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XC São Paulo estreia na MoonPay X Games League em Sacramento sob liderança de Bob Burnquist

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Entre os dias 26 e 28 de junho, a nova liga dos X Games reúne skate, BMX, Moto X, música e cultura urbana em um formato inédito de franquias representando grandes cidades do mundo.

A contagem regressiva chegou ao fim. Entre os dias 26 e 28 de junho, Sacramento, nos Estados Unidos, recebe a etapa de abertura da MoonPay X Games League, novo formato da clássica competição de esportes radicais. A proposta transforma os X Games em uma disputa por temporada, com equipes representando grandes cidades do mundo e somando pontos ao longo do calendário.

Ao longo de três dias, quase 100 atletas convidados participam de competições de skate, BMX e Moto X, em um evento que vai além das pistas e se posiciona como um festival de esportes de ação, música e cultura urbana. A estreia da liga reúne alguns dos principais nomes do planeta em uma experiência inédita tanto para atletas quanto para fãs.

Representando o Brasil, o XC São Paulo chega para sua primeira participação liderado por uma das maiores lendas da história do skate mundial. Maior medalhista dos X Games, Bob Burnquist assume o papel de General Manager da franquia, sendo responsável pela formação e gestão da equipe ao longo da temporada.

Bob Burnquist lidera o XC São Paulo

O novo desafio amplia ainda mais a relação de Bob Burnquist com o evento que ajudou a transformar sua carreira em uma das mais vitoriosas da história dos esportes de ação. Agora, em vez de disputar medalhas como atleta, Bob participa da construção de uma equipe que carrega o nome de São Paulo em um modelo profissional de liga.

“A estreia da Liga é um momento histórico para os esportes de ação. Estamos falando de um formato que cria uma conexão muito maior entre atletas, cidades e fãs. Montamos um time extremamente forte, com atletas que representam diferentes estilos, nacionalidades e trajetórias, mas que compartilham a mesma paixão pela evolução do esporte. Estamos ansiosos para vestir a camisa do XC São Paulo e começar essa caminhada em Sacramento”, afirma Bob.

O elenco do XC São Paulo reúne nomes de peso do skate e do BMX mundial. A equipe conta com os brasileiros Giovanni Vianna, Gabriela Mazetto, Raicca Ventura, Gui Khury e Luigi Cini, além dos atletas internacionais Sky Brown, Ibuki Matsumoto, Ryan Williams, Garrett Reynolds e Queen Saray Villegas.

Com esse grupo, o XC São Paulo chega a Sacramento como uma das franquias mais fortes da temporada inaugural, carregando a responsabilidade de representar a capital paulista em um formato que mistura performance individual, identidade de time e rivalidade entre cidades.

Gabi Mazetto assume como capitã

Eleita capitã do XC São Paulo neste novo modelo profissional, Gabi Mazetto celebrou a oportunidade de liderar a equipe e projetou os primeiros passos rumo à etapa de abertura em Sacramento.

“Está sendo muito style ver a galera conhecendo e ficando por dentro do time de São Paulo e de como funciona a Liga. É um formato novo que vai ser muito importante para o ecossistema da MoonPay X Games League e para nós, atletas. Estou muito empolgada com a missão de ser a capitã. Minha expectativa para a primeira etapa em Sacramento é andar bem, acertar minhas manobras, buscar uma vaga na final e, se Deus quiser, brigar por um pódio. Acima de tudo, quero me divertir fazendo o que amo.”

A presença de Gabi como capitã reforça uma característica importante do novo formato: os atletas passam a competir também por uma narrativa coletiva. Mais do que medalhas individuais, cada resultado passa a contar para a franquia, criando uma nova camada de pertencimento para quem acompanha os esportes de ação.

Um novo modelo para os esportes de ação

Além do XC São Paulo, a MoonPay X Games League conta com outras três equipes fundadoras: XC Nova York, XC Tóquio e XC Los Angeles. Juntas, as franquias dão início a um novo modelo de disputa que combina o espírito individual dos esportes radicais com a força do conceito de equipes.

