Música
Thiago Tico, produtor de Filipe Ret, abre mentoria sobre produção geral e bastidores da indústria musical
Published
19 horas agoon
Em parceria com o Rhuas Art, a mentoria terá quatro encontros voltados para quem quer entender como funciona a construção de um grande espetáculo antes, durante e depois do palco.
Quem faz um grande artista acontecer nem sempre está em cima do palco. Muitas vezes, o trabalho mais decisivo acontece antes da luz acender, antes do público entrar, antes do artista pegar o microfone e antes do show virar o recorte que todo mundo vê nas redes sociais.
É justamente esse universo que Thiago Tico, produtor de Filipe Ret, vai abrir em uma nova mentoria exclusiva sobre produção geral. A iniciativa acontece em parceria com o Rhuas Art e foi pensada para quem quer entender, na prática, o que sustenta uma carreira artística de alto nível por trás dos holofotes.
Filipe Ret é hoje um dos nomes mais relevantes do rap nacional, com uma trajetória construída entre música, empreendedorismo, shows de grande porte, estética própria e forte conexão com o público. Nesse tipo de operação, o artista é o rosto mais visível, mas existe uma estrutura inteira trabalhando para que cada entrega aconteça com força, organização e impacto.
A mentoria de Thiago Tico nasce exatamente desse ponto: mostrar que o palco é apenas o resultado. Antes dele, existe planejamento, leitura de mercado, gestão de pessoas, alinhamento com artista, bastidor, equipe, processo, tomada de decisão e uma série de responsabilidades que não aparecem no feed, mas definem o nível de uma carreira.
O que é produção geral na indústria musical?
Quando muita gente pensa em produção, imagina apenas beat, estúdio ou gravação. Mas a produção geral dentro da indústria musical é muito mais ampla. Ela envolve organização, visão de projeto, relação direta com o artista, bastidor de show, logística, equipe, agenda, comunicação, operação e leitura do mercado.
É o tipo de função que exige cabeça fria, visão estratégica e entendimento real da cena. Um grande espetáculo não nasce apenas de talento. Ele depende de gente capaz de transformar ideia em execução, conceito em entrega e carreira em movimento.
Essa é a parte que quase nunca aparece para o público. O show começa muito antes do artista subir no palco e continua muito depois que ele sai. Existe um processo inteiro por trás de cada apresentação, cada lançamento, cada decisão e cada passo público de uma carreira.

Quatro encontros para entender o que acontece no backstage
A mentoria será dividida em quatro encontros, com foco em mostrar como funciona a produção geral e o backstage dentro da indústria musical. A proposta é sair da teoria vazia e entrar na prática de quem vive esse ambiente de verdade.
O primeiro encontro será voltado para trajetória e fundamentos da produção artística, mostrando como se constrói uma visão profissional dentro da música e quais bases sustentam o trabalho de quem atua nos bastidores.
O segundo encontro entra em um ponto essencial: o mercado do backstage, passando pela diferença entre underground e mainstream. Essa leitura é importante porque cada ambiente exige postura, operação e estratégia diferentes. O que funciona em uma cena independente nem sempre funciona da mesma forma em uma estrutura maior, e entender essa transição pode mudar a carreira de quem quer trabalhar no setor.
O terceiro encontro aborda ferramentas de gestão e organização de produção. Esse é um dos pontos mais importantes para quem quer sair do improviso. Produzir bem não é apenas resolver problemas na hora. É antecipar problemas, organizar processos e fazer com que artista, equipe e entrega caminhem na mesma direção.
O quarto encontro será focado em assessoria particular e relação direta com o artista, uma das áreas mais sensíveis da produção. Trabalhar perto de um artista exige confiança, leitura humana, discrição, comunicação, responsabilidade e capacidade de entender tanto o lado profissional quanto o lado pessoal de uma carreira.
Para quem é essa mentoria?
A mentoria foi pensada para quem sonha em trabalhar na indústria da música, produzir artistas, entender bastidores de shows, atuar em equipes artísticas ou simplesmente compreender como funciona o mercado por trás dos holofotes.
Também é uma oportunidade para produtores iniciantes, assistentes de produção, empresários, artistas independentes, managers, criadores de conteúdo, profissionais de eventos e pessoas que querem entrar no mercado musical com mais clareza sobre o que realmente acontece fora do palco.
