Connect with us

MĂșsica

Billboard revela os maiores artistas de R&B/Hip-Hop do sĂ©culo 21 — Drake lidera o Top 10

Published

on

Lista retrospectiva da Billboard mede desempenho nos charts entre 2000 e 2024. Top 10 mistura titãs do rap e ícones do R&B — com Drake em #1.

Publicada pela Billboard na semana de 26–29 de agosto de 2025; cobertura de anĂșncio em 29/08/2025.

O que Ă© essa lista

A Billboard compilou o Top R&B/Hip-Hop Artists of the 21st Century a partir de performance histĂłrica nos seus dois painĂ©is do gĂȘnero — Top R&B/Hip-Hop Albums e Hot R&B/Hip-Hop Songs — cobrindo o perĂ­odo de janeiro/2000 a dezembro/2024. NĂŁo Ă© um “voto editorial”: Ă© um consolidado baseado em posiçÔes, semanas e picos nesses charts.

Ranking completo — Top 10 do sĂ©culo 21 (R&B/Hip-Hop)

  1. Drake
  2. Beyoncé
  3. The Weeknd
  4. Chris Brown
  5. Usher
  6. Lil Wayne
  7. JAY-Z
  8. Rihanna
  9. Eminem
  10. Alicia Keys

Top 10 conforme cobertura especializada com base no anĂșncio da Billboard.

Metodologia (resumo)

  • Janela: 2000–2024 (dados fechados atĂ© 31/12/2024).
  • Bases: desempenho em Hot R&B/Hip-Hop Songs e Top R&B/Hip-Hop Albums (entradas, picos, semanas).
  • Escopo do gĂȘnero: lista engloba tanto artistas de rap/hip-hop quanto de R&B (Ă© uma famĂ­lia de charts combinada).

Por que isso importa para o hip-hop

A liderança de Drake sintetiza duas dĂ©cadas de onipresença nos charts do gĂȘnero: sĂŁo 30 #1 em Hot R&B/Hip-Hop Songs e 15 #1 em Top R&B/Hip-Hop Albums apenas no recorte 2000–2024 — uma combinação rara de volume, picos e consistĂȘncia.

O Top 10 revela um pĂłdio hĂ­brido: o rap domina a conversa cultural, mas divide espaço com grandes nomes do R&B (BeyoncĂ©, The Weeknd, Usher, Alicia Keys, Rihanna). JĂĄ no eixo estritamente rap, pesos-pesados como Lil Wayne, JAY-Z e Eminem seguem entre os mais bem-sucedidos do sĂ©culo — um recado sobre longevidade e catĂĄlogo forte no streaming.

O pacote da Billboard incluiu ainda recortes complementares: Lil Baby lidera os Álbuns do SĂ©culo 21 com My Turn, e “Blinding Lights”, de The Weeknd, encabeça as CançÔes do SĂ©culo 21 no chart do gĂȘnero — peças que ajudam a mapear a força do hip-hop e seus vizinhos no R&B neste perĂ­odo.

Serviço

Categoria: Rankings ‱ Tags: Billboard, sĂ©culo 21, Drake, BeyoncĂ©, The Weeknd, Lil Wayne, JAY-Z, Eminem, R&B/Hip-Hop

MĂșsica

Zaki apresenta “Dracaena”, álbum que une ancestralidade afro-brasileira, instrumentos nativos e futurismo à nova MPB

Published

on

Em um momento onde grande parte da mĂșsica busca repetir fĂłrmulas prontas, Zaki escolheu outro caminho. O artista lançou seu primeiro ĂĄlbum completo de estĂșdio, “Dracaena”, projeto jĂĄ disponĂ­vel nas plataformas digitais e construĂ­do como uma verdadeira experiĂȘncia sensorial, estĂ©tica e narrativa.

Com base na black music, mas atravessando diferentes gĂȘneros com naturalidade, o disco propĂ”e uma releitura da mĂșsica popular brasileira sob uma visĂŁo contemporĂąnea e futurista. O resultado conecta periferia urbana, raĂ­zes rurais, espiritualidade e identidade nacional dentro de uma mesma obra.

Um ĂĄlbum que olha para o passado para imaginar o futuro

“Dracaena” nasce da busca por sonoridades autĂȘnticas e fora do convencional. Ao lado do produtor DJ Samu, Zaki construiu uma atmosfera que resgata memĂłrias musicais brasileiras para projetar novas possibilidades estĂ©ticas.

Mais do que um ĂĄlbum, o projeto funciona como uma proposta de nova MPB: moderna sem romper com a origem, experimental sem perder sentimento, brasileira sem precisar se explicar.

Instrumentos afro-brasileiros e indĂ­genas em diĂĄlogo com beats modernos

Um dos grandes diferenciais do disco estĂĄ na instrumentação. “Dracaena” utiliza mais de 10 instrumentos de origem afro-brasileira e indĂ­gena, entre eles cuĂ­ca, zabumba e berimbau, misturados a produçÔes eletrĂŽnicas contemporĂąneas.