A etapa de Sacramento marca o primeiro desafio do calendário da XGL, que ainda terá paradas no Japão e em Nova Orleans. Durante a temporada, os atletas competem por pontos para suas respectivas franquias, fortalecendo a ideia de rivalidade saudável entre cidades e criando uma narrativa que acompanha o público ao longo do ano.

Para o Brasil, a entrada do XC São Paulo representa mais do que participação em uma nova liga. É a presença de uma cidade brasileira dentro de uma estrutura global, conectando skate, BMX, cultura urbana e entretenimento em um palco internacional.

Esporte, música e cultura no mesmo palco

A estreia da MoonPay X Games League foi pensada para ser mais do que um campeonato. Ao longo dos três dias de programação, Sacramento também recebe apresentações de grandes nomes da música internacional, reforçando a conexão histórica entre os esportes de ação e a cultura urbana.

Entre as atrações confirmadas está Kaskade, um dos DJs e produtores mais influentes da música eletrônica mundial, dono de oito indicações ao Grammy e presença constante nos maiores festivais do planeta. O evento também contará com Mustard, produtor vencedor de cinco Grammys e um dos nomes mais importantes do hip-hop contemporâneo, responsável por sucessos que marcaram artistas como Kendrick Lamar, Rihanna, Travis Scott e Ty Dolla $ign.

Fechando a programação musical, Subtronics fará sua estreia no evento. Um dos artistas mais populares da nova geração da música eletrônica, o DJ norte-americano vem de apresentações em festivais como o Coachella e se consolidou como uma das principais referências do gênero na atualidade.

A combinação de competições de alto nível, atrações musicais internacionais e experiências culturais reforça a proposta da MoonPay X Games League de criar um novo modelo de entretenimento para os esportes de ação, aproximando públicos diferentes em um mesmo ambiente.

Com Bob Burnquist na liderança, Gabi Mazetto como capitã e um elenco que mistura talentos brasileiros e nomes internacionais, o XC São Paulo estreia em Sacramento carregando não apenas uma equipe forte, mas uma ideia maior: colocar São Paulo dentro da nova era global dos X Games.

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Ramon Dino faz história: brasileiro é campeão do Mr. Olympia 2025 na Classic Physique

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Por Rap Growing • Acre • 12 de outubro de 2025

Do Acre à Las Vegas, passando por quedas, viradas e fé inabalável — Ramon Dino finalmente chegou ao ápice do fisiculturismo mundial. Em 2025, ele conquistou o título inédito de Mr. Olympia Classic Physique, se tornando o primeiro brasileiro campeão masculino do Olympia. Um feito gigante para o Brasil.

Raízes humildes: o começo no Acre

Ramon Rocha Queiroz — o “Dino” — nasceu no interior do Acre, região longe dos grandes centros do fisiculturismo. Lá, as oportunidades eram escassas, os custos altos, e o sonho parecia distante. Sem patrocínios, com restrições financeiras, ele batalhou para ir a campeonatos.

Quando disputou o Mr. Olympia Brasil em 2018, foi a chance de virar profissional: conquistou o título e ganhou o cartão da IFBB Pro na categoria Classic Physique.

Mas não foi fácil: muitos anos com poucas estruturas, treinos improvisados, dietas apertadas. Mesmo assim, ele persistiu.

Profissional desde 2021: as batalhas com Bumstead e os vice-campeonatos

Em 2021, Dino ingressou oficialmente no circuito profissional de fisiculturismo. Ele competiu no Europa Pro e garantiu vaga para o Mr. Olympia daquele ano — ficou em quinto lugar.

Desde então, sua carreira foi pautada por pódios, combates e subidas íngremes. Em 2022 e 2023, Ramon foi vice-campeão do Mr. Olympia na Classic Physique, quase tirando o reinado de Chris Bumstead (CBum), lenda que dominava a divisão há anos.