Em uma era em que todo mundo vê o resultado final nas redes, entender o processo virou diferencial. O público vê o show, o clipe, a entrada triunfal, o backstage editado, o corte viral e a foto no camarim. Mas quem trabalha de verdade na indústria sabe que a parte mais importante acontece no que não aparece.
Aprender com quem vive o bastidor de artista grande
O principal valor da mentoria está no acesso à vivência de Thiago Tico. Não se trata de uma aula genérica sobre mercado musical, nem de um conteúdo distante da realidade brasileira. A proposta é aprender com alguém que acompanha de perto a operação de um dos maiores nomes do rap nacional da atualidade.
Esse tipo de experiência importa porque a indústria não funciona apenas com fórmulas. Cada artista tem uma dinâmica, cada show tem uma necessidade, cada equipe tem uma pressão e cada fase de carreira exige um tipo de decisão.
Nos bastidores, o erro costuma custar caro. Um atraso, uma comunicação mal feita, uma equipe desalinhada, uma produção mal organizada ou uma leitura errada do momento pode comprometer a entrega inteira. Por isso, entender produção geral é entender responsabilidade.
Para quem quer trabalhar com música, essa é uma daquelas áreas que separa curiosidade de profissão. Gostar de artista, frequentar show ou acompanhar lançamento não é a mesma coisa que saber operar bastidor. A mentoria entra exatamente nesse espaço entre desejo e prática.
O palco é só a consequência
O material da mentoria resume bem a proposta: são quatro encontros para mostrar que o palco é apenas o resultado. Antes dele, existe uma engrenagem silenciosa formada por planejamento, alinhamento, execução e tomada de decisão.
Essa frase é importante porque desmonta uma ilusão comum sobre a indústria musical. O espetáculo principal não acontece sozinho. Ele é sustentado por gente que organiza o caos, protege a visão do artista e garante que tudo chegue ao público da melhor forma possível.
Na prática, a produção geral é uma das áreas que mais exige visão ampla. O profissional precisa entender artista, público, equipe, técnica, agenda, estrutura, bastidor, comunicação e mercado. É uma função que mistura organização, sensibilidade e pressão.
Vagas limitadas e inscrições abertas
A Mentoria Thiago Tico Produção Geral está com inscrições abertas e terá vagas limitadas. Os interessados podem entrar em contato diretamente pelo e-mail oficial da iniciativa.
Inscrições: mentoriathiagotico@gmail.com
Para quem quer entrar na indústria da música entendendo o que acontece além do palco, essa mentoria oferece uma visão rara sobre um dos pontos mais importantes de qualquer carreira artística: o bastidor.
No fim, todo mundo vê o artista no centro da cena. Mas quem quer trabalhar com música precisa aprender a enxergar o que acontece ao redor dele.

RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.
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Música
Muzzike abre nova fase solo com “PAZZ&KAOZZ”, álbum que transforma dualidade em conceito
Published
5 dias agoon
julho 3, 2026
Rapper paulistano criado no Lauzane Paulista lança seu primeiro álbum solo em parceria com DGelo Records e ROC7, com distribuição da Virgin Music.
Muzzike lança nesta sexta-feira, dia 03, às 00h, seu primeiro álbum solo, “PAZZ&KAOZZ”. O projeto marca uma nova fase para o rapper paulistano, que soma mais de 20 milhões de streams nas plataformas digitais e agora assume de vez uma identidade própria em uma parceria entre DGelo Records e ROC7, gravadora de Edi Rock e Anderson Franja, com distribuição da Virgin Music.
Mais do que um lançamento de retorno, “PAZZ&KAOZZ” funciona como uma declaração de fase. O álbum mergulha nas dualidades que atravessam a vida de Muzzike: estabilidade e instabilidade, fé e medo, ambição e sobrevivência, progresso e adversidade.
O título entrega o centro da obra. Paz e caos não aparecem como opostos distantes, mas como duas forças que convivem na mesma caminhada. Para Muzzike, essa tensão faz parte da vida, da carreira e da forma como ele enxerga sua própria trajetória dentro do rap.

Uma capa que explica o álbum
A identidade visual de “PAZZ&KAOZZ” traduz o conceito do disco antes mesmo do play. O vermelho domina a composição em dois tons, representando a paixão em diferentes estágios: quando o relacionamento está bem, quando entra em crise e quando chega ao fim.
As rosas reforçam esse universo afetivo, mas não ficam presas apenas ao amor romântico. Elas também representam a paixão pela arte, pela vida, pela música e pelas pessoas que somam na caminhada.
