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Esporte

Brasil bate recorde de pódios no Mr. Olympia mesmo com Ramon Dino fora do topo

Brasil fechou o Mr. Olympia 2026 com oito pódios e dois títulos, melhor marca do país na história da competição.

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Ramon Dino no Mr. Olympia 2026 durante preparação para defender o título

O Brasil encerrou o Mr. Olympia 2026 com oito pódios e dois títulos mundiais, estabelecendo seu melhor desempenho coletivo na história da competição. Eduarda Bezerra e Natalia Abraham Coelho foram campeãs, enquanto o país ainda somou quatro pratas e dois bronzes.

O resultado ajuda a colocar em perspectiva a frustração pela perda do título de Ramon Dino na Classic Physique. O levantamento foi publicado pelo ge.

Ramon perdeu o bi, mas o Brasil cresceu como delegação

Ramon terminou em terceiro lugar na Classic Physique, atrás de Niall Darwen e Mike Sommerfeld. A derrota teve enorme repercussão porque o brasileiro defendia o título e era um dos principais nomes da categoria.

A Rap Growing já publicou uma análise específica sobre a perda do título de Ramon Dino. O recorte coletivo mostra uma história diferente: o país nunca havia colocado tantos atletas no pódio em uma mesma edição.

Com 50 atletas, o Brasil terminou atrás apenas dos Estados Unidos em número de pódios e colocou dez competidores entre os cinco melhores.

Dois títulos mantiveram o país no topo

Eduarda Bezerra confirmou favoritismo na Wellness e Natalia Coelho voltou ao topo na Women’s Physique.

As vitórias reforçam a força brasileira em categorias que já vinham produzindo resultados importantes e ampliam o peso do país no fisiculturismo profissional.

Fim de semana muda a leitura sobre o esporte no Brasil

O Mr. Olympia deixou uma mistura de frustração individual e avanço coletivo. Ramon perdeu o título, mas a delegação brasileira saiu com sua melhor campanha.

Essa combinação ajuda a explicar por que o fisiculturismo deixou de ser um nicho isolado e passou a mobilizar públicos cada vez maiores no país.

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