O duelo com Bumstead se tornou inevitável: muitos já viam Dino como sucessor. Comentava-se que ele tinha “físico de clássico + garra de pelada”. E muitos no Brasil acompanharam essa saga como torcedores fiéis da luta interna da categoria Classic Physique.

2024: o ano frustrante e a queda no Olympia

Em 2024, Dino chegou como um dos favoritos — mas o resultado foi cruel. Ele ficou apenas em **4º lugar** no Mr. Olympia Classic Physique.

Era uma fenda na narrativa que muitos vinham construindo: o brasileiro que já tinha sido vice duas vezes agora não entrou no top 3. Muitos pensaram que poderia ser o colapso de uma carreira, o momento de desistir, já que o assunto nos bastidores era de que ele era apenas apegado à sua genética e não fazia o trabalho necessário para ser campeão.

Mas Dino reagiu. No Mr. Olympia Brasil 2024, ele retomou força e venceu a edição nacional, garantindo vaga para a Olympia 2025.

E mais: sua postura mudou. Ele passou a agir como campeão mesmo antes de conquistar: mais foco, presença, comunicação, mentalidade de quem vai para vencer. O desgaste daquele 2024 serviu de combustível.

2025: a virada e o título mundial

No Mr. Olympia 2025, realizado em Las Vegas, Dino chegou com status de favorito entre muitos — especialmente após a aposentadoria de Chris Bumstead, que deixou o cenário aberto.

Na fase de julgamento (prejudging), ele se destacou entre os melhores. Ao final, superou o alemão Mike Sommerfeld (vice) e o norte-americano Terrence Ruffin (terceiro).

“Qualquer um do top 5 pode ser campeão se chegar bem, mas esse dia foi nosso.”— Ramon Dino

Com essa vitória, Ramon Dino não só conquistou seu título mais desejado, mas escreveu seu nome na história: *o primeiro brasileiro* campeão do Mr. Olympia em alguma categoria masculina.

É uma virada épica, da chamada “trave” de anos anteriores à coroação definitiva.

O que é o Mr. Olympia e por que esse título importa?

O Mr. Olympia é o campeonato mais prestigioso do fisiculturismo mundial, organizado pela IFBB. É o ápice para quem compete profissionalmente: vencer o Olympia é ser reconhecido como o melhor em sua divisão no planeta.

A categoria Classic Physique foi criada para resgatar a estética “clássica” do fisiculturismo — corpos musculosos, mas proporcionais, linhas elegantes, simetria e controle. Há limites de peso em relação à altura, para que ninguém sacrifique estética em favor do volume extremo.

No cenário global, Chris Bumstead dominou essa divisão por anos — com seis títulos — até se aposentar após o Olympia 2024. Seu adeus abriu caminho para a nova geração.

Um ídolo que vai além do futebol: o novo campeão brasileiro

No Brasil, a cultura esportiva — para muitos — sempre girou em torno do futebol. Mas Ramon Dino mostra que também é possível fazer ídolos em outras arenas, com suor, corpo e alma. Ele representa um novo patamar para o fisiculturismo nacional.

O boom do universo fitness nos últimos anos — musculação, redes sociais, busca estética, estética de performance — deu força ao fisiculturismo brasileiro. Atletas antes “desconhecidos” hoje viram celebridades do corpo, academias de bairro deram lugar à verdadeiros Centros de Treinamento de Fisiculturismo, recursos ergogênicos de maior qualidade, intercâmbio com atletas internacionais constantemente.

E o mercado começou a acompanhar: hoje, atletas de ponta têm patrocínios, venda de suplementos, convites para eventos nacionais e internacionais — o prêmio do Mr. Olympia também é pesado. Na Classic Physique, o campeão já recebe somas altas: em 2024, o vencedor levou cerca de $50 mil dólares — ~R$ 270 mil — e o segundo lugar ficou com $20 mil.

