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MC Hariel celebra o funk paulista na primeira edição do Red Bull Symphonic no Brasil

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MC Hariel celebra o funk paulista na primeira edição do Red Bull Symphonic no Brasil

Em show inédito no dia 8 de agosto, o artista se une a Xuxa Levy e Nave Beatz para transformar sua trajetória em uma experiência musical imersiva entre funk, orquestra e cultura de rua.

O funk paulista vai encontrar a música sinfônica em um palco histórico de São Paulo. No dia 8 de agosto de 2026, MC Hariel será o protagonista da primeira edição do Red Bull Symphonic Brasil, projeto que convida artistas contemporâneos a reinterpretarem suas obras por meio de arranjos orquestrados, novas camadas sonoras e uma construção musical pensada para além do formato tradicional de show.

A apresentação acontece no Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina, em São Paulo, e promete revisitar a caminhada de Hariel com uma proposta inédita: unir beats, cordas, metais, performance, narrativa visual e a força cultural do funk em uma mesma experiência.

Com direção musical de Nave Beatz e regência do maestro não convencional Xuxa Levy, o espetáculo vai misturar violinos, contrabaixos e metais às batidas que ajudaram a formar a identidade do funk paulista. A ideia é reconstruir músicas da trajetória de Hariel com novas texturas, sem perder a essência das ruas, dos bailes e da vivência que moldou sua carreira.

O funk paulista em outro patamar

Mais do que uma apresentação especial, o Red Bull Symphonic Brasil nasce como uma homenagem ao funk paulista e às vozes que transformaram o gênero em uma das maiores forças culturais do país. A proposta é relembrar o passado, celebrar o presente e apontar para o futuro de uma cena que saiu das quebradas, enfrentou preconceitos e hoje ocupa palcos, festivais, premiações e espaços que antes pareciam distantes.

Hariel, um dos principais nomes dessa geração, chega ao projeto em um momento importante da carreira. Em 2025, o artista conquistou o Grammy Latino com o álbum “A Dança” e segue como uma das figuras mais representativas do funk consciente, melódico e de vivência.

“Eu já acompanhava o Red Bull Symphonic em outros países e ele me inspirou a criar o Funk Superação. Um projeto como esse mostra que o funk pode estar em qualquer lugar sem perder sua essência e identidade”, comentou MC Hariel.

Quando o baile encontra a orquestra

Para Xuxa Levy, a força do projeto está justamente na mistura entre mundos que, à primeira vista, poderiam parecer distantes. A proposta é fazer com que a música sinfônica e o funk paulista dividam o mesmo espaço sem hierarquia, criando uma ponte entre a energia do baile e a grandiosidade de uma orquestra.

“A gente quer criar uma experiência onde a música sinfônica se mistura ao funk paulista e se torna uma coisa só. Apelidamos carinhosamente de ‘orquestra de fluxo’, que nasce justamente dessa mistura entre os instrumentos, os beats e a energia do baile”, disse o maestro Xuxa Levy.

A direção criativa do projeto é assinada por Drica Lara, que teve como desafio transformar a música em criação visual. Segundo ela, a proposta é criar uma integração entre a potência de Hariel, a cultura visceral do funk paulista e a grandiosidade de um concerto sinfônico.

“Desde os primeiros rascunhos do palco, minha direção principal foi a integração: criar uma ponte entre a potência do Hariel, a cultura visceral do funk paulista e a grandiosidade de um concerto sinfônico”, explicou Drica Lara.

A escolha do Auditório Simón Bolívar também faz parte dessa construção. A arquitetura em semiarena rompe a separação tradicional entre artista, orquestra e público, permitindo que todos compartilhem o mesmo campo sensorial durante o espetáculo.

Um projeto global que chega ao Brasil

O Red Bull Symphonic já passou por outros países e reuniu artistas como Metro Boomin, nos Estados Unidos, Trueno, na Argentina, e Kelvin Momo, na África do Sul. Agora, o projeto desembarca no Brasil colocando o funk paulista no centro da experiência.