O champanhe aparece como símbolo de celebração em meio ao caos. Não é apenas luxo por luxo. É a ideia de comemorar cada dia novo, cada superação e cada vez em que alguém consegue continuar mesmo cercado por adversidades.
Já a Mercedes Aro 20, elemento constante no disco, carrega outro significado importante. Ela representa sofisticação, conforto, conquista e beleza, mas sem se limitar à ostentação. No conceito do álbum, o carro sintetiza a busca por progresso mesmo quando a vida segue atravessada por tensão.
Do Lauzane Paulista para uma nova fase
Philipe Barroso da Cunha, conhecido como Muzzike, é rapper e compositor paulistano criado no Lauzane Paulista, zona norte de São Paulo. Sua trajetória no rap começou em 2010, influenciada por nomes fundamentais da cena nacional como Racionais MC’s, Emicida, Projota e Rashid.
Antes de chegar ao primeiro álbum solo, Muzzike construiu história no circuito underground ao integrar o coletivo Terceira Safra, responsável pelo álbum “Seja o Que Você Quiser”, lançado em 2012. O grupo ganhou destaque no programa Manos e Minas, da TV Cultura, e ajudou a posicionar Muzzike dentro de uma geração que movimentou o rap paulista na década passada.
Em 2016, seu nome ganhou ainda mais projeção ao participar de “Mandume”, faixa do álbum “Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa…”, de Emicida. A colaboração consolidou Muzzike em um dos registros mais lembrados daquela fase do rap nacional.
PAZZ&KAOZZ como afirmação solo
Depois de anos construindo nome em colaborações, coletivos e participações importantes, “PAZZ&KAOZZ” chega como um ponto de virada. É o momento em que Muzzike organiza sua própria estética, seu próprio conceito e sua própria narrativa em um trabalho completo.
O álbum tem áudio dirigido pelo próprio artista e direção de vídeo assinada por Rafael Alves Costa, o Costakent. Gravado na ROC7 Studios, em São Paulo, o projeto conta com mixagem, edição e masterização de Liu Beatz.
A parceria com a ROC7 também dá peso a essa nova fase. Estar ao lado de uma estrutura ligada a Edi Rock e Anderson Franja coloca o projeto em um lugar de conexão entre história, experiência e renovação dentro do rap brasileiro.
Entre sobrevivência, ambição e sentimento
O grande ponto de “PAZZ&KAOZZ” é que Muzzike não trata sua fase solo como simples retomada. O disco parece nascer de alguém que passou tempo observando a própria caminhada e decidiu transformar conflito interno em música.
A dualidade do álbum também conversa com a realidade de muitos artistas independentes: querer crescer sem se perder, buscar estabilidade dentro de uma carreira instável, manter fé quando o medo aparece e tentar conquistar sem deixar a vivência para trás.
Por isso, o conceito de paz e caos funciona tão bem. Ele não parece apenas uma ideia estética para capa ou campanha. Parece o resumo de uma vida em movimento, onde cada avanço vem acompanhado de dúvida, pressão, desejo e sobrevivência.

Ação de pré-save e audição exclusiva
Como parte do lançamento, Muzzike promoveu uma ação de pré-save com sorteio de dois convites para uma audição exclusiva do álbum na ROC7 Estúdios, em São Paulo. A experiência colocou fãs em contato antecipado com as faixas do disco, ao lado do próprio artista e convidados.
A audição exclusiva aconteceu no dia 02 de julho, e o lançamento oficial de “PAZZ&KAOZZ” chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, dia 03, às 00h.
Um retorno com identidade
Com mais de 20 milhões de streams, passagem por momentos importantes do rap nacional e agora um primeiro álbum solo estruturado ao lado da DGelo Records, ROC7 e Virgin Music, Muzzike chega a “PAZZ&KAOZZ” em um ponto decisivo da carreira.
O projeto não tenta apenas provar que ele voltou. Ele mostra que Muzzike quer voltar com conceito, imagem, direção e uma leitura mais madura sobre quem ele é como artista.
No fim, “PAZZ&KAOZZ” parece representar exatamente essa tensão que move a vida de muita gente: a busca por paz sem negar o caos, a vontade de vencer sem esquecer as adversidades e a tentativa de transformar instabilidade em obra.
Acesse o portal do Muzzike: fulll.ink/muzzike
RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.