Essa fusão cria uma sonoridade rara no mercado atual. O orgùnico encontra o digital sem parecer colagem forçada. Tudo soa vivo, conectado e intencional.

ReferĂȘncias culturais e identidade brasileira

As faixas tambĂ©m carregam recortes e samples que homenageiam nomes fundamentais da cultura nacional. ReferĂȘncias a Rita Lee, Elza Soares e GlĂłria Maria ajudam a ampliar o alcance simbĂłlico do ĂĄlbum.

É um trabalho que entende cultura como continuidade — onde passado e presente conversam o tempo inteiro.

Espiritualidade, memĂłria e crĂ­tica social

Nas temåticas, Zaki mergulha em questÔes profundas como sincretismo religioso, construção de identidade e opressÔes sociais. Entre os destaques do projeto estå um mantra em formato de trap eletrÎnico dedicado a Nossa Senhora Aparecida, além de homenagens à avó baiana do artista e às entidades de matriz africana.

Essa camada espiritual não aparece como estética vazia, mas como parte real da narrativa construída no ålbum.

Visual forte e universo coeso

Com vivĂȘncia no teatro e olhar apurado para o audiovisual, Zaki tambĂ©m desenvolveu uma identidade visual consistente para “Dracaena”. O projeto inclui quatro videoclipes lançados anteriormente, agora integrados ao universo completo do disco.

A capa do ålbum foi confeccionada manualmente pelo próprio artista, utilizando papelão e costura, criando textura tåtil e reforçando o caråter artesanal da obra.

JĂĄ a identidade visual trabalha tons terrosos e alaranjados, conectando o projeto Ă  terra, Ă  ancestralidade e ao calor simbĂłlico da cultura brasileira.

Uma estreia que chega com proposta clara

“Dracaena” nĂŁo Ă© um ĂĄlbum feito para seguir tendĂȘncia. É uma estreia que jĂĄ nasce com direção artĂ­stica definida, coragem criativa e senso de identidade raro para um primeiro disco.

Zaki chega propondo algo que muita gente fala, mas poucos conseguem entregar: originalidade com fundamento.

Onde ouvir e acompanhar

Spotify: Ouvir Zaki

YouTube: Canal Oficial

Instagram: @zakimattos

TikTok: @zakimattos

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Continue Reading

MĂșsica

“Menino Reis”: o álbum que apresentou West Reis para o Brasil

Published

on

Em 2024, o cearense West Reis fez mais do que lançar um projeto — ele se apresentou de vez para o cenário. “Menino Reis”, álbum com 8 faixas, chegou como um cartão de visita sólido, autoral e com identidade própria, daqueles que não dependem de fórmula pra funcionar.

O impacto veio rápido. O projeto já ultrapassa a marca de 400 mil streams nas plataformas digitais, com destaque para “Último Dia”, faixa que conta com participação de WIU e soma cerca de 200 mil plays de forma orgñnica.

Mais do que nĂșmeros, a mĂșsica ganhou força pelo conteĂșdo. A faixa mergulha em temas como tempo, escolhas e finitude — assuntos que, quando tratados com verdade, atravessam qualquer bolha.

Controle criativo e identidade forte

Um dos pontos que mais chama atenção em “Menino Reis” Ă© o nĂ­vel de controle criativo assumido por West. O artista esteve Ă  frente de praticamente todas as etapas do projeto: escolha de beats, mixagem e direção musical.

Isso se reflete diretamente no resultado. O ĂĄlbum nĂŁo soa fragmentado — ele Ă© coeso. Existe uma linha estĂ©tica clara, tanto no som quanto no visual, algo que ainda Ă© raro dentro da cena independente.

VivĂȘncia real acima de hype

As participaçÔes seguem essa mesma lĂłgica. Doode, Jvion e Jean da Rocinha nĂŁo estĂŁo no projeto por estratĂ©gia de alcance, mas por conexĂŁo real. SĂŁo artistas que fazem parte da caminhada, e isso aparece na forma como as mĂșsicas se constroem.

Esse tipo de escolha fortalece o que talvez seja o principal pilar do ĂĄlbum: autenticidade. “Menino Reis” nĂŁo tenta parecer algo — ele Ă©.

Trap nordestino com identidade

Sonoramente, West transita entre o trap e o funk, criando um equilĂ­brio que carrega tanto peso quanto musicalidade. Mas o diferencial nĂŁo estĂĄ sĂł na sonoridade, e sim na forma como ele usa isso para contar histĂłria.

Existe vivĂȘncia nas linhas, existe contexto, existe rua. E quando isso aparece de forma natural, o pĂșblico sente.

Um nome pra ficar de olho

“Menino Reis” marca o inĂ­cio de uma fase. NĂŁo Ă© um projeto que tenta provar tudo de uma vez, mas que deixa claro que existe direção, identidade e vontade de construir algo maior.

