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Groover x Rap Growing

SL!P é aprovado pela curadoria da Rap Growing com “Gone Straight”, faixa sobre foco, crescimento e direção

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Artista independente de Wichita Falls, Texas, chama atenção pela postura profissional, consistência de trabalho e uma sonoridade que mistura hip-hop, neo-soul, jazz e storytelling introspectivo.

SL!P foi aprovado pela curadoria da Rap Growing via Groover com Gone Straight, uma faixa que reflete sobre crescimento, escolhas, disciplina e a busca por uma versão mais focada de si mesmo. O som apresenta um artista que não parece estar tratando a música como tentativa casual, mas como construção real de carreira.

Dentro das centenas de curadorias feitas pela Rap Growing, SL!P chama atenção por um ponto que pesa muito no cenário atual: profissionalismo. A música ainda tem aspectos que podem ser lapidados com o tempo, como algumas rimas que poderiam bater com mais força e ajustes pontuais na forma como a voz se encaixa no beat, mas a fundação artística já está ali. Existe direção, existe constância e existe uma mentalidade de quem entende que ser artista hoje vai muito além de gravar uma boa faixa.

Uma faixa sobre mudança de rota

“Gone Straight” trabalha a ideia de caminhar com mais intenção, aprender com decisões antigas e entrar em uma fase mais disciplinada. A música não tenta vender transformação como frase pronta de motivação. Ela soa mais como uma reflexão de alguém que precisou ajustar a própria rota para seguir em frente com mais clareza.

Esse tipo de narrativa combina com a proposta de SL!P. Segundo o material enviado pelo artista, sua música é construída em torno de storytelling, autorreflexão e experiências reais, equilibrando a vida artística com paternidade e crescimento pessoal. Esse detalhe ajuda a dar mais peso para “Gone Straight”, porque a faixa não parece isolada. Ela faz parte de uma caminhada que o artista já vem tentando documentar.

O conceito da música funciona justamente porque fala de evolução sem apagar conflito. Crescer não aparece como uma virada perfeita, mas como processo. Existe intenção, existe tentativa de amadurecimento e existe a consciência de que seguir em frente exige direção.

Hip-hop, neo-soul e jazz em uma construção introspectiva

SL!P se apresenta como um artista independente que mistura elementos de hip-hop, neo-soul e jazz para criar uma sonoridade cinematográfica e introspectiva. Essa combinação aparece como parte importante da sua identidade, afastando o trabalho de uma estética genérica e aproximando sua música de um campo mais emocional, reflexivo e narrativo.

Em “Gone Straight”, essa proposta aparece em uma faixa que não depende apenas de energia ou impacto imediato. O som procura criar ambiente, intenção e uma sensação de amadurecimento. A música tem uma base sólida e mostra um artista interessado em construir algo com profundidade, não apenas em preencher espaço dentro de uma tendência.

O mais importante é que SL!P parece entender que sua força está na construção de universo. Ele não está apenas entregando uma faixa solta. Ele está tentando formar uma identidade em torno de música, vida real, disciplina, visual, história e presença.

Profissionalismo como diferencial

O ponto que mais se destaca em SL!P é a postura. Muitos artistas chegam com uma boa música, mas sem estrutura, sem consistência e sem clareza sobre o próprio caminho. No caso dele, a impressão é diferente. O artista já demonstra preocupação com lançamentos constantes, presença visual, divulgação, plataformas e construção de narrativa.

Esse tipo de visão coloca SL!P à frente de muita gente que ainda trata o mercado como se bastasse lançar música e esperar que o público apareça. Hoje, a música precisa vir acompanhada de presença, identidade, conteúdo, bastidor e uma relação contínua com quem acompanha o artista.

O material enviado reforça essa percepção. SL!P já foi destaque na Rap Discovery, participou do The Reverb Room, mantém rollouts visuais nas plataformas, assinou recentemente com a SHU MUSIC GROUP e também atua como co-host do “Crown The Mic Cypher” em Wichita Falls, Texas. Esses movimentos mostram um artista tentando ocupar espaço real, não apenas disputar atenção por uma faixa.

O que ainda pode evoluir

Mesmo com uma base forte, “Gone Straight” ainda mostra pontos naturais de desenvolvimento. Algumas rimas poderiam ganhar mais impacto, especialmente em momentos em que a faixa pede uma entrega mais marcante. Também existe espaço para ajustar melhor o tom da voz em certas partes, fazendo com que ela assente de forma ainda mais precisa sobre o beat.