Música
Duds MDB leva sua experiência de mais de 2 mil produções para uma nova fase no Porto
Published
5 dias agoon
julho 2, 2026
Produtor musical brasileiro, engenheiro de áudio e graduado em Produção Fonográfica pela Universidade Anhembi Morumbi Eduardo Lopes vive em Portugal e atende artistas do Brasil e da Europa com produção de beats, gravação, mixagem, masterização e desenvolvimento artístico.
O produtor musical brasileiro Duds MDB, nome artístico de Eduardo Lopes, está vivendo uma nova fase da carreira no Porto, em Portugal. Natural do Guarujá, no litoral de São Paulo, ele construiu sua trajetória dentro da música independente passando por praticamente todos os lados da cena: foi artista, integrou grupo, fundou estúdio, produziu eventos, desenvolveu talentos e hoje acumula participação em mais de 2.000 produções musicais.
Agora, morando na Europa, Duds quer ampliar essa ponte entre Brasil e Portugal. A proposta é simples e direta: usar toda a bagagem acumulada no rap, trap, funk e música urbana para atender artistas que buscam um som profissional, mesmo à distância. Seja para criar um beat do zero, gravar, mixar, masterizar ou organizar melhor a direção sonora de um projeto, o trabalho dele passa a mirar uma nova geração de artistas independentes que não quer mais lançar música com cara de demo.
Do Guarujá para a produção musical
A história de Duds MDB começa no Guarujá, onde o primeiro contato com a música veio pela cultura hip-hop, pelas batalhas, pelos grupos independentes e pela vivência de rua que moldou boa parte da sua visão artística. Antes de assumir o papel de produtor, ele viveu a experiência de ser artista. Essa fase foi importante porque fez Duds entender, na prática, os problemas que muitos músicos enfrentam quando estão começando: falta de estrutura, orçamento curto, pouca orientação profissional e dificuldade para transformar ideia em produto final.
Essa vivência virou uma vantagem no estúdio. Duds não trabalha apenas como alguém que aperta botões, grava voz e exporta arquivo. Ele entende o lado emocional e criativo de quem está do outro lado do microfone. Sabe quando o artista precisa de direção, quando precisa de confiança, quando precisa ajustar a entrega e quando a música precisa de mais do que técnica para funcionar.
A passagem pela Monduba Crew também foi uma escola importante. O grupo ajudou a consolidar sua presença dentro da cena underground paulista e colocou Duds em contato com lançamento, videoclipe, palco, comunicação, público e construção de marca. Essa experiência como artista aparece até hoje na forma como ele conduz projetos dentro do estúdio.
Mais de 2.000 produções e uma visão completa de estúdio
Com o passar dos anos, Duds MDB transformou a experiência prática em formação técnica. Ele estudou Produção Fonográfica na Universidade Anhembi Morumbi e aprofundou conhecimentos em gravação profissional, produção musical, mixagem, masterização, captação de áudio, acústica e gestão de projetos musicais.
Foi dessa combinação entre vivência artística e conhecimento técnico que nasceu o Estúdio MDB, criado com a ideia de oferecer aos artistas independentes acesso a gravações profissionais, orientação de verdade e um processo mais próximo da realidade de quem está tentando crescer sem depender de grandes estruturas.
Ao longo da caminhada, Duds participou de mais de 2.000 músicas, passando por rap, trap, funk, R&B, música urbana e outros gêneros ligados à cena independente. Cada produção representa uma história diferente, um artista diferente e uma necessidade diferente. Essa é uma parte importante do diferencial dele: entender que nem todo som pede o mesmo tratamento.

A nova fase em Portugal
Nos últimos anos, Duds MDB se estabeleceu no Porto, em Portugal, abrindo um novo capítulo na carreira. A mudança não significa deixar o Brasil para trás. Pelo contrário. Ela cria uma ponte natural entre dois mercados que falam a mesma língua, mas vivem momentos e movimentos culturais diferentes.
Hoje, Duds continua atendendo artistas brasileiros e passa a se conectar cada vez mais com a cena portuguesa. Essa posição permite que ele trabalhe com músicos que estão no Brasil, em Portugal ou em qualquer outro lugar, mantendo um processo online de produção, mixagem e masterização que encurta a distância entre artista e estúdio.
Essa fase também ganha força com a chegada de Duds à Danceplanet, estúdio no Porto onde ele passa a atuar dentro de uma estrutura profissional voltada para gravação, produção musical e desenvolvimento de projetos. Para um produtor que veio da cena independente e construiu seu nome resolvendo problemas reais de artistas, entrar em uma estrutura desse nível representa mais do que uma mudança de endereço. É um salto de ambiente, operação e possibilidade.