West Reis ainda está no começo da caminhada — mas com um ponto de partida desse, o movimento já começou a chamar atenção.

O menino cresceu. E agora, o resto do país começa a perceber.

Onde ouvir

O álbum “Menino Reis” já está disponível nas plataformas digitais.

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Continue Reading

MĂșsica

Protesto V transforma “Uma Dose de Esperança” em manifesto visual sobre fĂ©, resistĂȘncia e superação

Published

on

O grupo paulistano Protesto V apresentou o audiovisual de “Uma Dose de Esperança”, um dos lançamentos mais simbĂłlicos da nova fase do grupo e faixa que integra o ĂĄlbum Resgatando Autoestima. Gravado com imagens reais no centro de SĂŁo Paulo e na comunidade SĂŁo Remo, na zona Oeste da capital, o clipe constrĂłi uma narrativa sobre fĂ©, sobrevivĂȘncia e recomeço.

O trabalho aposta em uma linguagem visual que mistura cinema e inteligĂȘncia artificial, mas sem perder o vĂ­nculo com o territĂłrio. Em vez de usar tecnologia como enfeite, o audiovisual coloca esse recurso a serviço de uma mensagem maior: a de que ainda existe espaço para esperança em meio Ă  dureza da vida urbana.

Uma mĂșsica que rompe com a linha mais agressiva do grupo

Para PatĂȘ, fundador e principal voz do Protesto V, “Uma Dose de Esperança” ocupa um lugar diferente dentro da trajetĂłria do grupo. Conhecido por letras de contestação, denĂșncia e enfrentamento, o Protesto V escolheu aqui um caminho mais sensĂ­vel, sem abandonar a verdade que sempre marcou sua identidade.

“Uma Dose de Esperança Ă© um tema forte. É uma mĂșsica diferente, que quebra um pouco a contestação que a gente sempre trouxe, aquele rap gangsta, consciente, antissistema, para falar de algo que todo mundo precisa: esperança.”

A faixa nasceu de uma ideia desenvolvida por PatĂȘ ao lado de Dox Bacari, do grupo Manos Urbanos, e reĂșne ainda participaçÔes de Sonny, do Rota de ColisĂŁo, alĂ©m de Dudinha, que assina o refrĂŁo.

Autoestima como conceito central

Mais do que uma mĂșsica isolada, “Uma Dose de Esperança” dialoga diretamente com o conceito do ĂĄlbum Resgatando Autoestima. A proposta do disco jĂĄ indica um olhar voltado Ă  reconstrução emocional e simbĂłlica das pessoas que atravessam realidades difĂ­ceis, e a faixa se encaixa exatamente nesse eixo.

“O tema do nosso disco jĂĄ fala em resgatar a autoestima, e eu vejo que essa mĂșsica levanta a autoestima das pessoas.”

Essa escolha reforça uma dimensĂŁo importante do rap feito na periferia: alĂ©m da denĂșncia, ele tambĂ©m pode ser ferramenta de acolhimento, força e reconstrução.

Centro, quebrada e tecnologia na mesma narrativa

Produzido por Policeno, o videoclipe foi gravado com imagens reais em dois pontos simbĂłlicos: o centro de SĂŁo Paulo e a comunidade SĂŁo Remo. A escolha das locaçÔes amplia a força do vĂ­deo, porque conecta a mĂșsica a cenĂĄrios concretos, marcados por desigualdade, circulação e sobrevivĂȘncia.

Ao mesmo tempo, o uso de sequĂȘncias criadas com inteligĂȘncia artificial amplia os caminhos visuais do projeto e adiciona novas camadas ao discurso. O resultado Ă© um clipe que experimenta sem romper com a realidade — pelo contrĂĄrio, parte dela para criar novas possibilidades de leitura.

MĂșsica, comunicação e realidade social

O audiovisual tambĂ©m reforça o elo entre rap, comunicação e periferia ao reunir participaçÔes de FĂĄbio RogĂ©rio, apresentador do programa Espaço Rap, da RĂĄdio 105.1 FM, e do jornalista Marcos Zibordi. A presença dos dois nomes ajuda a ampliar o peso simbĂłlico do trabalho e conecta a mĂșsica a uma tradição de comunicação comprometida com a cidade e com a cultura de rua.

“Uma Dose de Esperança” se firma, assim, como um lançamento que vai alĂ©m da canção. É uma peça de discurso, imagem e sensibilidade — uma obra que mostra o Protesto V expandindo sua linguagem sem abandonar sua origem.

Onde assistir e ouvir

O clipe de “Uma Dose de Esperança” estĂĄ disponĂ­vel no canal oficial do Protesto V no YouTube, e a faixa tambĂ©m pode ser ouvida nas plataformas digitais.

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Continue Reading

Trending

RAP GROWING © 2025. Todos os direitos reservados