Mas esses ajustes não enfraquecem a aprovação. Pelo contrário, mostram que existe margem de crescimento dentro de um projeto que já apresenta maturidade. O mais difícil para muitos artistas é construir direção, consistência e visão. SL!P já demonstra esses elementos. Agora, o próximo passo é seguir refinando a execução musical.

Com tempo, repetição e mais lançamentos, esses detalhes tendem a amadurecer. O importante é que a base já permite enxergar potencial de evolução.

Presença, consistência e construção de carreira

Um dos pontos mais positivos em SL!P é entender que a carreira não se constrói apenas dentro do estúdio. O artista já trabalha presença em plataformas como YouTube e Instagram, mantém lançamentos consistentes e parece compreender a importância de transformar música em trajetória pública.

Esse tipo de mentalidade abre portas. Shows, colaborações, oportunidades de mídia e crescimento de base costumam aparecer para artistas que conseguem unir música, postura e constância. SL!P ainda está em processo de lapidação, mas está construindo com a cabeça certa.

No mercado atual, talento sem presença pode passar despercebido. SL!P parece entender que a música precisa ser acompanhada de imagem, história e frequência. Esse entendimento é um diferencial importante para um artista independente.

Veredito Rap Growing

A curadoria da Rap Growing aprovou “Gone Straight” porque SL!P entrega mais do que uma faixa promissora. Ele entrega postura, visão e uma construção artística que mostra compromisso real com a própria caminhada.

A música tem uma base sólida, conversa com hip-hop, neo-soul e jazz, e carrega uma narrativa sobre crescimento pessoal, disciplina e direção. Ainda existem pontos para lapidar na escrita e na entrega vocal, mas isso faz parte do desenvolvimento natural de um artista que está em movimento.

SL!P está no caminho certo porque entende que ser artista hoje exige consistência, identidade e presença. “Gone Straight” entra na playlist da Rap Growing por mostrar potencial, honestidade e uma mentalidade profissional que pode levar o artista a oportunidades maiores se ele continuar elevando o nível.

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Groover x Rap Growing

Josh Garnett reforça sua visão artística com “Show You How”, faixa que une melodia, introspecção e constância

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Artista do Kentucky vem construindo uma identidade dentro do hip-hop moderno com produção atmosférica, escrita reflexiva e uma estratégia independente baseada em catálogo, conteúdo e evolução.

Josh Garnett apresenta Show You How, uma faixa que reforça o caminho que o artista vem construindo dentro do hip-hop contemporâneo. O som combina flow, melodia e uma produção bem estruturada, criando uma atmosfera acessível sem abandonar o lado introspectivo que aparece como uma das marcas da sua proposta.

Musicalmente, “Show You How” é um registro sólido. A faixa tem boa condução, melodias bem executadas e um beat que sustenta a energia do começo ao fim. A escrita ainda pode ser levada para um nível mais alto em próximos lançamentos, mas o resultado geral mostra um artista que entende o tipo de música que quer fazer e já consegue entregar isso com clareza.

Um artista que não está parado

O ponto mais forte da história de Josh Garnett não está apenas em uma música isolada. O que chama atenção é a movimentação em volta do projeto. O artista vem construindo presença, catálogo, conteúdo e identidade visual, mostrando que sua caminhada não depende apenas de lançar faixas e esperar que algo aconteça.

Emergindo do Kentucky, Josh constrói sua música com texturas atmosféricas, influência de um hip-hop mais introspectivo e uma mensagem ligada à evolução pessoal. Seus temas passam por ambição, isolamento, fé, mentalidade, transformação e resiliência, sempre tentando puxar o ouvinte para um lugar mais interno.

Essa constância importa. No cenário independente, muitos artistas têm uma boa música, mas pouca estrutura ao redor dela. Josh Garnett mostra justamente o contrário: existe esforço para transformar a música em jornada, com lançamentos, visuais, presença digital e uma narrativa de crescimento.

De “Opsimath” a “Show You How”

Em março de 2026, Josh lançou “Opsimath”, seu álbum de estreia, apresentado como um projeto centrado em crescimento espiritual, disciplina e autodescoberta. O próprio título aponta para a ideia de aprender com o tempo, amadurecer através da experiência e entender que propósito não costuma aparecer de forma imediata.