Na prática, isso significa que Duds agora une duas coisas que muitos artistas procuram: a mentalidade de quem veio do underground e entende a urgência da cena, com a estrutura de um estúdio profissional na Europa capaz de entregar qualidade técnica, direção e acabamento competitivo.
Produção de beats, mixagem e masterização online
O foco desta nova etapa é claro: atender artistas que querem elevar o nível do som. Duds MDB oferece serviços de produção musical, criação de beats, gravação, mixagem, masterização e desenvolvimento artístico, tanto para quem está começando quanto para quem já lança música e precisa de um acabamento mais profissional.
Para artistas brasileiros, a distância deixou de ser problema. O processo pode ser feito online, com envio de vozes, referências, instrumentais e orientações. A partir disso, Duds trabalha no tratamento da música, equilibrando voz, beat, impacto, clareza, pressão sonora e identidade.
Esse tipo de serviço é cada vez mais importante no mercado atual. Hoje, o público escuta uma faixa independente na mesma playlist em que escuta artistas gigantes. Se a música não chega com qualidade, ela perde força antes mesmo de ser julgada pelo conteúdo. Uma boa mix e uma boa master não transformam uma música ruim em hit, mas podem fazer uma boa ideia finalmente soar como deveria.
Mais do que técnico, um produtor que entende artista
O diferencial de Duds MDB está em não tratar produção musical como um serviço frio. A experiência como artista, integrante de grupo, produtor de eventos e fundador de estúdio fez com que ele desenvolvesse uma visão mais completa sobre carreira.
Para muitos MCs, rappers e cantores independentes, o problema não está só na qualidade do áudio. Está na falta de direção. Às vezes o beat não conversa com a voz. Às vezes a música tem potencial, mas a interpretação está tímida. Às vezes a mix está limpa, mas sem impacto. Às vezes o artista tem várias ideias, mas não sabe qual caminho seguir.
É nesse ponto que a experiência de Duds pesa. Ele consegue atuar como produtor musical, engenheiro de áudio e orientador criativo, ajudando o artista a encontrar uma sonoridade mais forte sem apagar sua identidade.
Uma ponte entre Brasil e Portugal
A presença de Duds no Porto coloca seu trabalho em uma posição estratégica. De um lado, ele carrega a vivência da música urbana brasileira, com passagem pelo rap independente, pelo estúdio, pela produção de artistas e pela construção de projetos culturais. Do outro, está inserido em uma nova realidade europeia, com acesso a estruturas, artistas e possibilidades que ampliam o alcance do seu trabalho.
Essa ponte entre Brasil e Portugal é um dos pontos mais interessantes da sua fase atual. Em vez de vender apenas um serviço de mixagem ou produção de beat, Duds oferece uma conexão entre cenas, referências e formas diferentes de pensar música em língua portuguesa.
Para quem está no Brasil, trabalhar com um produtor brasileiro baseado na Europa pode ser uma forma de acessar outra visão sem perder a linguagem da rua, do rap, do trap e da música urbana nacional. Para quem está em Portugal, Duds chega com uma bagagem forte da cena independente brasileira e experiência em centenas de projetos reais.
Quer elevar o nível do seu som?
Se você é MC, rapper, cantor, compositor ou artista independente e quer transformar suas ideias em músicas prontas para competir nas plataformas, Duds MDB está atendendo projetos de forma presencial no Porto e também online para artistas do Brasil e de outros países.
Os serviços incluem produção de beat, gravação, mixagem, masterização e desenvolvimento artístico. A ideia é ajudar o artista a sair do áudio cru e chegar em uma música com corpo, clareza, impacto e identidade.
Entre em contato com Duds MDB:
Site: dudsmdb.com.br
Portugal: +351 913 676 806
Brasil: +55 11 99599-5490
Email: estudiomonduba@gmail.com
Mais do que produzir músicas, Duds MDB vem construindo uma ponte entre artistas, ideias e mercados. Do Guarujá ao Porto, sua trajetória mostra que a música independente pode ganhar alcance quando encontra técnica, vivência e uma direção certa.
RAP GROWING – CULTURA EM MOVIMENTO.
Música
MC Hariel fortalece parceria com Projeto Legado em Paraisópolis e conecta “A Vida É Um Freestyle” à educação
Published
6 dias agoon
julho 2, 2026
Artista amplia o alcance de seu novo projeto ao se aproximar de uma iniciativa que trabalha educação, empreendedorismo e geração de oportunidades dentro da comunidade.
