EP reúne um time de peso: MC Pedrinho, Yuri Redicopa e os parceiros de longa data Sotam e Enzo Cello. Além do clipe de “Sobe o Tom”, já disponível, todas as outras faixas contarão com visualizers no YouTube.

Antes do lançamento do EP, Kweller já havia disponibilizado duas faixas: “tô apaixonado <3”, em março, e “Amor”, lançada em maio. Com produção musical de Matheus Muniz e Rob, a última traz a participação de Franco, The Sir, e retrata a intensa e conturbada relação de um casal envolvido em uma paixão marcada por idas e vindas.

Música

Dressa levou “Efeito Borboleta” ao palco do CAOS e marcou fase histórica da carreira em Campinas

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A cantora Dressa viveu uma noite especial na última sexta-feira (23/1), ao apresentar, no CAOS, em Campinas (SP), o show inédito do álbum “Efeito Borboleta”. A performance marcou a estreia oficial do projeto nos palcos e consolidou um dos momentos mais importantes de sua trajetória solo.

O evento também contou com apresentação de MC PH e reuniu um público que acompanhou de perto a força estética, musical e emocional do novo capítulo da artista no rap nacional.

Uma apresentação intensa, madura e cheia de identidade

No palco, Dressa transformou “Efeito Borboleta” em experiência. Mais do que reproduzir o álbum ao vivo, a artista construiu uma narrativa, conectando música, presença e emoção em uma apresentação que mostrou maturidade, domínio vocal e leitura de público.

Ao longo do show, ficou evidente o cuidado com arranjos, transições e clima. A artista conseguiu transportar para o palco as duas faces do disco: a crua e a sensível, a intensa e a introspectiva, a urbana e a emocional.

“Efeito Borboleta” como obra central da noite

Lançado em dezembro, “Efeito Borboleta” é o primeiro álbum solo da carreira de Dressa e foi o grande protagonista da apresentação. Com 15 faixas, o projeto é dividido em duas narrativas complementares.

A primeira parte aborda sobrevivência e reconstrução, com forte presença do trap e do funk, criando atmosferas densas, de conflito e vivência real. Já a segunda parte apresenta uma Dressa mais sensível, consciente e introspectiva, incorporando elementos do R&B e texturas melódicas.

Essa dualidade foi traduzida com precisão no show, reforçando a força conceitual do disco também no formato ao vivo.

Produção refinada e time de peso

O álbum contou com realização da Capital Entertainment e direção criativa assinada por C.Z, reunindo um time de produtores que contribuiu diretamente para o impacto do projeto.

Participaram da construção sonora nomes como Pedro Lotto, Portugal no Beat, Caio Passos, Wey, Gustah, C.Z, Duani e RalphTheKid, responsáveis por uma paleta musical que equilibra potência e sensibilidade sem perder a essência da rua.

Participações que ampliaram a versatilidade

As colaborações do disco também foram refletidas no clima da apresentação. As faixas com participações reforçaram a versatilidade da artista e seu trânsito por diferentes universos da música urbana.

O projeto reúne nomes consolidados como MC Tuto, MC GP, Azzy e Cynthia Luz, além de talentos emergentes como Franco The Sir, DU’L e ZAM, ampliando o alcance artístico do álbum.

MC PH e DJs completaram a noite

A programação também contou com o show de MC PH, um dos nomes mais potentes do funk atual. Com repertório recheado de hits, o artista entregou uma apresentação intensa, direta e conectada com o público.

Os DJs BRUQ, MOUSE e THURZZZ completaram a line-up, mantendo a energia da casa ao longo de toda a noite.

Um marco na trajetória solo de Dressa

A estreia de “Efeito Borboleta” nos palcos deixou claro que Dressa vive um momento de consolidação artística. O show no CAOS simbolizou autonomia criativa, amadurecimento estético e domínio de narrativa.

Mais do que um lançamento bem-sucedido, a apresentação representou a afirmação de uma artista que encontrou sua voz, sua estética e seu espaço dentro da música urbana brasileira.


Leia também na Rap Growing

Fontes

  • Material enviado à redação (assessoria/press release).