Depois disso, o artista seguiu movimentando sua fase com “My Party”, lançado em abril de 2026, faixa voltada para deixar para trás ambientes tóxicos, vínculos ruins e expectativas externas. Agora, com “Show You How”, Josh mantém o ritmo e amplia essa construção com mais uma peça dentro de um catálogo em expansão.

Esse tipo de sequência mostra direção. Não é apenas uma música solta atrás da outra. Existe uma tentativa clara de documentar processo, evolução e amadurecimento artístico.

O valor de construir fora da música

Hoje, o artista independente precisa entender que música é só uma parte da equação. O público também acompanha rotina, imagem, discurso, bastidores e consistência. Josh Garnett já parece entender isso.

O material em torno de sua carreira mostra investimento em presença digital, visuais cinematográficos e construção de catálogo. Esses elementos ajudam a transformar ouvintes casuais em pessoas que passam a acompanhar a jornada do artista, não apenas uma faixa específica.

Esse é o ponto que separa uma música boa de uma carreira em formação. “Show You How” funciona como som, mas também faz parte de uma movimentação maior. A faixa reforça um artista que está trabalhando, aparecendo e criando novas portas de entrada para quem ainda não conhece seu nome.

Singles podem ser o caminho mais forte

Para o momento atual de Josh Garnett, uma estratégia focada em singles pode ser especialmente importante. Cada lançamento individual abre uma nova chance de contar uma história, criar conteúdo, puxar conversa, trabalhar visual e alcançar novos ouvintes.

Quando muitas músicas são agrupadas em um álbum, parte dessas oportunidades pode se perder rápido. No caso de um artista que já demonstra consistência e disposição para construir presença, tratar cada single como um capítulo próprio pode fortalecer ainda mais a conexão com o público.

“Show You How” mostra que Josh tem material para seguir alimentando essa narrativa. O próximo passo é continuar usando cada lançamento como uma janela para apresentar mais do artista, da visão e da marca que ele está construindo.

Uma carreira em construção real

O que torna Josh Garnett interessante é o pacote. A música é boa, mas o esforço em volta dela é o que dá peso para a cobertura. Existe catálogo, existe visual, existe mensagem e existe uma sensação clara de alguém trabalhando para transformar potencial em carreira.

“Show You How” reforça esse momento. A faixa tem melodia, atmosfera e uma entrega segura, mas ganha mais sentido quando vista dentro da sequência que Josh vem montando desde “Opsimath” e “My Party”.

No fim, Josh Garnett aparece como um artista que entende que crescimento de longo prazo não nasce só de uma música forte. Nasce de presença, repetição, identidade e trabalho visível. E nesse ponto, ele já está fazendo algo que muitos artistas ignoram.

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Jon Moniz aposta em autoestima e superação amorosa no single “Never Miss Me”

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Artista de Montreal entrega uma faixa de hip-hop e R&B melódico com clima pop dos anos 2000, hook marcante e uma mensagem sobre reconhecer o próprio valor depois de uma decepção.

Jon Moniz apresenta Never Miss Me, single que mistura hip-hop, R&B e melodic rap em uma faixa emocional, bem produzida e com apelo direto para quem já precisou se reconstruir depois de uma relação difícil.

A música trabalha uma ideia simples, mas forte: chega um momento em que a pessoa entende o próprio valor e decide seguir em frente, em vez de continuar presa ao passado. Com produção atmosférica, vocais melódicos e uma narrativa acessível, Jon Moniz transforma essa virada emocional em uma faixa de fácil conexão com o público.

Um som com clima rap-pop dos anos 2000

“Never Miss Me” carrega uma sensação que lembra o rap-pop e o R&B dos anos 2000, mas sem soar datado. A faixa tem melodia, refrão forte, flow bem colocado e uma estrutura que conduz o ouvinte do começo ao fim com clareza.

O hook é um dos pontos mais fortes da música. Ele tem aquela característica de ficar na cabeça depois que o som termina, algo essencial para uma faixa que busca replay e circulação em playlists de hip-hop, R&B contemporâneo e música urbana melódica.