A edição brasileira também conta com parceria oficial da Levi’s®, reforçando a conexão entre música, moda, juventude, criatividade e cultura urbana.

Serviço

Evento: Red Bull Symphonic Brasil com MC Hariel

Data: 08 de agosto de 2026, às 20h

Local: Auditório Simón Bolívar | Memorial da América Latina

Endereço: Av. Mário de Andrade, 664 — Barra Funda, São Paulo (SP)

Ingressos

Venda geral: a partir de 26 de maio, às 15h, pelo site oficial.

Valores

Lote 1
Meia-entrada: R$ 40
Inteira: R$ 80

Lote 2
Meia-entrada: R$ 50
Inteira: R$ 100

Sobre o Red Bull Symphonic

O Red Bull Symphonic desafia artistas contemporâneos a reinterpretarem suas músicas por meio de um novo olhar, conectando versatilidade, criatividade e composições sinfônicas inéditas. A ideia central é criar uma experiência imersiva em que a arte do artista ganha novas possibilidades sem perder sua identidade.

Sobre a Red Bull

Fundada por Dietrich Mateschitz nos anos 1980, a Red Bull nasceu inspirada em bebidas funcionais do Extremo Oriente e se tornou uma das marcas mais conhecidas do mundo. Atualmente, suas bebidas energéticas estão presentes em mais de 170 países.

Sobre a Levi’s®

A Levi’s® chega como parceira oficial da edição brasileira do Red Bull Symphonic, reforçando sua relação histórica com a música, a criatividade e a cultura jovem. A união entre o funk, uma das maiores expressões culturais brasileiras, e a música clássica traduz a proposta do projeto e da parceria: celebrar autenticidade, inovação e expressão cultural.

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Música

Kayblack inicia nova fase solo com “Será” após prévia viral bater 1,5 milhão de views em 24 horas

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Depois do sucesso ao lado de Vulgo FK em “FKAY”, artista volta ao trap romântico com produção de Wall Hein e reforça sua força nas músicas de amor

Kayblack voltou a movimentar a cena antes mesmo da música chegar oficialmente às plataformas.

A prévia de “Será”, novo single do artista, viralizou no Instagram e ultrapassou 1,5 milhão de visualizações em menos de 24 horas. O número mostra que o público ainda tem uma conexão muito forte com o lado mais romântico, melódico e sentimental de Kayblack.

A faixa já está disponível nas plataformas digitais e no YouTube pela Warner Music Brasil, em parceria com a GR6.

Kayblack volta ao trap romântico

Depois de explorar sonoridades mais pesadas em trabalhos recentes, como “A Cara do Enquadro”, faixa que passou pelo drill, funk e música eletrônica em versos ligados à realidade social, Kayblack retorna para um território que sempre conversou diretamente com sua base de fãs: o trap romântico.

Em “Será”, o artista mergulha em uma relação mal resolvida, falando sobre dúvida, insistência, destino e aquela sensação de que uma história ainda não acabou completamente.

É o tipo de faixa que reforça uma das maiores forças de Kayblack: transformar sentimento em refrão, vivência em melodia e conflito amoroso em identificação imediata.

O impacto depois de “FKAY” com Vulgo FK

O novo lançamento também chega em um momento importante da carreira do artista.

Após o sucesso de “FKAY”, projeto em parceria com Vulgo FK que soma mais de 100 milhões de plays, Kayblack começa a acelerar novamente sua caminhada solo.

O disco mostrou a força da união entre romance e trap, mas também deixou claro que o público queria ouvir Kayblack novamente sozinho, explorando suas próprias frustrações, sentimentos e histórias.

Agora, com “Será”, ele abre uma nova fase solo apostando justamente no lugar onde sempre teve muita força: músicas sobre amor, paixão e relacionamento.

A produção de Wall Hein

A faixa tem produção de Wall Hein, beatmaker que já trabalhou em músicas importantes da trajetória de Kayblack.

Wall Hein assina produções como “Preferida” e “Segredos”, presentes no disco “Contradições”, além dos singles “Maturidade” e “Licor 43”.

