PCB e PSTU declararam apoio crítico à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. As duas siglas afirmaram que a prioridade é impedir a volta da família Bolsonaro ao Palácio do Planalto, mas deixaram claro que o posicionamento não representa adesão política a um eventual novo governo Lula.
No primeiro turno, os candidatos Hertz Dias, do PSTU, e Edmilson Costa, do PCB, tiveram votações residuais. A decisão das legendas mostra como parte da esquerda que fez oposição ao PT durante a campanha está recalculando sua posição diante da disputa direta entre Lula e Flávio Bolsonaro.
Apoio vem acompanhado de divergências explícitas
Segundo reportagem do UOL, o PSTU afirmou que fará “voto crítico no 13”, sem apoio ao governo Lula. O PCB seguiu linha semelhante e disse que a prioridade é derrotar o que classifica como extrema direita, preservando suas diferenças programáticas com o PT.
A movimentação se soma a outras alianças e reposicionamentos do segundo turno. A Rap Growing também acompanha como a esquerda reorganiza sua mobilização entre ruas e redes.
Segundo turno reorganiza forças à esquerda
O apoio crítico mostra que o segundo turno comprime diferenças entre partidos que disputaram o primeiro turno separados, mas não elimina as divergências. PCB e PSTU seguem defendendo programas próprios e mantêm críticas ao PT mesmo enquanto orientam voto em Lula contra Flávio Bolsonaro.
O segundo turno presidencial está marcado para 25 de outubro.
Crédito da capa: Poder360 / Reprodução.