Além disso, a entrega de Jon Moniz soa segura. A produção é limpa, a interpretação combina com o tema e há momentos de wordplay que ajudam a faixa a não depender apenas de ser “grudenta”. Existe acabamento, direção e uma noção clara de apresentação.

Autoestima depois do fim

O centro de “Never Miss Me” está na ideia de seguir em frente com mais consciência de si. A música não trata o fim de uma relação apenas como sofrimento, mas como ponto de virada. É sobre parar de se diminuir, entender o próprio valor e escolher não ficar preso a quem não soube enxergar isso.

Esse tipo de tema funciona porque é universal. Todo mundo entende a sensação de olhar para trás e perceber que insistiu demais em algo que já não fazia sentido. Jon Moniz encontra esse lugar emocional sem pesar demais a mão, mantendo a faixa leve o suficiente para tocar bem, mas sincera o bastante para criar identificação.

Imagem e música caminhando juntas

Outro ponto importante do lançamento é o investimento audiovisual. O vídeo de “Never Miss Me” ajuda a reforçar a atmosfera da faixa e traduz visualmente o que a música está dizendo. No mercado atual, isso faz diferença, porque música e imagem precisam caminhar juntas para construir percepção de artista.

Jon Moniz não aparece apenas como alguém soltando uma faixa isolada. Existe uma identidade sendo trabalhada em volta do lançamento, e isso ajuda o público a entender melhor o clima do som, o posicionamento do artista e a direção que ele parece querer seguir.

Quem é Jon Moniz

Jon Moniz é um artista e compositor baseado em Montreal, no Canadá, integrante do coletivo criativo WhyUS. Sua música mistura hip-hop, R&B, pop e influências soul, com uma abordagem voltada para emoção, melodia e apelo comercial.

Esse histórico ajuda a entender por que “Never Miss Me” soa tão bem resolvida. A faixa não parece nascer do improviso. Ela combina música, imagem e apresentação de forma consistente, mostrando um artista que já entende a importância de entregar um pacote completo.

Um single com potencial de circulação

“Never Miss Me” tem força justamente por equilibrar emoção e acessibilidade. A música fala de crescimento pessoal e superação amorosa, mas sem perder leveza, melodia e replay. É uma faixa que pode funcionar tanto para quem busca uma história quanto para quem só quer um som bem feito para ouvir várias vezes.

Jon Moniz entrega uma música bem construída, com visual forte e identidade suficiente para justificar atenção. O single mostra um artista que entende o valor de música, imagem e apresentação trabalhando juntos.

No fim, “Never Miss Me” reforça Jon Moniz como um nome em movimento dentro da cena de Montreal, com uma faixa que fala sobre deixar o passado para trás e seguir carregando mais confiança no próprio valor.

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Lachi transforma música infantil em ferramenta de inclusão no projeto “Magnificent”

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Artista, autora e ativista da cultura da deficiência apresenta um álbum colorido, familiar e colaborativo, com faixas como “Moves”, celebrando identidade, neurodiversidade, movimento e pertencimento.

Lachi apresenta Moves dentro de Magnificent, seu primeiro álbum infantil, previsto para lançamento em 10 de julho pela Platoon Kids. O projeto reúne pop, hip-hop, R&B e ritmos globais em uma proposta pensada para crianças, famílias e salas de aula, celebrando diferenças, identidade, deficiência, neurodiversidade e inclusão.

A faixa “Moves” tem energia, movimento e uma atmosfera positiva, mas a força desse lançamento vai além da música isolada. O que chama atenção em Lachi é o tamanho da história por trás do som. A artista construiu uma trajetória que atravessa música, literatura, televisão, acessibilidade e defesa de direitos para pessoas com deficiência dentro da indústria do entretenimento.

Nascida legalmente cega, Lachi se tornou uma das vozes mais relevantes quando o assunto é representatividade e acessibilidade na música. Ela é fundadora da RAMPD, organização reconhecida pela ONU que trabalha para tornar a indústria musical mais inclusiva para criadores e profissionais com deficiência.

Um álbum sobre diferença, orgulho e pertencimento

“Magnificent” nasce como um projeto musical infantil, mas carrega uma missão cultural maior. O álbum foi criado para convidar crianças e famílias a enxergarem diferenças não como algo a ser corrigido, mas como parte natural da identidade de cada pessoa.