Em “Será”, a produção sustenta a voz mais suave de Kayblack e cria o ambiente ideal para uma love song marcada por questionamentos, saudade e desejo.

Kayblack fala sobre a nova fase

Segundo o próprio artista, o público vinha pedindo esse retorno para músicas mais sentimentais.

“Meu público se identificou muito com o último disco, mas sentiam falta das músicas sobre amor, paixão e relacionamentos, então eu atendi a eles, e acho que não tem forma melhor de dar o pontapé inicial nos lançamentos do que jogando em casa”, afirmou Kayblack.

A declaração resume bem o momento: Kayblack entende o que sua audiência espera dele e usa “Será” como ponto de partida para uma fase mais madura emocionalmente, sem abandonar a essência que consolidou seu nome no trap nacional.

O viral virou termômetro

O desempenho da prévia no Instagram funcionou como um termômetro claro.

Passar de 1,5 milhão de views em menos de 24 horas antes mesmo do lançamento completo mostra que existe expectativa real em torno dessa nova fase.

Kayblack não está apenas lançando mais uma música. Ele está testando a força de uma retomada solo em um dos estilos que mais marcaram sua trajetória.

Com Será, o artista reforça que ainda sabe ocupar esse espaço entre o trap, o romance e a identificação popular.

Ouça “Será”

Será já está disponível nas plataformas digitais e no YouTube.

Para acompanhar mais lançamentos do rap nacional, acesse também outras matérias no Rap Growing.

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Música

TOKIODK leva turnê de “INFRAÇÃO (1º ATO)” ao Nordeste pela primeira vez

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Depois de viver o momento mais importante da carreira até aqui, TOKIODK prepara sua primeira turnê pelo Nordeste. O rapper desembarca em Maceió, Recife e Natal neste final de semana apresentando o universo de “INFRAÇÃO (1º ATO)”, disco que ultrapassou a marca de 20 milhões de streams em apenas dois meses.

Os shows acontecem nos dias 08, 09 e 10, respectivamente, marcando o primeiro contato presencial entre TOKIO e um dos públicos mais ativos da sua base de fãs.

“INFRAÇÃO (1º ATO)” abriu a fase mais intensa da carreira

Lançado no início de 2026, “INFRAÇÃO (1º ATO)” consolidou uma nova fase artística para TOKIODK. Mais denso, reflexivo e pessoal, o projeto trabalha temas como conflito interno, fé, enfrentamento e recusa aos caminhos impostos pelo sistema.

Faixas como “NEM ERA PRA EU TÁ AQUI”, “VENOM”, “DISCURSO DO GRAMMY” e “CORAÇÃO NEGRO” ajudaram a impulsionar o álbum e fortaleceram ainda mais o nome do artista dentro do rap nacional.

🎧 Ouça “INFRAÇÃO (1º ATO)” no Spotify:
INFRAÇÃO – 1º ATO — TOKIODK

🎧 Perfil oficial de TOKIODK no Spotify:
Spotify Oficial TOKIODK

Setlist mistura nova fase e clássicos da caminhada

Para os shows no Nordeste, TOKIODK prepara um repertório que atravessa diferentes momentos da carreira. Além das músicas recentes, o artista também relembra faixas importantes do disco “Anti-Herói”, incluindo o hit “Farejador”.

Outro momento aguardado do show é a performance de “Eu Já Digitei (Apaguei Pra Todos)”, releitura lançada ao lado de Ferrugem que rapidamente ganhou força nas plataformas digitais.

🎧 Ouça “Eu Já Digitei (Apaguei Pra Todos)”:
Spotify — Eu Já Digitei (Apaguei Pra Todos)

“Estou ansioso para sentir essa conexão com o público, pois os fãs nordestinos são muito presentes nas redes e, muitas vezes, não têm exatamente as mesmas vivências cotidianas que eu, mas, de certa forma, se identificam.”

“Coração Negro” deve ser um dos momentos mais emocionantes do show

Com a proximidade do Dia das Mães, TOKIODK também destacou a expectativa de cantar “Coração Negro”, faixa dedicada à sua mãe e que se tornou uma das músicas mais emocionais do projeto.