Para um brasileiro ganhar esse topo, era algo que há alguns anos atrás era inimaginável, mas hoje já contamos os dias para o bi-campeonato de Ramon em 2026

Referências e para saber mais

Leia também: Ramon Dino: trajetória, vitórias e planos após o Olympia

RAP GROWING — CULTURA EM MOVIMENTO

Ramon Dino, Mr Olympia, Classic Physique, Brasil, fisiculturismo, trajetória, Chris Bumstead, Olympia 2025

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Esporte

Sandro Dias quebra dois recordes mundiais na maior rampa de skate do planeta

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Mineirinho desce a rampa mais alta já construída em Porto Alegre, atinge mais de 100 km/h e reafirma seu nome como lenda viva do skate.

Um feito histórico

Sandro Dias, o eterno Mineirinho, escreveu mais um capítulo épico de sua trajetória ao quebrar dois recordes do Guinness World Records™ no Red Bull Building Drop, em Porto Alegre (RS). O skatista despencou da fachada de 22 andares do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), em uma rampa temporária que ficou marcada como a “rampa de skate definitiva”.

Do alto de 70 metros, Sandro atingiu uma impressionante velocidade de 103,8 km/h em um trajeto de apenas 8 segundos, consolidando as marcas de “queda mais alta em um quarter pipe temporário” e “velocidade mais rápida em um quarter pipe temporário”.

A megaestrutura em Porto Alegre

A fachada de 88,91 m do CAFF foi coberta por uma estrutura de madeira compensada que transformou o prédio em um parque de skate vertical. A descida começou a 55 metros do chão e seguiu em inclinação quase vertical até a plataforma máxima, de 70 m. A adaptação rendeu uma pista temporária sem precedentes no Brasil e no mundo.

Durante quatro tentativas bem-sucedidas, Sandro demonstrou total controle sobre o skate, descendo em linha reta por uma parede praticamente perpendicular ao solo. A última descida, partindo do ponto mais alto, não havia sido testada nos treinos e exigiu máxima resistência física e mental do atleta.

Mineirinho aos 50: superação e legado

Aos 50 anos, Sandro Dias continua provando que idade não é obstáculo para desafiar limites. Com uma carreira recheada de títulos e manobras históricas, o skatista mostra que segue motivado a ir além do possível. Sua atuação em Porto Alegre reforça a imagem de um atleta que não só domina a técnica, mas também inspira gerações.

“Esse projeto estava sendo planejado havia 13 anos. Não importa o quão distantes seus sonhos possam parecer, nunca desista deles!”— Sandro Dias, emocionado após a conquista

“Quero que essa façanha seja um lembrete de que perseverança e dedicação transformam o impossível em realidade.”— Sandro Dias

O impacto do Red Bull Building Drop

Mais do que um desafio pessoal, o evento elevou o patamar da cena do skate, mostrando como arquitetura e esporte podem se unir para criar momentos inesquecíveis. Para os skatistas locais, a rampa foi apelidada de “definitiva”, e o feito de Mineirinho já entra para os anais da modalidade como um marco global.

Categoria: Esportes • Tags: Sandro Dias, Mineirinho, Guinness World Records, Porto Alegre, skate

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Caos no Spaten Fight Night: briga generalizada após Popó x Wanderlei Silva expõe falhas de segurança e respinga na marca

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A luta terminou com a desclassificação de Wanderlei por cabeçadas. Minutos depois, uma confusão tomou o ringue: Rafael Freitas, filho de Popó, nocauteou Wanderlei no tumulto; Werdum e André Dida trocaram golpes com um grupo numeroso. Acusações cruzadas dominam o dia seguinte — e a cervejaria Spaten, que batiza o evento, vira alvo de críticas.

A luta: vitória de Popó por desclassificação

O duelo de exibição entre Acelino “Popó” Freitas e Wanderlei Silva terminou no quarto round com a desclassificação de Wanderlei por reiteradas cabeçadas no clinch, segundo o Conselho Nacional de Boxe e a cobertura jornalística do evento.