“Eu fiz Magnificent para a criança que eu fui naquela época e para toda criança que navega pela diferença agora, para que elas possam se sentir vistas, celebradas e saber que não há nada nelas que precise ser consertado”, afirma Lachi no material de divulgação.

Essa ideia atravessa o projeto inteiro. A faixa-título abre o álbum com uma celebração da individualidade, enquanto músicas como “Fidget”, “Moves”, “Ask Me”, “Emoji of a Heart” e “Soy Diferente” abordam temas como movimento, comunicação, autoexpressão, curiosidade, cultura e formas diferentes de existir no mundo.

“Moves” e as muitas formas de se mover no mundo

Dentro do álbum, “Moves” celebra as várias maneiras como corpos diferentes se movimentam e navegam o mundo. A música tem uma energia leve e acessível, funcionando como uma faixa feita para dançar, brincar e abrir conversa sem transformar inclusão em discurso pesado.

Esse é um dos pontos mais interessantes de Lachi. Ela não trata acessibilidade apenas como tema institucional. Ela transforma a pauta em música, gesto, cor, ritmo e experiência. Para o público infantil, isso faz diferença, porque a mensagem chega através de algo divertido e emocionalmente positivo.

O álbum também contará com um currículo complementar desenvolvido pelo The Nora Project, ligado à CEL, ajudando escolas a continuarem conversas sobre identidade, inclusão e pertencimento a partir das letras e temas das músicas.

Mais de 70 colaboradores em um projeto comunitário

“Magnificent” reúne mais de 70 colaboradores, muitos deles artistas, músicos, escritores e defensores com deficiência, neurodivergência e outras experiências vividas. Entre os nomes envolvidos estão 123 Andrés, Alphabet Rockers, Mega Ran, Lisa Loeb, Matthew Whitaker, Raul Midón, Mandy Harvey e Divinity Roxx.

Esse formato amplia o peso do projeto. Não se trata apenas de uma artista falando sobre inclusão de fora para dentro. O álbum é construído como uma obra comunitária, com pessoas que carregam vivências reais dentro da pauta que o disco pretende celebrar.

Além do lançamento digital, “Magnificent” também terá uma edição limitada em CD, com encarte que funciona como livro de colorir. Inspirado nas cores da bandeira do Orgulho da Deficiência, o projeto ainda associa cada música a um emoji próprio, criando uma experiência mais visual, interativa e acessível para crianças, famílias e educadores.

Uma carreira maior que os números

Lachi já foi nomeada USA Today Woman of the Year e integra a lista Forbes Accessibility 200. Sua carreira se desenvolve no cruzamento entre música, storytelling, moda e ativismo pela acessibilidade.

Além da RAMPD, sua atuação passa por projetos como a série “Renegades”, da PBS, o livro premiado “I Identify as Blind” e a coprodução do álbum indicado ao Grammy “The Colors in My Mind”. Essa trajetória mostra que Lachi não construiu apenas uma carreira musical, mas uma plataforma de impacto cultural.

Em uma indústria onde muitos artistas concentram toda a energia apenas em autopromoção, Lachi usa sua visibilidade para abrir caminhos. Sua missão é uma das maiores forças do projeto, porque dá profundidade à música e transforma cada lançamento em parte de uma construção maior.

Tracklist de “Magnificent”

  1. Magnificent
  2. Ask Me
  3. Fidget
  4. Moves
  5. Emoji Of A Heart
  6. Soy Diferente
  7. Do I Count
  8. Next Up
  9. I Like Me
  10. Barriers for Breakfast

Um projeto sobre música, acesso e futuro

“Moves” é uma faixa agradável, positiva e fácil de ouvir, mas o que realmente diferencia Lachi é o quadro completo. A música é uma porta de entrada para uma artista que está ajudando a criar caminhos mais amplos para pessoas com deficiência dentro da cultura.

“Magnificent” não quer apenas entreter crianças. O álbum quer fazer com que elas se sintam vistas. Quer ajudar famílias e escolas a falarem sobre diferença com mais naturalidade. Quer mostrar que inclusão também pode ser cantada, dançada e celebrada.

No fim, Lachi mostra que uma carreira musical pode ser muito mais do que lançamento, números e playlist. Pode ser presença, representação e liderança cultural. A música é uma parte da história, mas o impacto que ela constrói fora dela é o que faz o projeto permanecer.

RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.

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