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

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“FAZ MACETE”: PJ Houdini se joga no funk em parceria com Biel do Furduncinho e MC Rodrigo do CN

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Depois de se destacar como uma das promessas do trap carioca, PJ Houdini vira a chave e inicia 2026 apostando em novos caminhos. O artista mergulha no funk em “FAZ MACETE”, faixa que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (30/1), em parceria com Biel do Furduncinho e MC Rodrigo do CN.

O lançamento marca a estreia musical de PJ no ano e reforça sua disposição em transitar por diferentes sonoridades, sem perder conexão com a estética urbana que construiu sua trajetória.

Funk, lifestyle e energia de verão

“FAZ MACETE” reúne elementos centrais do funk carioca contemporâneo, traduzindo a estética de rua conectada à ostentação, redes sociais e vida noturna. O resultado é um som direto, viciante e pensado para funcionar tanto nas pistas quanto no ambiente digital.

“Acho que conseguimos entregar tudo o que um hit pede: tem refrões marcantes e versos que retratam o lifestyle urbano, com um beat muito viciante.”

“É um funk de impacto, feito para tocar alto e funcionar tanto nas festas quanto no feed.”

A faixa se posiciona como uma forte candidata a hit do verão, conectando ritmo, imagem e comportamento em um mesmo pacote.

Produção agressiva e feats que elevam a vibe

Com produção assinada por Kosta e Ajaxx, a música segue a linha do funk mais agressivo e comercial, com batida pesada, groove hipnótico e estrutura pensada para prender o ouvinte desde os primeiros segundos.

A presença de Biel do Furduncinho e MC Rodrigo do CN amplia o alcance da faixa e reforça a proposta sonora, somando experiência, identidade e peso de cena.

“Estou muito feliz com a parceria com o Biel e o Rodrigo. São dois artistas que são referências e que admiro muito.”

“Eles entraram de cabeça na faixa e conseguiram trazer ainda mais potência para o som.”

“Apesar de ser um som diferente do que eu vinha lançando, tenho certeza que o público vai gostar muito.”

Nova fase após “Pretexto”

Antes de “FAZ MACETE”, PJ Houdini havia lançado, no final de 2025, a faixa “Pretexto”, em parceria com Caio Luccas. A música abriu os trabalhos do projeto “Pablo Juan Deluxe – A Vida Continua”, dando sequência ao ciclo iniciado no álbum “Pablo Juan”.

Agora, ao flertar com o funk de forma mais direta, o artista amplia seu repertório e mostra disposição para explorar novos territórios dentro da música urbana.

Versatilidade e conexão com o público

“FAZ MACETE” simboliza um momento de experimentação consciente na carreira de PJ Houdini. Sem abandonar sua base no trap, ele incorpora o funk como ferramenta de expansão, buscando diálogo com novos públicos e reforçando sua presença no mercado.

O lançamento chega como um passo estratégico dentro de uma trajetória que segue em construção, apostando em versatilidade, timing e leitura de cenário.


Onde ouvir “FAZ MACETE”

Leia também na Rap Growing

Fontes

  • Material enviado à redação (press release).

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

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OCTANE, de Don Toliver: por que o álbum encaixa na história cultural do trap

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Não é “álbum pra tocar alto” e pronto. OCTANE funciona como um retrato de fase: do artista, do gênero e do público. O trap passou anos sendo tratado só como impacto imediato — o drop, o refrão, o replay rápido. Só que, de um tempo pra cá, ele vem pedindo outra leitura: atmosfera, identidade e experiência. E é justamente aí que Don Toliver entra mais forte.

O trap mudou: do choque à atmosfera

O trap nasce cru, direto, “vida real” sem filtro. Mas o gênero, como qualquer cultura viva, não ficou parado. Com o tempo, o trap começou a competir também em mundo: estética, clima, textura, narrativa. A música deixou de existir só pra “bater” e passou a existir pra envolver.

OCTANE é filho desse momento. Não é a escola da pancada seca — é a fase do trap que entende que o ouvinte de hoje vive acelerado, atravessado por informação, pressão, cobrança, ansiedade e excesso. Então o som precisa acompanhar isso: camadas, densidade e sensação de movimento.