MC Hariel segue levando o conceito de “A Vida É Um Freestyle” para além da música. Em seu momento mais maduro como artista, o funkeiro fortalece sua conexão com o Projeto Legado, em Paraisópolis, em uma ação voltada para educação, empreendedorismo e construção de oportunidades para crianças, jovens e famílias da comunidade.
A parceria reforça uma ideia que sempre esteve presente na caminhada de Hariel: música também pode ser ferramenta de transformação social. O artista, que construiu sua trajetória a partir da quebrada e se tornou uma das vozes mais importantes do funk paulista, usa sua visibilidade para aproximar o público de iniciativas que atuam diretamente na base, onde o impacto acontece de verdade.
O que é o Projeto Legado
Criado a partir das necessidades reais de Paraisópolis, o Projeto Legado tem como missão transformar vidas por meio do conhecimento. A iniciativa atua com foco em educação de qualidade, capacitação profissional, incentivo ao empreendedorismo e ações que fortalecem o protagonismo da população local.
Na prática, o projeto funciona como uma ponte entre oportunidade e território. Em uma comunidade onde muitos talentos nascem longe das estruturas tradicionais de acesso, iniciativas como o Legado ajudam a criar caminhos para que crianças, jovens e famílias possam enxergar novas possibilidades de futuro.
A ação também destaca o trabalho de Renata, Eduardo e Daniel, responsáveis pela condução do Projeto Legado e pela construção de um espaço que vem gerando oportunidades dentro de Paraisópolis.

Hariel, legado e responsabilidade
A parceria conversa diretamente com os pilares de “A Vida É Um Freestyle”, projeto em que Hariel reflete sobre trajetória, responsabilidade, amadurecimento e impacto. Mais do que um título, a frase carrega uma leitura sobre a própria vida do artista: improvisar, cair, levantar, aprender, se adaptar e seguir criando caminho mesmo quando nada vem pronto.
Dentro desse contexto, a aproximação com o Projeto Legado ganha um peso maior. Não se trata apenas de uma visita institucional ou de uma ação pontual. É uma forma de conectar o discurso do álbum com uma prática concreta, aproximando música, cultura e educação dentro de um território periférico.
Hariel entende que sua imagem ultrapassa o entretenimento. Para muitos jovens, ele representa alguém que saiu de uma realidade parecida, construiu nome, manteve identidade e hoje consegue abrir espaço para debates maiores. Quando essa visibilidade é usada para fortalecer um projeto educacional, o impacto deixa de estar apenas no palco e passa a tocar diretamente a comunidade.
Educação como caminho de transformação
A ação em Paraisópolis reforça uma mensagem importante: a periferia não precisa apenas de visibilidade, precisa de estrutura, formação e oportunidade. O talento existe. A vontade existe. O que muitas vezes falta é acesso.
Ao se aproximar do Projeto Legado, Hariel ajuda a ampliar o alcance de uma iniciativa que trabalha justamente nesse ponto. Educação, capacitação e empreendedorismo não aparecem como palavras bonitas de campanha, mas como ferramentas reais para que jovens possam construir outras possibilidades de vida.
Essa conexão entre artista e projeto social mostra como a cultura urbana pode atuar em diferentes frentes. O funk, o rap e outras expressões periféricas sempre foram formas de contar a realidade. Mas também podem ser portas para transformar essa realidade, especialmente quando artistas usam sua força para colocar luz em quem já está trabalhando no território.

Visita acontece em Paraisópolis
A visita de MC Hariel ao Projeto Legado aconteceu no dia 30 de junho, às 14h, em Paraisópolis. O encontro marcou mais um capítulo de uma trajetória em que música, comunidade e impacto social caminham lado a lado.
Para Hariel, a ação amplia a mensagem de “A Vida É Um Freestyle”. Para o Projeto Legado, representa a chance de levar ainda mais atenção para um trabalho que nasce dentro da comunidade e mira diretamente o futuro de quem vive ali.
No fim, a parceria reforça algo que a cultura de rua sempre soube: legado não se constrói apenas com números, hits ou reconhecimento. Legado também se constrói quando alguém volta o olhar para a base e ajuda outras pessoas a enxergarem caminhos possíveis.
Instagram do Projeto Legado: instagram.com/legado_paraisopolis
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