“Pensando que será próximo ao Dia das Mães e que terá ‘Coração Negro’ no show, música em homenagem à minha mãe e que muitos usam para homenagear as suas, sabe? E também estou ansioso para sentir a energia da galera com ‘Discurso do Grammy’.”

Serviço — Turnê “INFRAÇÃO (1º ATO)”

Onde acompanhar TOKIODK

📸 Instagram oficial:
@tokiodk

🎥 YouTube oficial:
Canal e clipes oficiais

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Zaki apresenta “Dracaena”, álbum que une ancestralidade afro-brasileira, instrumentos nativos e futurismo à nova MPB

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Em um momento onde grande parte da música busca repetir fórmulas prontas, Zaki escolheu outro caminho. O artista lançou seu primeiro álbum completo de estúdio, “Dracaena”, projeto já disponível nas plataformas digitais e construído como uma verdadeira experiência sensorial, estética e narrativa.

Com base na black music, mas atravessando diferentes gêneros com naturalidade, o disco propõe uma releitura da música popular brasileira sob uma visão contemporânea e futurista. O resultado conecta periferia urbana, raízes rurais, espiritualidade e identidade nacional dentro de uma mesma obra.

Um álbum que olha para o passado para imaginar o futuro

“Dracaena” nasce da busca por sonoridades autênticas e fora do convencional. Ao lado do produtor DJ Samu, Zaki construiu uma atmosfera que resgata memórias musicais brasileiras para projetar novas possibilidades estéticas.

Mais do que um álbum, o projeto funciona como uma proposta de nova MPB: moderna sem romper com a origem, experimental sem perder sentimento, brasileira sem precisar se explicar.

Instrumentos afro-brasileiros e indígenas em diálogo com beats modernos

Um dos grandes diferenciais do disco está na instrumentação. “Dracaena” utiliza mais de 10 instrumentos de origem afro-brasileira e indígena, entre eles cuíca, zabumba e berimbau, misturados a produções eletrônicas contemporâneas.

Essa fusão cria uma sonoridade rara no mercado atual. O orgânico encontra o digital sem parecer colagem forçada. Tudo soa vivo, conectado e intencional.

Referências culturais e identidade brasileira

As faixas também carregam recortes e samples que homenageiam nomes fundamentais da cultura nacional. Referências a Rita Lee, Elza Soares e Glória Maria ajudam a ampliar o alcance simbólico do álbum.

É um trabalho que entende cultura como continuidade — onde passado e presente conversam o tempo inteiro.

Espiritualidade, memória e crítica social

Nas temáticas, Zaki mergulha em questões profundas como sincretismo religioso, construção de identidade e opressões sociais. Entre os destaques do projeto está um mantra em formato de trap eletrônico dedicado a Nossa Senhora Aparecida, além de homenagens à avó baiana do artista e às entidades de matriz africana.

Essa camada espiritual não aparece como estética vazia, mas como parte real da narrativa construída no álbum.

Visual forte e universo coeso

Com vivência no teatro e olhar apurado para o audiovisual, Zaki também desenvolveu uma identidade visual consistente para “Dracaena”. O projeto inclui quatro videoclipes lançados anteriormente, agora integrados ao universo completo do disco.

A capa do álbum foi confeccionada manualmente pelo próprio artista, utilizando papelão e costura, criando textura tátil e reforçando o caráter artesanal da obra.

Já a identidade visual trabalha tons terrosos e alaranjados, conectando o projeto à terra, à ancestralidade e ao calor simbólico da cultura brasileira.

Uma estreia que chega com proposta clara

“Dracaena” não é um álbum feito para seguir tendência. É uma estreia que já nasce com direção artística definida, coragem criativa e senso de identidade raro para um primeiro disco.

Zaki chega propondo algo que muita gente fala, mas poucos conseguem entregar: originalidade com fundamento.

Onde ouvir e acompanhar

Spotify: Ouvir Zaki

YouTube: Canal Oficial

Instagram: @zakimattos

TikTok: @zakimattos

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