OCTANE não é sobre velocidade literal — é sobre movimento

A primeira armadilha do disco é achar que “octane” é só carro e corrida. A ideia que segura o álbum é outra: movimento constante. Movimento de fase, de identidade, de direção artística. A sensação de não conseguir ficar parado — nem por fora, nem por dentro.

Por isso a experiência do álbum parece acontecer no “entre”: você já saiu de um lugar, mas ainda não chegou no próximo. Esse intervalo é onde muita gente se perde — e também onde muita gente cria. OCTANE transforma esse espaço num som que parece estar sempre em trânsito.

Psicodelia e futurismo: quando estética vira linguagem

Um dos pontos mais fortes do disco é como ele usa psicodelia e futurismo sem parecer fantasia vazia. Não é “look sci-fi” pra vender imagem — é linguagem sonora. Você sente isso nos timbres, no brilho controlado, nas ambiências que criam um espaço ao redor da voz. OCTANE não soa preso numa era específica: ele parece levemente deslocado no tempo.

Essa sensação casa perfeitamente com o trap contemporâneo, que já não é só “rua”: é também sonho, escapismo, insônia, noite, cidade. Um gênero que aprendeu a falar do interior sem perder o peso.

R&B + trap no mesmo corpo: a fusão ficou madura

Don Toliver é um artista que não cabe em uma caixa só. OCTANE mostra isso com clareza: o trap aqui não compete com a melodia — ele abraça a melodia. O R&B não entra pra “amaciar” o som: entra pra aprofundar. É uma fusão mais madura, onde a voz vira motor e a produção vira cenário.

Esse ponto é culturalmente importante, porque o trap hoje não se sustenta apenas no personagem agressivo. O público passou a valorizar uma coisa que antes era vista como fraqueza: vulnerabilidade. E esse disco entende esse momento sem forçar emoção de vitrine.

Faixas que ajudam a entender o álbum

Existem músicas que funcionam como “portas de entrada” pra proposta do OCTANE. Duas que chamaram atenção cedo foram “Call Back” e “Body”. E não só por serem “as melhores” no senso comum, mas porque elas revelam o que esse disco está tentando fazer: criar estado, não só refrão.

“Call Back”

Aqui você sente o lado mais atmosférico do trap. Em vez de buscar explosão imediata, a música cresce no detalhe, na textura, no clima. É o tipo de faixa que não se esgota no primeiro play — ela volta maior quando você ouve de novo.

Body

“Body” mostra a psicodelia como ferramenta: repetição, camadas e uma presença que hipnotiza. Não é música “pra provar técnica” — é música pra puxar o ouvinte pra dentro da mesma sensação que o álbum quer construir.

O trap depois do topo: pressão constante e controle

Se no começo o trap falava muito sobre chegar, hoje ele fala sobre se manter. E isso é uma mudança cultural enorme. O topo tem outro tipo de guerra: exposição, cobrança, expectativa, ritmo insustentável. OCTANE conversa com esse cenário o tempo todo.

E aqui vale o detalhe “estratégico” do conceito: octanagem é resistência sob pressão. Não é sobre correr — é sobre não explodir. O álbum funciona como metáfora desse estado: energia alta, mas com direção; peso, mas sem colapso; movimento, mas sem perder o eixo.

Então… OCTANE é revolucionário?

A palavra “revolucionário” às vezes vira exagero. OCTANE não inventa o trap do zero, nem “muda tudo sozinho”. O mérito dele é outro: ele consolida uma fase. Uma fase em que o trap vira experiência, em que a estética vira linguagem e em que o artista precisa sustentar identidade sem depender de truques.

OCTANE empurra o gênero pra frente no sentido mais real: mostra que o trap pode envelhecer bem, ganhar densidade e continuar relevante sem virar caricatura de si mesmo.

Onde ouvir e continuar a viagem

Se você quiser sentir o disco como ele foi pensado, ouça na sequência e preste atenção na atmosfera, não só nos picos. Ouça no Spotify.

Pra entender a trajetória e o contexto da fase atual, vale também acompanhar um panorama geral da discografia e dos lançamentos do artista: perfil e discografia (referência).

E se você curte esse tipo de leitura (trap como cultura, não só como som), vê também as matérias do nosso arquivo: Rap Growing — matérias e especiais.

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