Do apito final ao caos: provocações, invasão e nocaute no ringue

Logo após o encerramento, relatos apontam que provocações partiram de integrantes das esquinas, acendendo os ânimos e levando à invasão do ringue por membros das duas equipes. No meio do tumulto, Rafael Freitas — filho de Popó — acertou golpes em Wanderlei, que caiu desacordado e sofreu lesões faciais (nariz fraturado e cortes).

Wanderlei classificou o ataque como “covarde” e disse que pretende tomar medidas legais; seu advogado chegou a falar em hipótese de “tentativa de homicídio” nos autos. Rafael, por sua vez, afirmou que “defendeu a família” e apagou suas redes sociais pouco depois.

Werdum e Dida no olho do furacão

Imagens de TV e relatos da imprensa mostram Fabrício Werdum e o treinador André Dida trocando golpes com um grupo numeroso durante a confusão, em clara desproporção de pessoas no ringue. Werdum apontou o “momento exato” em que, segundo ele, a briga começou e sugeriu que Popó estaria evitando lutar com Dida — provocação que escalou o pós-evento.

Estado de saúde de Wanderlei

Após o nocaute no tumulto, Wanderlei foi hospitalizado, recebeu pontos e relatou forte dor de cabeça e dificuldade para abrir o olho lesionado. No dia seguinte, afirmou que a “memória está voltando” e que faria novos exames.

Quem começou? Versões em choque

  • Equipe Popó: alega que a confusão estourou por investidas do lado de Wanderlei e cita a presença do filho de Wanderlei, Thor, e de Werdum no tumulto. Popó publicou mea-culpa parcial e pediu desculpas pelo “espetáculo”, mas culpou rivais pela escalada.
  • Equipe Wanderlei: afirma que provocações partiram do corner de Popó e que Wanderlei e seus aliados agiram para proteger familiares. Wanderlei diz ter sido “agredido por trás” por Rafael Freitas.

Impacto na reputação da Spaten

A Spaten, cervejaria que dá nome ao evento, divulgou nota reprovando o ocorrido. Além do posicionamento oficial, análises de social listening registraram centenas de menções negativas à marca no X/Twitter após a pancadaria, indicando desgaste reputacional imediato — ainda que a proporção de críticas tenha sido maior a Wanderlei.

Opinião Rap Growing: essa moda de botar atleta aposentado de outra modalidade e influencer pra subir no ringue é palhaçada. Deturpa o esporte, coloca segurança em risco e transforma o que deveria ser competição em espetáculo de bagunça. Promotores e marcas até ganham buzz de curto prazo, mas queimam a credibilidade do boxe, dos árbitros e das comissões — além de incentivar provocação vazia, descontrole pós-luta e cenas que ninguém quer ver. Se é pra fazer evento, que seja com casamento técnico de verdade, preparação séria, protocolos rígidos e respeito à história do esporte. O resto é click e caos.

Análise: lições (amargas) para os promotores

O episódio expõe gaps graves de segurança (acesso ao ringue, gestão de corners e familiares) e de protocolo disciplinar em eventos híbridos (boxe x MMA) com alto teor emocional. Em termos de marca, a associação title sponsor com cenas de violência fora da regra gera riscos reputacionais que vão muito além do noticiário esportivo; sem respostas rápidas (investigação independente, sanções, reforço de segurança), o brand lift dá lugar ao brand damage.

Categoria: Esporte • Tags: Popó, Wanderlei Silva, Spaten Fight Night, Fabrício Werdum, André Dida, Rafael Freitas, briga, reputação de marca

Fontes: ESPN Brasil; CNN Brasil; MMAFighting; MMA Mania; IstoÉ Dinheiro; InfoMoney; vídeos de transmissão e redes sociais.

Confira também: https://rapgrowing.com/o-impacto-de-mike-tyson-na-cultura-urbana/

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